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Cogna (COGN3) sustenta alta em 2026 e mira novos patamares

Mercado monitora rompimento para confirmar nova perna de alta

Rodrigo Paz

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As ações da Cogna mantêm um pano de fundo técnico amplamente positivo, tanto no curto quanto no médio prazo, após um ciclo de forte valorização que colocou o papel entre os grandes destaques recentes da Bolsa. Em 2026, COGN3 já acumula alta de 15,51%, dando sequência ao desempenho excepcional de 2025, quando avançou 238,26%.

No curto prazo, após testar a região de R$ 3,75, o ativo entrou em um movimento de consolidação lateral, típico de acomodação após altas expressivas, sem, até o momento, comprometer a estrutura altista. A leitura dos gráficos indica que o fluxo comprador segue predominante, ainda que o mercado passe por um período de definição do próximo movimento.

Para entender até onde o preço das ações da Cogna (COGN3) podem ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.

Análise técnica Cogna (COGN3)

No curto prazo, observo a Cogna ainda inserida em tendência de alta, apesar do comportamento mais lateral das últimas sessões. O papel encontrou resistência na região de R$ 3,75, nível que passou a concentrar maior disputa entre compradores e vendedores. Essa consolidação ocorre sem perda relevante de estrutura, o que reforça a leitura de um movimento de pausa técnica dentro de um viés positivo.

Pelo gráfico, o ativo segue negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, ambas apontando para cima, sinalizando que o fluxo comprador continua ativo. Na última sessão, a ação registrou alta de 1,39%, com fechamento aos R$ 3,65, reforçando o viés construtivo no curtíssimo prazo.

Para que a tendência de alta seja retomada com mais força, será fundamental a superação da faixa de resistência em R$ 3,72/R$ 3,75 e, sobretudo, de R$ 3,93. Um rompimento consistente desses níveis tende a destravar movimentos em direção a R$ 4,11, R$ 4,20, R$ 4,34 e, em projeções mais longas, R$ 4,67.

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No cenário alternativo, de correção mais consistente, a perda da região de suporte em R$ 3,54/R$ 3,45 tende a dar mais fôlego ao fluxo vendedor. Abaixo desse patamar, o papel pode buscar R$ 3,33 e R$ 2,95, com atenção adicional à média móvel de 200 períodos em R$ 2,74 e ao suporte em R$ 2,54.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Confira nossas análises:

Análise de médio prazo

No médio prazo, a leitura técnica da Cogna segue claramente positiva. O papel mantém uma estrutura de topos e fundos ascendentes, sustentada pela negociação acima das médias móveis, que continuam inclinadas para cima, confirmando a dominância do fluxo comprador.

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O IFR (14) em 66,98 posiciona o ativo em zona neutra, já se aproximando de níveis mais elevados, o que abre espaço para correções técnicas pontuais ao longo do caminho, sem que isso represente, por ora, uma mudança no viés principal.

Para dar continuidade ao movimento de alta no médio prazo, a superação da resistência em R$ 3,75 segue sendo um ponto-chave. Acima desse nível, o mercado passa a trabalhar com alvos em R$ 4,20 e R$ 4,67, com extensões mais longas para R$ 5,00, R$ 5,20 e R$ 6,15.

Em um cenário de correção mais profunda, a perda da região das médias móveis, especialmente dos suportes em R$ 3,41 e R$ 2,96, pode sinalizar enfraquecimento do movimento. Abaixo desses níveis, os próximos suportes aparecem em R$ 2,54, R$ 2,19, R$ 1,61 e R$ 1,29.

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Fonte: Nelogica. Gráfico semanal. Elaboração: Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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