Destaques da Bolsa

Ações da Petrobras saltam quase 5%, Vale avança 3% e bancos sobem forte; IRB e frigoríficos fecham em queda

Confira os destaques da B3 na sessão desta terça-feira (1)

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Plataforma da Petrobras na Baia da Guanabara, no Rio de Janeiro
(Mario Tama/Getty Images)

SÃO PAULO – O Ibovespa teve ganhos praticamente generalizados na sessão desta terça-feira (1), seguindo os dias de forte volatilidade do índice, com os investidores monitorando principalmente o noticiário político nacional. Por aqui, o aceno de Jair Bolsonaro para a agenda reformista com o anúncio de que vai enviar a reforma administrativa ao Congresso na quinta-feira (3) ajudou a reforçar o maior ânimo, levando o dólar a registrar uma forte queda (de 1,75%, a R$ 5,385 na venda) e animando o índice de ações.

Apenas as ações de frigoríficos, como Marfrig (MRFG3, R$ 17,20, -3,37%),  Minerva (BEEF3, R$ 12,91, -1,38%) e JBS (JBSS3, R$ 22,30, -0,62%) registraram queda mais expressiva na sessão dentro do índice, assim como as ações do IRB (IRBR3, R$ 6,97, -2,24%) que, por mais uma vez, divulgou números trimestrais que não agradaram os investidores na noite da última sexta-feira (veja mais clicando aqui). Apenas 8 papéis do Ibovespa tiveram variação negativa no pregão.

Nesta sessão, foram divulgados os números do PIB do Brasil do segundo trimestre, com retração de 9,7% na base de comparação trimestral, pior do que o esperado pelos economistas (segundo consenso Bloomberg). Contudo, a perspectiva de retomada associada ao cenário mais positivo para as reformas acabou beneficiando no pregão ações de empresas que sofreram bastante no auge dos temores com a pandemia, caso da Cia. Hering (HGTX3, R$ 19,94, +9,02%) e companhias do setor de shoppings como Multiplan (MULT3, R$ 22,07, +6%) e Iguatemi (IGTA3, R$ 34,80, +5,58%)

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Blue chips como bancos – caso de Itaú (ITUB4, R$ 24,34, +3,42%) , Santander Brasil (SANB11, R$ 29,20, +3,25%), Banco do Brasil (BBAS3, R$ 33,21, +1,72%) e Bradesco (BBDC3, R$ 19,62, +3,10%;BBDC4, R$ 21,16, +2,03%) também viram as suas ações em alta expressiva.

Os papéis de Petrobras (PETR3, R$ 23,36, +4,66%;PETR4, R$ 22,87, +4,48%), que caíram forte na véspera, também registraram ganhos, superiores a 4%. O contrato do WTI para outubro fechou em alta de 0,35%, a US$ 42,76 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para novembro subiu 0,66%, a US$ 45,58 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), na esteira de dados da China e dos EUA.

O IHS Markit e a Caixin Media informaram que o PMI industrial da China subiu de 52,8 em julho para 53,1 em agosto, o que representa o melhor resultado mensal do indicador desde janeiro de 2011. Nos EUA, o mesmo dado subiu de 50,9 para 53,3 no intervalo e, após a divulgação, o petróleo chegou a registrar altas acima dos 1,50%.

A Vale (VALE3, R$ 61,76, +3,49%) também teve fortes ganhos; na tarde desta terça, o rating da mineradora foi elevado pela Fitch de BBB- para BBB.

O mercado ainda repercutiu os balanços divulgados na véspera pela Lojas Renner (LREN3, R$ 45,47, +4,60%), que registrou um lucro líquido de R$ 818,1 milhões no segundo trimestre, alta de 254,5% na comparação anual. O resultado foi impulsionado pelo reconhecimento de R$ 1 bilhão referente a um crédito fiscal. Os números foram considerados fracos em meio ao trimestre mais agudo da pandemia, mas o sinal de retomada dá impulso para os papéis, que sobem até 5%,  também levando em conta que outras ações do setor registraram ganhos nesta sessão em meio ao otimismo praticamente generalizado nesta sessão.

Os papéis da Gol (GOLL4, R$ 18,82, +5,20%) também subiram forte: a aérea informou que cumpriu suas obrigações de pagamento do Term Loan B contratado em agosto de 2015, no valor de US$ 300 milhões.

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A unit da Sanepar (SAPR11, R$ 27,01, +0,97%), por sua vez, chegou a ter a sua negociação interrompida por volta das 15h20 (horário de Brasília) na iminência de um fato relevante, com a confirmação posterior de que a agência reguladora do Paraná suspendeu a aplicação do reajuste tarifário de 9,6299%; no último dia 27, o governo estadual havia pedido a suspensão, fazendo as ações caírem mais de 6% (veja mais clicando aqui). A unit da companhia de saneamento voltou a negociar próxima à estabilidade por volta das 16h, fechando em leve alta. Confira os destaques:

Maiores altas

AtivoVariação %Valor (R$)
HGTX39.0213219.94
HAPV36.5811868.99
UGPA36.2242820.65
MULT36.0038422.07
IGTA35.5825234.8

Maiores baixas

AtivoVariação %Valor (R$)
MRFG3-3.3707917.2
IRBR3-2.244046.97
CSAN3-1.8738781.69
BEEF3-1.375112.91
JBSS3-0.6238922.3

Vale (VALE3, R$ 61,76, +3,49%)

A Fitch Ratings elevou o rating da mineradora Vale de BBB- para BBB, com perspectiva estável, segundo comunicado divulgado pela agência de classificação de risco nesta terça-feira (1).

A Fitch destacou que a elevação de rating é reflexo dos passos adotados pela Vale nos últimos 18 meses que reduziram o risco de rompimento de barragens e implicações sobre o meio ambiente e pessoas em comunidades nos arredores caso ocorressem. A perspectiva para o rating  é estável.

A elevação do rating também levou em consideração a alavancagem extremamente baixa e o fluxo de caixa livre robusto, o que faz com que a empresa possa enfrentar qualquer reviravolta acentuada
nos preços do minério de ferro para baixo, destacou a nota.

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Lojas Renner (LREN3, R$ 45,47, +4,60%)

O mercado repercute hoje os resultados da Lojas Renner. A empresa registrou um lucro líquido de R$ 818,1 milhões no segundo trimestre, alta de 254,5% na comparação anual.

O resultado foi impulsionado pelo reconhecimento de R$ 1 bilhão referente a um crédito fiscal. A receita líquida das vendas de mercadorias somou R$ 539,6 milhões, queda de 73,3%. O Ebitda total ajustado foi de R$ 508,1 milhões, avanço de 16,6%.

O resultado de produtos financeiros foi de R$ 52,8 milhões, ante os R$ 91,1 milhões apresentados no mesmo período do ano passado. Com o fechamento das lojas físicas em março, as vendas online cresceram 121,8% no segundo trimestre. A empresa iniciou a reabertura de lojas físicas em 24 de abril, e tinha 69% das unidades operando no final do trimestre. Em agosto, 100% das lojas estavam abertas.

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O Morgan Stanley avaliou que a reabertura de 100% das lojas da empresa é um marco importante para a empresa. As vendas ficaram ligeiramente abaixo do esperado pelo banco, mas sem surpresas significativas. As vendas mesmas lojas caíram 74%, enquanto o banco esperava queda de 70%. O consenso de mercado era de um recuo de 72%.

O banco manteve a recomendação overweight (exposição acima da média) para a companhia. Em sua visão, o potencial das ações e a história de crescimento da empresa seguem intactos.

Além disso, a Renner pode emergir da crise mais forte do que os concorrentes de menor porte, acrescentou o Morgan Stanley. “A Renner reiterou a meta de lojas para 2025, sinalizando que o crescimento de médio prazo permanece”, destacou. Uma recuperação completa das vendas, no entanto, deve levar vários trimestres.

Segundo o Credit Suisse, o resultado do segundo trimestre ficou abaixo do esperado pelo banco, mas traz boas sinalizações para o terceiro trimestre. Um dos dados positivos foi o volume de vendas nos últimos dias.

Para o Credit, o balanço não deve ter tanto impacto negativo sobre as ações porque a recuperação das vendas parece mais forte do que o previsto. “Se o movimento for consistente, poderá gerar revisões positivas para as previsões de resultados da companhia.”

Gol (GOLL4, R$ 18,82, +5,20%)

A Gol informou que cumpriu suas obrigações de pagamento do Term Loan B contratado em agosto de 2015, no valor de US$ 300 milhões.O prazo médio da dívida de longo prazo da Gol após a amortização do Term Loan, excluindo arrendamentos de aeronaves e os bônus perpétuos, é de aproximadamente quatro anos.

Em comunicado, Richard Lark, Diretor vice-presidente financeiro da empresa, destacou que a Gol não tem vencimentos significativos de dívida até 2024. “Isso é um reflexo do compromisso da companhia para fortalecer seu balanço patrimonial nos últimos quatro anos”, declarou.

A companhia encerrou agosto com aproximadamente R$ 5,7 bilhões de liquidez total incluindo depósitos e ativos não onerados, com aproximadamente R$ 2,1 bilhões de liquidez em caixa e recebíveis após o pagamento integral do Term Loan.

Linx (LINX3, R$ 37,15, +4,41%) e Stone

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A Linx assinou nesta terça-feira novos termos de acordo vinculante com a StoneCo para unir a área de software da empresa de meios de pagamentos com a produtora de softwares de gestão.

A contraprestação oferecida pela Stone aos acionistas da Linx foi elevada – se aprovada a operação, os acionistas da Linx receberão por cada ação uma parcela em dinheiro de R$ 31,56 e 0,0126774 ação classe A de StoneCo. Com base na cotação de fechamento da véspera, essa relação de troca corresponde a um valor por ação da Linx de R$ 35,10.

O valor da multa compensatória para as hipóteses previstas no acordo foi reduzida para R$ 453,75 milhões e também houve redução da multa compensatória devida em caso de não aprovação da operação Stone pelos acionistas da Linx em Assembleia Geral para R$ 112,5 milhões.

A StoneCo e os fundadores da Linx também renegociaram os termos dos acordos de não competição e de não aliciamento envolvendo os acionistas fundadores da fabricante de software e da proposta de contrato de prestação de serviços envolvendo o presidente da Linx.

Em nota a clientes, a equipe de análise do Credit Suisse considerou que a proposta ajustada, agora financeiramente superior à da Totvs, ainda é boa para a StoneCo.

Sobre a proposta apresentada pela Totvs ,os membros independentes do conselho de administração informaram à Linx que representantes das empresas têm discutido detalhamento e que, entre os pontos prevê a disponibilização pela Totvs das minutas propostas e definição do cronograma e das condições negociais.

CVC (CVCB3, R$ 18,70, +2,19%)

A CVC encerrou o último ano com prejuízo de R$ 1,9 milhão e receita líquida de R$ 1,71 bilhão. Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 47,4 milhões no ano. As informações constam em documentos apresentados pela companhia em seu site, auditados após a apuração de distorções contábeis nos resultados.

Braskem (BRKM5, R$ 21,50, +0,99%)

A petroquímica Braskem informou na segunda-feira ter tomado conhecimento da existência de uma ação coletiva (“class action”) proposta na Corte Federal do distrito de New Jersey, nos Estados Unidos. O autor da ação, informa a Braskem, representa uma classe de investidores que adquiriram certos valores mobiliários da companhia, entre 6 de maio de 2016 e 8 de julho de 2020.

“A ação coletiva alega supostas violações do U.S. Securities Exchange Act of 1934 e suas regras, em decorrência de omissões ou de divulgações feitas pela companhia no contexto do evento geológico de Alagoas e assuntos correlatos”, diz a empresa, em fato relevante. “A companhia contratou escritório americano especializado para representá-la neste processo, que se encontra em estágio inicial”.

O caso se refere ao afundamento do solo em quatro bairros de Maceió (AL), que foi relacionado à mineração de sal-gema da Braskem.

TIM Participações (TIMP3, R$ 15,00, =4,75%)

Em Assembleias Gerais Extraordinárias (AGEs) realizadas nesta segunda-feira os acionistas da TIM aprovaram a incorporação da TIM Participações pela TIM S.A., desde que aprovada a listagem da segunda no segmento Novo Mercado da B3. Quando esta condição for satisfeita, a TIM Participações será extinta.

Os acionistas poderão exercer direito de recesso em até 30 dias após a divulgação da ata das assembleias. Quem exercer este direito, receberá um reembolso de R$ 9,33 por ação da TIM, desde que seja titular dos papéis ininterruptamente desde o dia 29 de julho.

Bradesco (BBDC3, R$ 19,62, +3,10%;BBDC4, R$ 21,16, +2,03%)

O Bradesco firmou uma parceria com o banco J.P. Morgan para viabilizar a potencial transferência de clientes de Private Banking do J.P.Morgan que optarem por migrar para o Bradesco. O acordo de indicação foi firmado devido à saída do banco estrangeiro deste segmento de atuação no mercado brasileiro.

Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários, o Bradesco é o segundo maior player no segmento de private banking no Brasil, com mais de R$ 300 bilhões de ativos sob gestão, acima de 15 mil clientes e cerca de 450 funcionários dedicados.

IMC (MEAL3, R$ 3,80, +2,70%)

A IMC teve um prejuízo de R$ 382,8 milhões no segundo trimestre, revertendo um lucro de R$ 700 mil registrado um ano antes. Segundo a companhia, isso ocorreu devido a uma baixa contábil sem efeito caixa, causada pelo ágio gerado nas aquisições das operações do Viena, Batata Inglesa e Aeroportos no Brasil.

Segundo a empresa, o valor recuperável destes ativos diminuiu, devido ao encerramento definitivo de lojas e à mudança nas perspectivas destes negócios, além da mudança na taxa de desconto do cálculo, no valor de R$ 324 milhões. A companhia citou ainda despesas e provisões para perdas como reflexo da pandemia no montante total de R$ 65,6 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, despesas, amortização e depreciação) Ajustado ficou negativo em R$ 27 milhões, ante um resultado positivo de R$ 59,4 milhões no ano passado. A receita líquida somou R$ 150,6 milhões, queda de 62,5%.

Technos (TECN3, R$ 1,10, -2,65%)

O grupo Technos teve prejuízo de R$ 17,3 milhões no segundo trimestre de 2020, resultado melhor do que o prejuízo de R$ 36,5 milhões registrado no mesmo período de 2019. O Ebtida Ajustado ficou negativo em R$ 16,4 milhões, ante um Ebitda positivo de R$ 2 milhões um ano antes.

Já a receita líquida foi de R$ 17,8 milhões, queda de 76,4% na comparação anual. O volume de relógios vendidos pela empresa caiu 79,1% para 130 mil unidades, enquanto o preço médio por relógio subiu 18,1%.

Pague Menos (PGMN3)

A Pague Menos precificou ontem sua oferta inicial de ações (IPO). A empresa teve que reduzir o piso da faixa indicativa de preço para R$ 8,50. Inicialmente, a faixa era de R$ 10,22 a R$ 12,54.

Lavvi (LAVV3)

A Lavvi, subsidiária da Cyrela com foco em projetos residenciais de alto padrão, fixou o preço da sua oferta de ações em R$ 9,50. O valor ficou abaixo da faixa indicativa de R$ 11 a R$ 14,50. A operação é coordenada pelo BTG Pactual.

GPA (PCAR3, R$ 64,67, +1,83%)

O GPA informou a venda 11 imóveis para fundos imobiliários da TRX Gestora de Recursos, no valor R$ 233,64 milhões. A operação inclui 9 lojas da bandeira Pão de Açúcar e 2 lojas da bandeira Mercado Extra.

A operação marca a venda de 39 imóveis, dentro de um plano de venda de 43 imóveis. O valor movimentado até o momento é de R$ 1,18 bilhão. Segundo a empresa, o objetivo das vendas é reduzir a sua alavancagem de financiar oportunidades de crescimento, com destaque para a expansão da bandeira Assaí.

Oi (OIBR3, R$ 1,78, +4,71%;OIBR4, R$ 2,47, +3,78%)

A Oi está procurando investidores interessados em negócio de TV paga. Segundo comunicado divulgado ontem, a companhia disse que iniciou a prospecção de investidores interessados na aquisição de seu negócio de TV por assinatura, contemplando toda a infraestrutura para a prestação de serviço pela tecnologia DTH.

Segundo a companhia, que está em recuperação judicial, a operação contemplará a transferência dos ativos e passivos. O BTG Pactual é o assessor financeiro na sondagem de mercado.

BR Distribuidora (BRDT3, R$ 22,20, +4,03%)

A BR Distribuidora informou ontem que recebeu R$ 34,8 milhões em dívida da Eletrobras. O pagamento foi correspondente à 28ª parcela. Segundo a empresa, já foram pagos R$ 4,5 bilhões.

Azul (AZUL4, R$ 22,91, +3,15%)

A Azul prevê uma média de queima de caixa diário de R$ 3 milhões para o segundo semestre de 2020. Segundo a empresa, esta estimativa de consumo de caixa considera entradas de caixa proveniente das vendas, todas as negociações de despesas operacionais, e inclui pagamentos de arrendamento e de juros.

Além disso, a empresa estima um pagamento referente a arrendamentos operacionais de aproximadamente R$ 471 milhões no mesmo período. No mesmo comunicado, a empresa disse que espera alcançar 60% da sua capacidade pré-Covid em dezembro de 2020.

BTG (BPAC11, R$ 83,86, +4,39%)

O BTG Pactual comprou 42 milhões de ações preferenciais do Banco Pan, passando a deter 206,3 milhões de ações preferenciais da empresa. Isso representa 37,69% do total de ações PN do banco. Considerando também as ações ordinárias, o BTG Pactual passa a ser detentor de 44,85% do capital social total da companhia.

Hypera (HYPE3, R$ 32,16, +1,61%)

A Hypera informou que concluiu a aquisição dos ativos referentes à família de produtos Buscopan e Buscofem. A operação foi anunciada em dezembro do ano passado.

Segundo a empresa, a compra está alinhada com a estratégia de fortalecer sua presença no mercado de produtos isentos de prescrição (OTC) com marcas consagradas e de alto potencial de crescimento no mercado farmacêutico brasileiro.

Copel (CPLE6, R$ 61,60, +1,37%)

O conselho de administração da Copel foi informado sobre o resultado das investigações internas realizadas por um comitê criado para apurar possíveis irregularidades na Copel Telecomunicações entre 2015 e 2018.

De acordo com a empresa, não foram identificadas evidências de fraude contábil ou erro intencional, nem de recebimento ou pagamento de vantagens indevidas envolvendo seus colaboradores. Com isso, as demonstrações contábeis da empresa não devem ser afetadas de forma relevante.

Segundo a Copel, a empresa está colocando em prática um plano de ação, com o objetivo de continuar fortalecendo a governança corporativa e adequar os sistemas, processos e controles na Copel Telecom.

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