Fundos de ações: guia completo para investir bem

Os fundos de ações são uma opção para quem deseja diversificar e investir em renda variável. Entenda como funcionam e como encontrar a melhor opção para a sua carteira

Fundos de Ações
(Imagem: Shutterstock)

Investir em um fundos de ações é uma maneira um pouco mais simples de apostar na bolsa de valores, sem ter de operar diretamente no pregão. Mais simples porque quem toma as decisões de que papéis comprar ou vender não é o investidor, e sim um gestor profissional. Para o investidor, basta separar o dinheiro – que não precisa ser muito – e aplicar.

Por isso, os fundos de ações costumam ser uma alternativa indicada para quem está em busca de uma rentabilidade maior que a dos tradicionais investimentos em renda fixa. Se a caderneta de poupança só está trazendo decepções para você, que tal dar uma chance para uma dessas carteiras?

Se o problema ainda são as dúvidas sobre esse produto financeiro, não se preocupe. Foi pensando nisso que o InfoMoney preparou este guia com um roteiro completo para quem quer começar. Aqui, você vai entender o funcionamento dos fundos de ações e também identificar se eles são adequados ao seu perfil de investidor. Aproveite!

1. O que são fundos de ações?
2. Como funcionam?
3. Tipos de fundos
4. Vantagens e desvantagens
5. Quando vale a pena investir em fundos de ações?
6. É melhor investir em fundos de ações ou comprar ações diretamente?
7. Como escolher e investir

O que são fundos de ações?

Como o nome revela, fundos de ações têm como objetivo investir no mercado acionário. Por definição, devem aplicar no mínimo 67% – ou dois terços – do seu patrimônio em ações negociadas em mercados organizados, como bolsas de valores, ou em outros ativos relacionados a esse segmento.

É o caso de bônus ou recibos de subscrição, certificados de depósito de ações, cotas de outros fundos de ações, cotas de fundos de índice de ações e ainda BDRs (recibos emitidos no Brasil que representam ações negociadas no exterior). O terço restante do patrimônio líquido pode ser investido em outros tipos de ativos financeiros.

Um detalhe é que, se estiver previsto no regulamento, não é preciso que sigam os limites de concentração por emissor que valem para os fundos em geral. Normalmente, é permitido aos fundos investir no máximo 20% do patrimônio em ativos emitidos por uma mesma instituição financeira. No caso de empresas de capital aberto e outros fundos, o limite é de até 10% do patrimônio, e de 5% para os demais emissores.

No caso das carteiras focadas em ações, é possível ultrapassar esses percentuais. Para isso, elas precisam informar – no termo de adesão e ciência de risco – que que podem estar expostas a uma concentração significativa em ativos financeiros de poucos emissores. Esse é o documento que os investidores assinam para formalizar sua participação em um fundo. É importante que o termo explicite os riscos envolvidos.

Como funcionam os fundos de ações

Assim como outros tipos de fundos, os de ações também são um investimento coletivo, em que os recursos de vários investidores são aplicados em conjunto no mercado acionário. Os ganhos são divididos entre os participantes, na proporção do valor depositado por cada um.

A soma do dinheiro dos investidores compõe o patrimônio do fundo, que é aplicado por um gestor profissional. Ele decide o que fazer com os recursos segundo políticas predefinidas. Quando as aplicações têm resultado positivo, as cotas do fundo (menor fração do patrimônio) valorizam. O contrário acontece quando o desempenho é ruim.

Rendimento

Por investirem em ações negociadas na bolsa de valores, o seu rendimento acompanha o desempenho delas no dia a dia. É comum que sigam algum índice de referência do mercado acionário – portanto, para saber se o fundo está indo bem ou mal, é importante comparar a rentabilidade dele com a do índice.

Uma característica dos fundos de ações é a volatilidade. As variações do valor das cotas podem acontecer de maneira brusca, conforme os preços das ações mudam no mercado.

Custos

As taxas cobradas nos fundos de ações servem para remunerar instituições como o administrador e o gestor. É necessário avaliá-las criteriosamente ao escolher uma aplicação. Se forem muito elevadas, elas podem causar impacto sobre a rentabilidade líquida do investimento.

Em todos os fundos existe uma taxa de administração, que incide sobre o patrimônio mantido pelo investidor. Essa taxa é divulgada como um percentual anual, mas a cobrança não ocorre uma só vez por ano – e sim diariamente, de maneira proporcional.

Outra taxa que pode existir nos fundos de gestão ativa é a taxa de performance, uma remuneração baseada no resultado. Equivale a um bônus cobrado pelo administrador por ter conseguido entregar ao investidor uma rentabilidade superior à de um referencial previamente combinado – que, no caso dos fundos de ações, normalmente é o Ibovespa, principal índice acionário do Brasil.

Tributação

Incidem alguns impostos sobre as aplicações em fundos de ações. São dois: Imposto de Renda e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

O Imposto de Renda recai sobre a rentabilidade. Se durante um ano um fundo rendeu 10%, é sobre esse valor que se aplica o imposto. A alíquota é de 15%, cobrada na fonte. Já o IOF incide sobre o rendimento apenas nos resgates feitos em um período inferior a 30 dias a partir da aplicação. A alíquota pode variar de 96% a 0%, dependendo do prazo.

Ao contrário dos fundos de renda fixa e multimercados, em que a cobrança de Imposto de Renda é semestral (por meio de um sistema conhecido como “come-cotas), nos fundos de ações ela só acontece no momento do resgate das cotas.

Benchmark

Para que você tenha uma ideia mais clara dos objetivos dos fundos que estiver analisando, vale a pena conferir qual é o seu benchmark. Trata-se de um parâmetro usado como referência para a performance da carteira. Fundos de ações, por exemplo, podem ter o Ibovespa como benchmark. Significa que o gestor vai procurar comprar e vender papéis de modo que a rentabilidade do fundo siga de perto ou supere a do Ibovespa em um determinado período.

Já os fundos de renda fixa adotarão como benchmark indicadores de referência relacionados a este mercado – como é o caso da taxa do CDI. Fundos multimercados estabelecem os seus benchmarks de acordo com sua política de investimento. Podem adotar o Ibovespa, o CDI ou outros índices.

Gestão ativa e passiva

Os fundos normalmente são classificados em dois grandes grupos, de acordo com a maneira como o gestor escolhe as ações da carteira. Eles podem ser considerados de “gestão ativa” ou de “gestão passiva”.

Fundos de ações de gestão ativa são os que buscam superar o desempenho de um índice de referência ou obter um certo nível de retorno absoluto. Por isso, são chamados de ativos – porque não basta comprar as ações e esperar o tempo passar. Para conseguir superar o benchmark, será preciso traçar estratégias específicas e realizar várias operações.

Já os fundos de gestão passiva têm como objetivo acompanhar a rentabilidade do benchmark – que pode ser tanto um índice (como o Ibovespa ou o IBr-X, por exemplo) quanto uma ação específica. Fundos de ações da Vale ou da Petrobras, que ainda são comuns no mercado, compram papéis apenas dessas empresas com a intenção de meramente replicar a sua performance.

Por causa dessas diferenças, o custo de investir nos fundos também muda. Nos fundos de gestão passiva, o trabalho do gestor é principalmente operacional – e, por isso, as taxas de administração costumam ser mais baixas. Já nos fundos de gestão ativa, que demandam um trabalho de análise minucioso e equipes maiores, as taxas são mais altas e podem ser cobradas ainda taxas de performance.

Tipos de fundo de ações

Dentro deste grande grupo de fundos há uma enorme variedade de carteiras. Mesmo tendo em comum o fato de aplicarem no mercado acionário, elas podem apresentar desempenhos completamente diferentes em função da estratégia específica que seguem.

Para facilitar a compreensão pelos investidores, a Anbima agrupa os fundos de ações em categorias que refletem as principais estratégias adotadas por eles. Aqui você confere as mais conhecidas:

Fundos de dividendos

Fundos de dividendos são os que buscam investir em ações de empresas com um histórico consistente de distribuição de dividendos. É chamada assim a parcela do lucro que as companhias distribuem aos seus acionistas. Historicamente, setores como o elétrico e o de utilities (serviços públicos) costumam apresentar dividend yield – taxa de retorno com proventos – elevado.

Small caps

Para serem considerados fundos de small caps, as carteiras devem investir, no mínimo, 85% do patrimônio em ações de empresas com baixa capitalização de mercado. De acordo com a classificação da Anbima, são considerados small caps os papéis que não estiverem entre as 25 maiores participações do IBrX (Índice Brasil), um dos índices de ações da B3.

Os 15% restantes do patrimônio podem ser investidos em ações de maior liquidez ou capitalização de mercado, desde que não sejam uma das dez ações mais representativas do IBrX.

Fundos de small caps costumam ser mais voláteis porque essas ações têm menor liquidez no pregão. Como não são negociadas tão amplamente quanto os grandes papéis, sobressaltos nas suas cotações são mais frequentes.

Fundos setoriais

Fundos de ações de empresas de infraestrutura, de varejo, da indústria… Todos esses são exemplos de fundos setoriais, que investem em companhias de um mesmo setor ou conjunto de setores afins da economia. Para adotarem essa estratégia, é preciso que explicitem em suas políticas de investimento os critérios de escolha dos setores, subsetores ou segmentos elegíveis para as aplicações.

Investimento no exterior

Seguindo alguns limites, é permitido que os fundos, em geral, apliquem em ativos fora do Brasil. Mas seu nome precisa levar a inscrição “investimento no exterior” no caso de aplicarem mais de 40% do patrimônio líquido em outros países. Essa regra vale também para os fundos de ações, que admitem alavancagem.

Fundos específicos

São chamados de específicos os fundos que adotam estratégias de investimento ou possuam alguma característica específica.

Entre os exemplos mais comuns deles estão os fundos fechados (em que a entrada de investidores só é permitida em períodos estabelecidos e as cotas podem ser resgatadas apenas ao fim do prazo do fundo), os fundos de ações FMP-FGTS (que possibilitam investir os recursos do FGTS em ações de estatais) e os fundos de mono ação (que investem em ações de apenas uma empresa).

Fundos livres

Ao contrário dos outros tipos, os fundos não possuem o compromisso de concentrar os investimentos em uma estratégia específica. Eles podem aplicar em qualquer ativo, desde que os detalhes sejam especificados no regulamento.

Vantagens e desvantagens

Uma das principais vantagens de investir em fundos de ações é contar com a gestão de um profissional especializado, que decide sobre os investimentos a partir de uma série de critérios e análises. É muito difícil para um pequeno investidor fazer isso por conta própria.

Por outro lado, investidores que já conheçam o mercado não têm a possibilidade de interferir nas decisões ou escolher as ações que serão negociadas, porque tudo isso é papel único e exclusivo do gestor.

Os fundos de ações também permitem diversificar os investimentos mesmo sem ter muito dinheiro. Isso porque as carteiras costumam estar divididas em vários ativos, e não concentradas – a menos que a estratégia do fundo seja exatamente aplicar em poucas ações.

Quando vale a pena investir em fundos de ações?

Cansou do rendimento cada vez mais baixo das aplicações de renda fixa? Está disposto a encarar um pouco mais de risco para obter um ganho maior? Ainda falta aprender sobre o mercado antes de se sentir seguro para entrar sozinho na bolsa? Os fundos de ações podem ajudar você nessa jornada como investidor.

Em geral, os especialistas em finanças pessoais sugerem que os investidores diversifiquem as aplicações em diferentes categorias de produtos – entre elas, a renda variável e os fundos de ações.

Existem vários métodos para definir que parcela do patrimônio deve ser direcionada a eles. Um deles é a chamada “regra dos 100”. Ela parte do princípio que investimentos de risco, como os fundos de ações, são ideais para prazos longos, enquanto os conservadores (como a renda fixa) são válidos para períodos curtos.

O investidor deve deduzir sua idade do número 100. O resultado dá uma ideia de quanto do patrimônio deveria ser direcionado a investimentos de risco. Alguém aos 30 anos, portanto, poderia destinar 70% do patrimônio para aplicações desse tipo. Já alguém aos 60 anos deveria reduzir essa parcela para 40%.

Essa é uma referência bastante considerada em mercados maduros, como o americano, em que a população está habituada com a bolsa de valores. No Brasil, pode ser considerada arriscada.

O que é melhor: investir em fundos ou comprar ações diretamente?

O número de investidores que compram ações no pregão da B3 não para de crescer. Então porque optar pelos fundos, e não pela aplicação diretamente nos papéis?

Qualquer uma das duas opções pode ser interessante para quem quer apostar no mercado acionário. Considere alguns aspectos para então fazer a sua escolha:

• Os fundos facilitam o investimento, pois o gestor e o administrador se responsabilizam por todo o processo da compra em si das ações. Você não precisará se preocupar nem com a escolha dos papéis, nem com os procedimentos de liquidação das operações.

• A tributação também é mais simples nos fundos de ações. O Imposto de Renda é cobrado apenas na hora do resgate das cotas. Já quem aplica diretamente na Bolsa precisa calcular mensalmente quanto deve ao fisco, além de emitir e quitar um Darf (documento de arrecadação de receitas federais).

• Dependendo do valor, pode ser mais barato investir diretamente em ações do que via fundos. As corretoras podem ter taxa de corretagem e de custódia, e a Bolsa cobra emolumentos nas operações. Mas não são raras as casas que isentam os investidores de custódia e fazem pacotes de corretagem com preços competitivos. Já os fundos têm taxa de administração e, em alguns casos, de performance que podem abocanhar uma parcela considerável do rendimento da aplicação.

• Quem tem experiência com o mercado de capitais e volumes elevados de recursos para investir pode se sentir mais confortável tomando as próprias decisões na bolsa. Nesse caso, o investimento direto também faz mais sentido do que via fundos, em que o investidor não tem ingerência sobre as decisões do gestor.

Como escolher e encontrar o melhor fundo

Se todas as informações até agora começaram a despertar em você a vontade de investir em fundos de ações, confira aqui alguns aspectos importantes antes de tomar uma decisão:

Risco

Se você está com vontade de investir em fundos de ações, comece avaliando sua tolerância a risco. Essas carteiras, por serem focadas em renda variável, podem apresentar um grau elevado de volatilidade. Significa que a variação do valor da cota pode ser grande e rápida.

Exatamente por esse motivo, o potencial de retorno com um fundo de ações costuma ser considerado alto. Por isso, o balanço entre o risco e a chance de ganho deve ser considerado pelos investidores.

Comece respondendo, para si mesmo, perguntas como qual seu patamar de conhecimento sobre os fundos que estão no seu radar ou quanto tempo teria disponível para estudar sobre eles. Avalie também seu possível comportamento diante da volatilidade dos investimentos. Qual seria sua reação se o valor das suas cotas subisse ou caísse 5% em poucos dias?

Aplicação mínima

Vale a pena verificar também qual é a aplicação inicial dos fundos de ações que você estiver avaliando – ou seja, o valor mínimo que o investidor deve aportar na primeira vez que aplica. Esse valor varia muito de acordo com o nível de sofisticação e o risco da carteira.

Fundos de ações voltados para investidores de varejo costumam exigir aplicações iniciais muito baixas. Em geral, é possível entrar em um deles com valores a partir de R$ 500. Já as carteiras mais sofisticadas podem exigir um valor inicial elevado – de até mais de R$ 50 mil.

Alguns fundos estabelecem também um valor mínimo para cada movimentação. Assim, novos aportes – depois do inicial – também devem obedecer uma faixa de corte.

Certos fundos de ações são voltados apenas para investidores chamados “qualificados”. Em geral, essas carteiras envolvem algum tipo de risco adicional – ou investem em ações mais voláteis, ou têm um prazo de resgate maior que o usual, entre outras possibilidades. Um investidor qualificado é:

• um investidor profissional;

• um investidor que tenha aplicações superiores a R$ 1 milhão e ateste a condição de investidor qualificado;

• um investidor que tenha sido aprovado em exames de qualificação técnica ou possua certificações aprovadas pela CVM (como a de agente autônomo de investimento, administrador de carteira, analista ou consultor de valores mobiliários);

• um clube de investimento que tenha a carteira gerida por cotistas que sejam considerados investidores qualificados.

Performance e rentabilidade

Os investidores costumam se interessar em conhecer o desempenho histórico dos fundos de ações. Ainda que a rentabilidade passada não represente uma garantia do retorno futuro, essa análise permite identificar como a carteira se comporta em períodos de mercado distintos. Assim, os possíveis altos e baixos da aplicação deixam de ser uma surpresa.

As informações sobre a rentabilidade ficam disponível nos sites da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da, além de serem repassadas diretamente pelos administradores dos fundos em documentos como a lâmina.

Liquidez

O prazo de resgate das cotas deve ser avaliado na escolha de um fundo de ações. Isso deve estar descrito no regulamento, especificando a data de conversão (quando o cálculo do valor das cotas será feito para o pagamento do resgate) e a data de pagamento (quando os recursos serão efetivamente disponibilizados ao investidor).

Para entender melhor, imagine um fundo com data de conversão em D+1. Significa que o cálculo do valor das cotas usado como referência para o pagamento ocorrerá um dia útil após o dia em que o resgate foi solicitado. Se o regulamento desse mesmo fundo especificar que a data de pagamento acontece em D+3, significa que o depósito do dinheiro será feito três dias úteis depois.

Dependendo da carteira, esse prazo pode ser ainda maior: D+10, D+30 ou até D+90. No caso dos fundos de ações, é comum que as carteiras que investem em small caps, por exemplo, tenham datas de conversão e pagamento mais estendidas. Isso porque esse tipo de ação costuma ter menos liquidez, levando mais tempo para ser negociada na bolsa.

Rating e avaliações

Uma boa referência para quem está procurando um fundo de ações para investir são avaliações externas – de casas de análise ou de especialistas – sobre as carteiras. Normalmente, são considerados fatores objetivos, como rentabilidade e nível de risco, para indicar quais são as melhores do mercado.

O rating de fundos elaborado pela Morningstar, casa de análise americana presente no Brasil desde 2012, é um exemplo. A empresa atribui até cinco estrelas a cada fundo avaliado, com o objetivo de ajudar os investidores a escolher em qual aplicar.

Três aspectos norteiam o rating da Morningstar: as taxas do fundo, a sua rentabilidade em comparação com o CDI e a volatilidade. Para que seja elegível a receber a classificação, a carteira precisa ter pelo menos 36 meses de histórico e um track record de cinco a dez anos. O rating é revisado mensalmente.

O InfoMoney também elabora um ranking outro anual de fundos, em parceria com o Ibmec, para proporcionar mais uma ferramenta de análise aos investidores. Quatro tipos são acompanhados regularmente: fundos de ações, multimercados, renda fixa e imobiliários. Dois aspectos, risco e retorno, são sempre avaliados para chegar à classificação final. Os dados podem ser vistos aqui.

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