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Cemig (CMIG4): com alta de 5,41% em 2025, confira o que esperar pela análise técnica

CMIG4 avança pelo segundo mês seguido e sinaliza continuidade da tendência de alta.

Rodrigo Paz

Ativos mencionados na matéria

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As ações da Cemig (CMIG4) seguem em trajetória positiva no curto e no médio prazo, sustentadas por um fluxo comprador consistente desde o início do ano. Depois de registrar seu topo histórico em R$ 11,45, no fim de 2024, o papel passou por uma correção que o levou até a mínima de 2025, em R$ 9,22. A partir desse patamar, o ativo reagiu com força, acumulando ganhos: alta de 5,33% em maio, segundo mês consecutivo no positivo, e valorização de 5,41% no acumulado do ano.

A última sessão, no entanto, encerrou em leve queda de 0,64%, cotada a R$ 10,84, sinalizando um possível respiro após a sequência de altas recentes.

Para entender até onde o preço das ações da Cemig podem ir, confira a análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência.

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Análise técnica da Cemig

No gráfico diário, CMIG4 mantém estrutura altista, mas entrou em movimento corretivo após testar resistência próxima da máxima histórica. Desde a mínima de R$ 9,22, o papel engatou uma sequência de valorização, rompendo médias móveis e se consolidando acima delas. Agora, forma um pullback técnico, ainda sustentado pelas médias de 9 e 21 períodos.

Para retomar o movimento de alta no curto prazo, o ativo precisa romper a faixa de R$ 11,03, o que abriria espaço para um novo teste no topo histórico de R$ 11,45. Superada essa região, os alvos projetados estão entre R$ 11,76 e R$ 11,94, com projeções mais ambiciosas em R$ 12,35 e R$ 12,50.

Caso a correção se intensifique, atenção à perda das médias móveis em R$ 10,74 e R$ 10,49. Rompidos esses suportes, o papel poderá buscar a média de 200 períodos, em R$ 10,25. Abaixo desse nível, os próximos suportes estão em R$ 10,07, R$ 9,57 e, novamente, na mínima do ano, em R$ 9,22.

Fonte: Nelogica. Gráfico diário. Elaboração: Rodrigo Paz

Confira nossas análises:

Análise de médio prazo

No gráfico semanal, CMIG4 apresenta uma tendência clara de alta. Após tocar o topo histórico em R$ 11,45, o papel passou por uma correção até os R$ 9,22, onde encontrou suporte e inverteu a direção com entrada forte de compradores. Desde então, são três semanas consecutivas de alta, com o ativo voltando a se aproximar das máximas.

Apesar da boa performance, o candle da última semana exige cautela: a formação sugere um possível esgotamento do movimento e pode anteceder uma correção leve, com alvo nas médias móveis em R$ 10,38 e R$ 10,12. A perda da mínima da semana anterior, em R$ 10,72, seria o primeiro sinal de enfraquecimento da tendência.

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Por outro lado, se o ativo conseguir romper os R$ 11,03, o cenário altista tende a se intensificar, mirando novamente os R$ 11,45. Acima dessa faixa, os próximos objetivos passam por R$ 12,15 e R$ 12,50, com projeções de longo prazo apontando para R$ 13,25 e R$ 13,60.

Abaixo de R$ 10,12, os suportes seguintes estão em R$ 9,22, R$ 8,40 e, no extremo da correção, em R$ 8,09. Ainda assim, enquanto não houver sinal mais claro de reversão, a estrutura de alta se mantém predominante no médio prazo.

Fonte: Nelogica. Gráfico semanal. Elaboração: Rodrigo Paz

Suportes e resistências da CMIG4

Suportes:

  1. R$ 10,74 – R$ 10,49 – Faixa das médias móveis de 9 e 21 períodos no gráfico diário; primeira zona de defesa no curto prazo.
  2. R$ 10,25 – Média móvel de 200 períodos; suporte relevante que pode segurar correções mais profundas.
  3. R$ 10,07 – R$ 9,57 – Região de suporte intermediária; abaixo do suporte da média de 200 períodos.
  4. R$ 9,22 – Mínima de 2025; fundo recente e suporte decisivo para manter a estrutura altista.
  5. R$ 8,40 – Suporte de médio prazo; projeção em caso de perda da mínima anual.
  6. R$ 8,09 – Suporte mais longo; nível que marca alvo extremo em um cenário de reversão mais acentuada.

Resistências:

  1. R$ 11,03 – Resistência imediata e faixa-chave que precisa ser superada para retomar a alta.
  2. R$ 11,45 – Topo histórico; forte resistência que testará o apetite comprador.
  3. R$ 11,76 – R$ 11,94 – Região de alvo projetado após rompimento do topo histórico; possível zona de congestão.
  4. R$ 12,15 – R$ 12,50 – Resistência intermediária e projeção técnica no gráfico semanal.
  5. R$ 13,25 – R$ 13,60 – Alvos mais longos; resistências que podem ser buscadas em continuidade de tendência forte de alta.

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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