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BBAS3: Com valorização superior a 25% em 2023, tendência de ações do Banco do Brasil segue de alta, aponta análise técnica

Mesmo com recentes ganhos, ações do banco público têm tendência de alta nos cenários de curto, médio e longo prazos

Rodrigo Petry

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Com alta superior a 25% em 2023, as ações do Banco do Brasil (BBAS3) tiveram valorização nesta quinta-feira (27) de 0,12%, cotadas a R$ 42,72.

Assim, os ganhos da ação do BB elevaram-se a 9,2% no mês de abril, enquanto em intervalos mais longos, de seis meses, sobem 18,3%, e, em doze meses, de 39%.

Para o analista e CEO da Harami Research, Alexandre Milen, mesmo após esses ganhos, a tendência para os papéis do banco, com base na análise técnica, ainda é de alta.

“Isto se comprova pelo estreitamento das bandas de bollinger, no gráfico diário [abaixo], com os preços caminhando na banda superior, com médias móveis cruzadas para compra e resistência histórica em R$ 43,60“, disse ele, em relação à tendência de curto prazo.

Gráfico BBAS3: curto prazo

Elaboração: Alexandre Milen, até 26/4

Análise técnica: BBAS3

Quando a avaliação vai para os médio e longo prazos, a tendência é semelhante, conforme o analista da Harami.

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“No médio prazo, a tendência é de alta, comprovada pelo forte cruzamento de médias móveis exponenciais desde janeiro de 2022, devendo ficar atento a resistência em R$ 43,60.”

Gráfico BBAS3: médio prazo

Elaboração: Alexandre Milen, até 26/4

Por fim, em relação ao longo prazo, Milen aponta que as ações estão em tendência de alta, “devido ao estreitamento das bandas de bollinger, com os preços dos ativos caminhando na banda superior”.

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Isso, segundo ele, deverá fazer o papel testar resistência e máximas históricas, em R$ 43,60, que, se ultrapassada, poderá sofrer forte alta.

Gráfico BBAS3: longo prazo

Elaboração: Alexandre Milen, até 26/4

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Rodrigo Petry

Coordenador de Projetos Editoriais. Atuou como editor de mercados e investimentos no InfoMoney, liderando o Ao Vivo da Bolsa e o IM Trader. Antes, foi editor-chefe do portal euqueroinvestir, repórter do Broadcast (Grupo Estado) e revista Capital Aberto. Também foi Gestor de Relações com a Mídia do ex-Grupo Máquina e assessor parlamentar.