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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (05/08) em leve baixa de 0,06%, aos 178.230 pontos, após perderem força ao longo do pregão. O Ibovespa recuou 0,09%, aos 177.726,17 pontos, após superar os 180 mil pontos e perder força com o aumento do ruído político. As altas de Itaú, Gerdau e RD limitaram as perdas, enquanto Petrobras caiu. No exterior, Wall Street terminou mista, com novos recordes do Dow Jones e do S&P 500, em meio ao alívio nas tensões no Oriente Médio.
Para os traders de mini-índice, a repercussão do corte da Selic para 14% ao ano, a temporada de balanços e o desempenho de bancos, Petrobras e Vale devem concentrar os principais vetores de volatilidade.
Análise do gráfico de 15 minutos
Pelo gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com movimento negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. O contrato chegou a apresentar forte valorização, mas perdeu força gradualmente ao longo do pregão e terminou no campo negativo.
Para dar continuidade ao movimento de baixa, considero necessária a entrada de fluxo vendedor capaz de romper o suporte em 178.000/177.910 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a pressão vendedora e levar o mini-índice em direção a 177.410/176.985 pontos. Em uma extensão da queda, o alvo mais longo estará em 176.670/176.000 pontos.
No sentido contrário, a retomada do fluxo comprador dependerá da superação da resistência em 178.460/178.825 pontos. Confirmado o rompimento, o contrato poderá buscar 179.555/180.355 pontos. Acima dessa região, o objetivo mais longo estará em 181.185/181.930 pontos.
No gráfico diário, o mini-índice também encerrou a última sessão em queda. O contrato avançou no início do pregão, mas encontrou pressão vendedora e devolveu o movimento positivo. Apesar do recuo, permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos.
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Na minha avaliação, será importante acompanhar se o ativo encontrará força para recuperar a alta ou se dará continuidade ao fluxo negativo. O mini-índice continua inserido em um cenário de elevada volatilidade e movimentação mais lateral, o que recomenda cautela diante dos próximos movimentos.
Para retomar o fluxo de alta, o contrato precisará superar a resistência em 179.715/180.670 pontos. Acima dessa faixa, o objetivo inicial estará em 183.925/186.520 pontos.
Já a continuidade da baixa dependerá da perda dos suportes em 176.600/173.500/172.000 pontos. O rompimento dessas regiões poderá abrir caminho para 170.210/169.090 pontos. O IFR de 14 períodos está em 53,45 pontos, permanecendo em região neutra, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
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WINQ26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com movimento negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Esse posicionamento mantém o cenário técnico pressionado e torna as faixas mais próximas determinantes para a definição do próximo movimento.
Para retomar o fluxo comprador, será necessária a entrada de volume suficiente para superar a resistência em 178.815/180.720 pontos. Confirmado o rompimento, o contrato terá potencial para avançar em direção a 181.930/183.215 pontos e, posteriormente, buscar 183.925/185.145 pontos.
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Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa dependerá do rompimento do suporte em 178.000/177.410 pontos. Caso essa faixa seja perdida, o mini-índice poderá recuar em direção a 176.985/174.000 pontos. Em uma extensão da pressão vendedora, os alvos mais longos estarão em 173.500/172.430 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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