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Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (06/08) em queda de 0,19%, aos 5.142 pontos. O dólar à vista caiu contrariando a valorização da moeda norte-americana no exterior. O movimento doméstico foi sustentado pela venda de dólares por exportadores, mesmo após o Copom reduzir a Selic para 14% ao ano sem indicar claramente seus próximos passos. No mercado externo, novas ameaças do Irã aos Estados Unidos elevaram a tensão no Oriente Médio e impulsionaram o dólar e o petróleo.
Para os traders de minidólar, a divergência entre o mercado brasileiro e o exterior exige atenção. Na B3, o contrato para setembro recuou com a indefinição sobre os juros no Brasil, as tensões geopolíticas e o fluxo de exportadores entre os principais vetores de volatilidade.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão com fluxo negativo. Embora tenha apresentado melhora ao longo do pregão e terminado acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o contrato ainda precisa confirmar a reação compradora para afastar o risco de continuidade da queda.
Para prolongar o movimento de baixa nesta sexta-feira, considero necessária a entrada de volume vendedor capaz de romper o suporte em 5.130/5.121 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a pressão vendedora e levar o contrato à região de 5.105/5.087 pontos. Em um movimento mais prolongado, o próximo objetivo estará em 5.071,5/5.054 pontos.
Em sentido contrário, uma recuperação dependerá da entrada de volume comprador e do rompimento da resistência em 5.145/5.166 pontos. Acima desse intervalo, o minidólar poderá avançar em direção a 5.181,5/5.187 pontos. Caso o fluxo comprador ganhe consistência, o alvo mais longo estará na faixa de 5.202/5.222 pontos.
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No gráfico diário, observo que o minidólar voltou a cair na última sessão e permanece negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém o contrato em uma região de indefinição e exige atenção aos próximos movimentos antes da confirmação de uma direção mais clara.
Para retomar a alta, o ativo precisará superar inicialmente a resistência em 5.187/5.255 pontos. O rompimento dessa região poderá abrir espaço para uma recuperação em direção a 5.303,5/5.377,5 pontos.
Por outro lado, a continuidade da baixa dependerá da perda do suporte em 5.087/5.016 pontos. Abaixo dessa faixa, o fluxo vendedor poderá ganhar força e conduzir o contrato à região de 4.946/4.910,5 pontos. O IFR (14) está em 46,84 pontos, permanecendo em zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
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Dólar futuro (WDOU26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar passou a negociar entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mostra equilíbrio no curto prazo e mantém o contrato dependente do rompimento das regiões mais próximas para definir seu próximo movimento.
Para retomar a alta, será necessária a entrada de volume comprador capaz de superar a faixa de 5.145/5.181,5 pontos. Acima dessa região, o contrato ainda encontrará resistência em 5.187,5 pontos e, na sequência, em 5.202/5.232,5 pontos. Caso os rompimentos sejam acompanhados por maior força compradora, os próximos objetivos estarão em 5.255 pontos e, no cenário mais longo, em 5.295 pontos.
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Para dar continuidade à baixa, acompanho a perda do suporte em 5.121/5.087 pontos. Abaixo desse intervalo, o fluxo vendedor poderá ser intensificado e conduzir o minidólar à região de 5.071/5.016 pontos, seguida do alvo mais distante em 4.988/4.962,5 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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