Ibovespa hoje
- Ibovespa sobe aos 176,7 mil; dólar comercial avança pouco e está em torno dos R$ 5,12, enquanto juros futuros (DIs) caem por toda a curva.
- IPCA-15: prévia da inflação sobe 0,06% em julho, abaixo do esperado pelo mercado.
- Nova crise em ações de chips: o que levou ao “sell-off” que fez Kospi desabar 11%.
Confira as últimas dos mercados
Conselho Curador do FGTS aprova distribuição de R$ 13,04 bilhões de lucro a cotistas
Trump cita conversas “positivas” sobre Irã e reitera ameaça de atacar alvos
Trump disse que gostaria de evitar atacar as pontes e usinas de energia do Irã.
Fleury (FLRY3) na máxima do dia, com mais 3,27%, a R$ 17,07
TIM (TIMS3) e Vivo (VIVT3): por que as ações são destaque de queda do Ibovespa após o balanço do 2T?
Ações registram queda em um dia positivo do mercado.
Caixa confirma repasse de R$ 13 bilhões de lucro do FGTS a trabalhadores
Repasse corresponde a 89% do resultado obtido pelo fundo no ano passado e será creditado automaticamente nas contas de quem tinha saldo em dezembro.
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) tem nova máxima do dia, com mais 0,20%, aos 3.806,65 pontos
Futuros de petróleo têm mais um dia de quedas amplas: WTI perde 2,75%, a US$ 80,34; e Brent desce 3,40%, a US$ 88,36
Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) sobem 0,20%, aos 3.805,86 pontos, nova máxima do dia
Rússia diz ter atacado pelo menos dois navios ucranianos no Mar Negro
As forças russas atacaram hoje pelo menos duas embarcações ucranianas, incluindo um graneleiro que transportava carga militar no Mar Negro e uma embarcação no porto de Mykolaiv, informou o Ministério da Defesa da Rússia. O ministério afirmou ainda ter atacado o próprio porto de Mykolaiv. “Como resultado dos ataques com munições de voo prolongado e drones de ataque, foram atingidas instalações de infraestrutura no complexo de transbordo do porto de Mykolaiv, utilizadas para o transporte e armazenamento de carga militar, bem como tanques de combustível e lubrificantes destinados ao abastecimento das Forças Armadas ucranianas”, disse o governo russo. “Além disso, no estreito (11 km a leste de Odessa), veículos aéreos não tripulados atingiram um navio de carga seca que estava transportando carga militar para os portos de Odessa e Chornomorsk”, acrescentou. A Rússia e a Ucrânia intensificaram as atividades militares no Mar Negro e no Mar de Azov e em suas imediações nas últimas semanas, com cada lado atacando dezenas de navios, incluindo petroleiros e navios de carga. (Reuters)
Ibovespa volta a reduzir ritmo de alta e fica abaixo dos 177 mil, com mais 0,79%, aos 176.714,57 pontos
Ibovespa: VAMO3 é a maior alta do dia até aqui; veja as demais
| Dia (%) | Valor (%) | |
| VAMO3 | 5,05 | 3,33 |
| YDUQ3 | 3,90 | 8,25 |
| MBRF3 | 3,84 | 16,50 |
| MGLU3 | 3,52 | 5,00 |
| VIVA3 | 3,32 | 22,74 |
Ibovespa: TIMS3 e VIVT3 são as maiores baixas, entre as poucas baixas do dia até aqui; veja a lista
| Dia (%) | Valor (%) | |
| TIMS3 | -7,07 | 19,98 |
| VIVT3 | -5,63 | 33,95 |
| CSNA3 | -1,93 | 5,60 |
| VALE3 | -0,67 | 75,18 |
| BRAP4 | -0,60 | 21,62 |
Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,1191 e venda a R$ 5,1197
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, acaba de chegar à Casa Branca, para encontro com Donald Trump
Setor de educação com altas confortáveis: ANIM3, +2,38%; COGN3, +0,93%; CSED3, +2,72%; SEER3, +1,38%; VTRU3, +1,13%; YDUQ3, +3,65%
IPCA-15 de julho: apesar do dado benigno, inflação deve seguir próxima do limite superior da meta, diz banco
“O resultado ajuda a compor um quadro mais benigno para a inflação”, resume o Bradesco. “Após a incorporação do choque do petróleo e de pressões pontuais sobre alimentos, os dados confirmam dissipação desses efeitos. A desaceleração dos núcleos indica que o efeito de segunda ordem do aumento do preço do petróleo não está sendo verificado nos dados”, segue o banco. “Apesar disso, com efeitos do El Niño começando a afetar os dados no segundo semestre, a inflação cheia deve seguir próxima do limite superior do intervalo da meta”.
CSN (CSNA3) vira para queda, com menos 0,53%, enquanto demais siderúrgicas seguem no positivo, com destaque para GGBR4, com mais 2,70%
Panorama dos mercados neste momento: Ibovespa sobe com IPCA-15, mas exterior tem preocupações
O Ibovespa opera em alta, apesar de tensão nas bolsas globais pela queda no setor de tecnologia. Os investidores avaliam uma desaceleração acima do esperado do IPCA-15 e aguardam a divulgação de dados de produção e venda da Petrobras (PETR4) após o fechamento do pregão. Pouco antes da abertura do pregão, o IBGE publicou os dados do IPCA-15, que subiu 0,06% em julho após avanço de 0,41% em junho. A desaceleração foi bem mais ampla do que o esperado e apoiada pela queda dos preços dos alimentos, com a taxa em 12 meses aproximando-se mais da meta de inflação, a uma semana da próxima decisão do Banco Central sobre a taxa de juros. “Para o mercado financeiro, o dado reforça a percepção de que o Banco Central ganhou mais espaço para seguir reduzindo a Selic de forma gradual. Ainda há desafios, principalmente na inflação de serviços e nas questões fiscais, mas esse resultado fortalece a expectativa de mais um corte de 0,25 ponto percentual na reunião de agosto do Copom”, disse Pablo Spyer, conselheiro da Ancord. O otimismo apoia quase todos os setores, enquanto os segmentos de minerais e de tecnologia recuavam em meio a um cenário exterior turbulento com a trégua dos ataques entre EUA e Irã no Oriente Médio e fortes quedas dos fabricantes de chips devido a preocupações com a concorrência chinesa e a continuidade dos investimentos em inteligência artificial. O mercado também avalia o aumento das chances de uma alta dos juros nos EUA nesta semana, quando o Federal Reserve anunciar sua decisão de política monetária. Os mercados precificavam uma probabilidade de cerca de 35% de que o Fed eleve os juros em 25 pontos-base na quarta-feira. (Reuters)
DXY: índice dólar em queda, com menos 0,08%, aos 101,46 pontos
Dólar comercial segue com alta leve: mais 0,15%, a R$ 5,120 na venda
Embraer (EMBJ3) volta ao positivo, em dia de oscilação, com mais 0,05%, a R$ 86,94
Setor de papel e celulose com altas consistentes: KLBN11, +3,56%; RANI3, +2,90%; SUZB3, +3,49%
Recuperações judiciais devem manter recorde nos próximos 12 a 24 meses, diz JiveMauá
Bruno Gomes, sócio e head da estratégia de distressed e special sits da JiveMauá, analisa o mercado de crédito privado e alerta para o aperto das empresas, que devem seguir com desafios no caixa nos próximos anos.
Russell 2000: índice de small caps nos EUA recua 0,64%
Principais índices em Nova York seguem mistos; veja cenário atual
- Dow Jones: +0,83% (na abertura: +0,66%)
- S&P 500: -0,29% (na abertura: -0,03%)
- Nasdaq: -1,34% (na abertura: -0,45%)
Ibovespa volta aos 177 mil, com mais 1,15%, aos 177.353,61 pontos
Petrobras renova mais uma vez as máximas do dia: PETR3 sobe 2,31% e PETR4 tem mais 1,63%
Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,1239 e venda a R$ 5,1245
EUA: confiança do consumidor pelo Conference Board (CB), em julho, fica em 90,8, abaixo dos 92,2 em junho (revisado de 91,2)
StoneX eleva estimativa de déficit global de açúcar para 1,7 mi t em 2026/27
O mercado global de açúcar deverá ter déficit de 1,7 milhão de toneladas em 2026/27 (outubro-setembro), ante déficit de 550 mil de toneladas na previsão anterior, estimou a consultoria e corretora StoneX. Segundo relatório da consultoria, o clima seco na União Europeia prejudica o desenvolvimento das áreas de beterraba na França e no Sul da Alemanha, principalmente. Além disso, chuvas na Índia e na Tailândia estão significativamente abaixo da normalidade até o momento, aumentando pessimismo para 2026/27. O cenário é “mais pessimista do que foi projetado em maio. A visão deficitária se mantém, mas com uma intensidade maior, uma vez que as condições na Europa pioraram nos últimos meses, e o mix açucareiro no Brasil foi revisado para baixo”, afirmou. De outro lado, a StoneX aumentou estimativa de superávit global de açúcar em 2025/26 de 2,3 milhões para 2,94 milhões de toneladas. (Reuters)
PRIO (PRIO3) renova máxima do dia, com mais 1,74%, a R$ 56,68
JPMorgan eleva recomendação para JBS, rebaixa Minerva (BEEF3) e mantém MBRF (MBRF3) como favorita
JPMorgan manteve os preços-alvo de US$ 18 para JBS, R$ 22 para MBRF e R$ 5,50 para Minerva.
TIMS3 e VIVT3), que divulgaram ontem seus balanços trimestrais, hoje caem 4,65% e 4,19%, respectivamente
Grandes bancos reduzem ritmos de alta, mas ganhos ainda são consistentes: BBAS3, +0,59%; BBDC4, +0,69%; ITUB4, +0,14%; SANB11, +0,66%
Petrobras renova máximas do dia, com mais 1,22% (PETR3) e mais 0,80% (PETR4)
Ibovespa reduz ainda mais o ritmo de alta e perde os 177 mil, com alta de 0,82%, aos 176.775,39 pontos
IPCA-15 de julho: diferença entre o índice cheio e seus núcleos ajuda a explicar porque o combate à inflação tem sido um desafio, diz economista
Claudia Moreno, economista do C6 Bank, sublinha que no acumulado em 12 meses, o IPCA-15 desacelerou de 4,80% para 4,52%, ligeiramente acima do limite do teto do intervalo de tolerância da meta. Os preços dos serviços subjacentes (grupo que exclui itens mais voláteis, como passagens aéreas) continuam rodando em níveis elevados, com alta de 5,1% nos 12 meses até julho. “Essa diferença entre o índice cheio e seus núcleos ajuda a explicar porque levar a inflação de volta para a meta segue sendo um desafio”, diz. Olhando à frente, “as incertezas em torno do conflito entre EUA e Irã já estão impactando os preços das commodities energéticas no mercado internacional. Subsídios e redução de impostos têm ajudado a conter parte desses efeitos sobre o Brasil, mas o mercado de trabalho aquecido e a perspectiva de uma desvalorização do real tendem a manter a inflação pressionada”, ela pondera, projetando que o IPCA encerre o ano em 5%, acima do teto da meta.
VXBR: índice de volatilidade da Bolsa brasileira abre com alta de 2,63%, aos 20,28 pontos
Embraer (EMBJ3) vira para queda, com menos 0,14%, a R$ 86,78
Principais índices em Nova York abrem dia de forma mista
Investidores em Wall Street observam as ações do setor de semicondutores, que caíram mais uma vez, especialmente no mercado asiático, se preparando para uma semana importante de balanços das megaempresas e para a decisão sobre as taxas de juros do Federal Reserve, amanhã. O cenário impõe cautela. “Nossa recomendação é de que não haja mudanças nas taxas de juros”, disse Padhraic Garvey, chefe regional de pesquisa para as Américas do ING, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Consideramos as expectativas de inflação suficientemente controladas para nos deixar tranquilos. Além disso, a estrutura da curva de juros não indica um ciclo de alta das taxas. Especificamente, o título de 5 anos está com patamar elevado em relação à curva”.
- Dow Jones: +0,66%
- S&P 500: -0,03%
- Nasdaq: -0,45%
Vale (VALE3) segue ampliando ritmo de queda, agora com menos 0,63%, a R$ 75,21
Ibovespa reduz ritmo de alta e fica levemente abaixo de 1%, com mais 0,95%, aos 176.999,24 pontos
Vale (VALE3) vira para queda, com menos 0,15%, a R$ 75,58, mínima do dia
TIM (TIMS3) abre com alta de 0,60%, após balanço do 2T26, e volta a leilão, valendo R$ 21,63
Ibovespa: nesta abertura, apenas um ativo está no negativo, com VIVT3 caindo 2,27%, após balanço do 2T26
Varejistas nesta abertura: AMER3, +1,62%; AZZA3, +1,11%; AUAU3, +2,17%; BHIA3, 1,23%; CEAB3, +2,40%; LREN3, +1,38%; MGLU3, +2,28%; RIAA3, +2,15%; VIVA3, +1,86%
Azul (AZUL3) começa sessão com alta de 1,58%, a R$ 21,82
Grandes bancos abrem a terça-feira com amplas altas: BBAS3, +1,56%; BBDC4, +1,82%; ITUB4, +1,45%; SANB11, +1,35%
B3 (B3SA3) inicia pregão com mais 2,04%, a R$ 16,04
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,1126 e venda a R$ 5,1132
Axia Energia (AXIA3) começa sessão com alta de 2,18%, a R$ 52,39
Petrobras começa dia com ganhos curtos: PETR3 sobe 0,50% e PETR4 avança 0,17%
Ibovespa sai dos leilões com alta de 1,53%, aos 177.946,71 pontos
Supermercadistas em alta: ASAI3, +2,10%; GMAT3, +2,09%; PCAR3, +1,09%
Hapvida (HAPV3) abre com mais 4,61%, a R$ 10,66
Frigoríficos abrem com ganhos: BEEF3 sobe 2,60% e MBRF3 avança 2,96%
Siderúrgicas em alta nesta manhã: CSNA3, +1,93%; GGBR4, +1,51%; GOAU4, +1,03%; USIM5, +1,39%
Petro juniores mistos: PRIO3, -0,31%; RECV3, +1,27%; BRAV3, +0,52%
Embraer (EMBJ3) decola novamente, como na véspera: mais 1,50%, a R$ 88,20
Vale (VALE3) abre com alta de 0,41%, a R$ 76,00
Ibovespa abre, preliminarmente, com alta de 0,29%, aos 175.849,15 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,01%, aos 2.173,58 pontos
Minério cai pela 3ª sessão seguida, impactado por manutenções nas siderúrgicas
Por outro lado, uma retração nos embarques globais de minério limitou as perdas.
Uganda declara fim do mais recente surto de Ebola, que infectou 20 pessoas e causou a morte de duas delas
IPCA-15 de julho: resultado reforça visão de corte de juros pelo Copom semana que vem, diz economista
Rafael Rondinelli, economista da MAG Investimentos, resume que “a leitura trouxe uma melhora qualitativa generalizada e expressiva” e diz que, “sob a ótica analítica e de política monetária, o segmento de Serviços registrou variação de 0,41% (vs. 0,40% em junho), pressionado por passagens aéreas. No entanto, excluindo esses fatores mais voláteis, os Serviços Subjacentes avançaram 0,30% (vs. 0,27% anterior), rodando abaixo do projetado pela MAG (0,32%)”. Mas ele pondera que, “apesar do resultado mais benigno, o IPCA-15 de julho não altera nossa visão de cenário inflacionário pressionado. Contudo, o dado de hoje reforça a visão de corte de juros pelo Copom na reunião da próxima semana do BC”.
IPCA-15 de julho: resultado cheio favorável e qualitativo bastante positivo, diz economista
André Valério, economista-sênior do Inter, pondera que julho é um mês sazonal de inflação baixa, “ainda assim, o resultado de hoje veio na parte inferior da distribuição histórica”. A surpresa de baixa foi amplamente explicada pela deflação de 0,66% em Alimentação e bebidas, reforçando a surpresa observada no IPCA de junho. “Além do resultado cheio favorável, o qualitativo do índice foi bastante positivo. A média dos núcleos recuou de 0,34% em junho para 0,21% em julho, levando a média móvel de 3 meses para 0,35%, menor valor desde janeiro desse ano. Em 12 meses, a média dos núcleos voltou a desacelerar, alcançando 4,38%, menor valor desde abril de 2026. Finalmente, o índice de difusão, que mede o tamanho do processo inflacionário, recuou de 60,2% para 48,2%, menor valor desde outubro de 2023”, diz. “O resultado, em conjunto com o IPCA cheio de junho, sacramenta o corte de 25 pontos-base na Selic na reunião da próxima semana. Temos visto cada vez mais evidências de que a política monetária restritiva tem contribuído para moderar a atividade, contribuindo para menores pressões de demanda na inflação, como indicam o núcleo e a inflação de serviços”.
IPCA-15 de julho: dado confirma o bom momento da inflação, diz análise
“Indicador com resultados melhores do que o esperado em Serviços Subjacentes. Além do nível menor de inflação corrente, o IPCA confirma o bom momento a despeito de passar por um período de guerra (sem nenhum efeito de segunda ordem relevante)”, diz a equipe do BGCL. “Também vale a atenção para Veículos com nova deflação ajudando a queda de industriais”.
Dólar hoje tem leve alta com dados de inflação e Fed no radar
Investidores digerem dados da prévia da inflação, enquanto se preparam para decisão sobre juros na quarta-feira.
EUA: variação semanal de empregos ADP fica com saldo positivo de 15,00 mil, ante 16,50 mil da semana anterior
Unilever eleva projeções após volume de vendas atingir maior nível em mais de 16 anos
O crescimento orgânico das vendas do grupo de bens de consumo acelerou para 5,8% no período.
Ibovespa Futuro (INDFUT) renova máxima do dia, com mais 1,31%, aos 179.090 pontos
Fundação Cobra Coral suspende “assistência climática” à Argentina após falas de Milei
Grupo diz que interromperá atuação no país vizinho até que presidente argentino apresente pedido formal de desculpas pelas declarações feitas no Brasil.
Ibovespa Futuro (INDFUT) sob ainda mais, com 1,11%, aos 178.700 pontos
IPCA-15: prévia da inflação sobe 0,06% em julho, abaixo do esperado pelo mercado
Expectativas em pesquisa da Reuters eram de altas de 0,20% no mês e de 4,67% em 12 meses.
Barra para Fed subir juros nesta semana segue alta – mesmo que mercados vejam chance
O banco central dos EUA vem mantendo sua taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% desde dezembro.
DIs: juros futuros começam dia com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,855 | -0,045 |
| DI1F28 | 13,915 | -0,100 |
| DI1F29 | 14,200 | -0,110 |
| DI1F31 | 14,475 | -0,070 |
| DI1F32 | 14,570 | -0,045 |
| DI1F33 | 14,605 | -0,045 |
| DI1F35 | 14,640 | -0,035 |
DXY: índice dólar avança 0,02%, aos 101,55 pontos
Dólar comercial abre com com alta de 0,18%, a R$ 5,121 na venda
Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com alta de 0,95%, aos 178.425 pontos
Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa o dia com alta de 0,02%, cotado a 5.019,50
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 0,85%, aos 325.060,00
Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,02%, cotado aos 5.120,00 pontos
IPCA-15 apresenta inflação de 4,52% no acumulado de 12 meses até julho, abaixo dos 4,67% esperados
Nos 12 meses encerrados em junho, houve alta de 4,80%.
Ibovespa futuro abre em alta de 0,66%, cotado aos 177.890 pontos
IPCA-15 apresenta inflação de 0,06% em julho, em relação a junho, bem abaixo do 0,19% esperado
Em junho, na relação com maio, houve inflação de 0,41%.
Arena Trader XP: Day Trade AO VIVO com Alex Carvalho
Vivo (VIVT3): crescimento sólido da receita, mas resultado final preocupante no 2T26, diz banco
A Vivo (VIVT3) apresentou um sólido crescimento da receita líquida no 2T26, com alta de 7,6% em relação ao ano anterior e 1% acima da estimativa do Itaú BBA, impulsionado por um crescimento de 6,6% na receita de serviços móveis (MSR), superando os concorrentes, e uma expansão de 11% na rede de fibra óptica. O Ebitda também superou as expectativas do banco em 1%, impulsionado principalmente pela venda de ativos no valor de R$ 202 milhões, que contribuiu para uma expansão de 130 pontos-base na margem em relação ao ano anterior. Mas a margem ficou 20 pontos-base abaixo da estimativa, em 41,8%, compensado principalmente por maiores despesas com depreciação e amortização. “A Vivo continua a apresentar um sólido crescimento da MSR e a avançar na sua estratégia de convergência, reforçando a sua forte execução num contexto macroeconómico e competitivo mais desafiador”, diz o banco. “Ainda assim, os investidores provavelmente se concentrarão no resultado líquido abaixo do esperado, o que poderá gerar alguma volatilidade, particularmente após a valorização de 5% das ações no último mês”. A classificação é neutra (market perform) e o preço-alvo é de R$ 38.
BC: Brasil registra déficit em conta corrente de US$ 2,33 bi em junho
O Brasil teve déficit em transações correntes de US$ 2,33 bilhões em junho, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,46% do Produto Interno Bruto, informou o Banco Central. A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas era de um saldo negativo de US$ 2,45 bilhões em junho. No mês, os investimentos diretos no país alcançaram US$ 9,075 bilhões, contra US$ 5,0 bilhões projetados na pesquisa. (Reuters)
Omã apresentou ao Irã mecanismo regional para Estreito de Ormuz
Omã apresentou ao Irã uma proposta para a criação de um mecanismo regional conjunto para a gestão do Estreito de Ormuz, com taxas voluntárias, segundo uma fonte do Golfo Pérsico disse à Reuters. De acordo com a proposta de Omã, que conta com apoio regional e foi apresentada a autoridades iranianas no fim de semana em Teerã, o Irã não exerceria o controle exclusivo dessa via navegável vital. A proposta se baseia no Estreito de Malaca, que liga os oceanos Índico e Pacífico e é administrado em conjunto pelos países que fazem fronteira com ele: Indonésia, Malásia e Cingapura. De acordo com a proposta, aqueles que utilizam o Estreito de Ormuz contribuiriam voluntariamente para um fundo que financiaria os custos de gestão da navegação, proteção ambiental e busca e resgate, entre outros serviços. A gestão do Estreito de Ormuz tornou-se o principal obstáculo nas negociações para pôr fim à guerra e um ponto de tensão que leva a repetidos retornos ao conflito. O Irã afirmou que o estreito não pode voltar à situação pré-guerra, em que a navegação fluía livremente, enquanto os países do Golfo Pérsico insistem que não haja pagamento obrigatório de taxas ao Irã. (Reuters)
Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) vê lucro subir 17% no 2º tri, a R$ 1,57 bi
A receita operacional líquida da companhia teve alta de 7,6%, totalizando R$ 15,757 bilhões. O balanço foi divulgado após o fechamento do mercado na véspera.
As escolhas do JPMorgan em ações de “utilities” após desempenho abaixo do setor
Com a disparada das taxas reais e a queda nos preços de energia no curto prazo, análise indica postura mais seletiva para o setor e divide apostas entre nomes táticos, estruturais e defensivos.
Grupo Toky (TOKY3) aprova grupamento na proporção de 20 para 1
A operação tem como objetivo o enquadramento da cotação das ações de emissão da companhia em valor igual ou superior a R$ 1,00 por unidade.
Tupy (TUPY3) contrata financiamento junto ao BNDES no valor de R$ 600 milhões
As operações possuem o prazo total de 60 meses.
Preços dos combustíveis no Brasil diminuem levemente a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 61 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 58 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
- Diesel A S10 (média nacional): -67%, ou -R$ 2,18 (ontem: -69%, ou -R$ 2,26)
- Gasolina A (média nacional): -53%, ou -R$ 1,35 (ontem: -54%, ou -R$ 1,39)
Economia da Alemanha deve ter mostrado certa resiliência à guerra no 2º trimestre
A economia da Alemanha provavelmente cresceu de forma modesta no 2T26, apesar dos desafios decorrentes da guerra no Oriente Médio, já que o setor industrial permaneceu relativamente resiliente e os consumidores continuaram gastando, afirmou o banco central em um relatório mensal. A terceira maior economia do mundo vem se mantendo praticamente estagnada há anos, e a expectativa era de que 2026 fosse o ano de virada com um grande aumento nos gastos do governo impulsionando um boom de investimentos. No entanto, o impacto negativo da guerra, por meio dos custos mais elevados de energia e commodities, está neutralizando grande parte desse impulso, e economistas consultados pela Reuters preveem alta de apenas 0,1% na produção econômica nos três meses até junho em relação ao trimestre anterior. “O setor industrial está se beneficiando da demanda externa dinâmica e do crescimento das exportações”, afirmou o Bundesbank. “Os consumidores permaneceram relativamente imperturbáveis diante dos altos preços da energia e da perda de poder de compra associada, provavelmente mantendo seus gastos com consumo pelo menos estáveis”, acrescentou o banco central. A Alemanha também pode ter recebido alguns impulsos pontuais. A escassez de commodities e bens intermediários provavelmente afetou mais alguns dos principais rivais asiáticos, enquanto as expectativas de escassez no futuro podem ter incentivado alguns clientes a antecipar suas compras. “Desde que a situação no Oriente Médio não se agrave ainda mais, a pressão causada pela guerra poderá ser menos severa no terceiro trimestre do que o nível médio observado no segundo trimestre”, acrescentou o Bundesbank. Ainda assim, o quadro geral está longe de ser otimista, já que os fatores pontuais provavelmente desaparecerão e a guerra continuará sendo um empecilho, sugerindo que o crescimento geral será mais fraco, afirmou o banco central. (Reuters)
Futuros do petróleo em mais um dia de queda: WTI perde 1,79%, a US$ 81,13; e Brent cai 2,13%, a US$ 86,48
A commodity reage novamente ao esfriamento das hostilidades entre EUA e Irã no Oriente Médio. Ontem, ambas as referências perderam em torno de 8% e as esperanças de novos entendimentos entre os dois países fazem novamente os preços recuarem.
Bolsas da Europa operam sem forças nesta manhã
As ações europeias seguem estáveis hoje, com a queda global no setor de tecnologia sendo contrabalançada por altas impulsionadas pelos resultados financeiros das empresas de luxo e de bens de consumo, enquanto a queda nos preços do petróleo proporcionava um apoio adicional. O ânimo dos investidores foi afetado por uma reportagem publicada na segunda-feira pelo The Information, informando que a China começou a fabricar máquinas de litografia por imersão em ultravioleta profundo desenvolvidas internamente — uma tecnologia essencial para a fabricação de chips, há muito dominada pela fabricante holandesa de equipamentos ASML. A reportagem provocou uma queda nas ações de semicondutores, com as fabricantes de chips dos EUA fechando em baixa durante a madrugada e suas contrapartes asiáticas também recuando na terça-feira. As ações da ASML caíam 2% no início do pregão europeu na terça-feira. Os investidores também aguardam os resultados financeiros das principais empresas de tecnologia dos EUA nesta semana, em busca de indícios sobre a sustentabilidade da alta do mercado impulsionada pela inteligência artificial. O Federal Reserve anunciará sua decisão de política monetária na quarta-feira (29).
- STOXX 600: +0,07%
- DAX (Alemanha): +0,03%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,41%
- CAC 40 (França): +0,19%
- FTSE MIB (Itália): -0,13%
Bolsas da Ásia ficam mistos, índice Kospi tomba quase 11% e é suspenso temporariamente
Movimento ocorre em meio a uma forte liquidação de ações de fabricantes de chips.
- Shanghai SE (China), -1,16%
- Nikkei (Japão): -3,83%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,41%
- Nifty 50 (Índia): -0,05%
- ASX 200 (Austrália): +0,60%
EUA: índices futuros operam mistos
Os índices futuros de Nova York estão oscilantes, exatamente como fecharam na véspera. As ações do setor de semicondutores caíram mais uma vez, com os investidores se preparando para uma semana importante de balanços das megaempresas e para a decisão sobre as taxas de juros do Federal Reserve, amanhã. O cenário impõe, portanto, cautela. “Nossa recomendação é de que não haja mudanças nas taxas de juros”, disse Padhraic Garvey, chefe regional de pesquisa para as Américas do ING, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Consideramos as expectativas de inflação suficientemente controladas para nos deixar tranquilos. Além disso, a estrutura da curva de juros não indica um ciclo de alta das taxas. Especificamente, o título de 5 anos está com patamar elevado em relação à curva”.
- Dow Jones Futuro: +0,27%
- S&P 500 Futuro: -0,11%
- Nasdaq Futuro: -0,87%
Abertura dos mercados
O mercado nacional deve acompanhar hoje dados da Petrobras (PETR4) e do IPCA-15, enquanto preocupações com a concorrência chinesa e o financiamento do boom da inteligência artificial afetavam o humor no exterior e levavam investidores a evitar ações de fabricantes de chips. O IBGE divulga às 9h os dados de juho do IPCA-15, com expectativas em pesquisa da Reuters de altas de 0,20% no mês e de 4,67% em 12 meses. Já a Petrobras apresenta após o fechamento do mercado seu relatório de produção e vendas do 2T26. O presidente Lula tem reunião pela manhã com diversos ministros, incluindo da Casa Civil, da Fazenda, do Desenvolvimento e do Planejamento, além dos presidentes do Banco do Brasil (BBAS3), do BNDES e da Caixa. Em seguida, viaja para o Rio de Janeiro. No exterior, também pesa o aumento das chances de uma alta dos juros nos EUA já nesta semana, quando o Federal Reserve anunciar sua decisão de política monetária. Os mercados precificavam uma probabilidade de cerca de 35% de que o Fed eleve os juros em 25 pontos-base na quarta-feira (29). Os futuros do petróleo Brent ampliavam a queda de quase 9% registrada na véspera, uma vez que uma trégua nas hostilidades entre os EUA e o Irã continuava após a suspensão repentina dos ataques aéreos por Washington no sábado. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street ganharam ânimo diante do alívio visto com a pausa das agressões entre EUA e Irã no Oriente Médio. O petróleo, assim, desabou na casa dos 8%. Mas a semana ainda guarda a decisão de juros do Federal Reserve, na quarta-feira, com alguma possibilidade de alta. E os investidores ainda estão de olho nos balanços trimestrais, em especial das empresas do setor de Inteligência Artificial. “O maior risco é a continuidade dos gastos”, disse à CNBC Ken Mahoney, CEO da Mahoney Asset Management. “E o problema é que, se eles ouvirem os acionistas e reduzirem um pouco esses gastos, ou diminuírem o crescimento deles, o resto do mercado não vai gostar.Então, é como uma gangorra”, disse ele.
| Dia (%) | Pontos (pts) | |
| Dow Jones | +0,51 | 52.209,69 |
| S&P 500 | +0,02 | 7.413,23 |
| Nasdaq | -0,18 | 24.932,08 |
DIs: juros futuros fecharam ontem com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,900 | -0,060 |
| DI1F28 | 14,015 | -0,150 |
| DI1F29 | 14,310 | -0,145 |
| DI1F31 | 14,545 | -0,080 |
| DI1F32 | 14,615 | -0,065 |
| DI1F33 | 14,650 | -0,040 |
| DI1F34 | 14,655 | -0,045 |
| DI1F35 | 14,675 | -0,010 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,60%, próximo da máxima do dia
O dólar comercial voltou a subir frente ao real, após a baixa curta da sexta (24). O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,04%, aos 101,51 pontos.
- Venda: R$ 5,112
- Compra: R$ 5,112
- Mínima: R$ 5,076
- Máxima: R$ 5,113
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PRIO3 | -5,29 | 55,71 |
| RECV3 | -3,31 | 10,24 |
| PETR3 | -3,15 | 46,05 |
| PETR4 | -2,84 | 41,01 |
| CXSE3 | -2,59 | 20,72 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MBRF3 | 7,08 | 15,89 |
| TOTS3 | 6,95 | 29,38 |
| CSNA3 | 6,53 | 5,71 |
| EMBJ3 | 5,33 | 86,90 |
| MRVE3 | 4,71 | 4,67 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 69.644 | -2,84 |
| WEGE3 | 32.314 | 0,89 |
| RAIL3 | 29.543 | 1,69 |
| ITSA4 | 28.437 | 2,01 |
| VALE3 | 26.822 | 0,60 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 0,74%, aos 175.334,46 pontos
- Máxima: 175.555,23
- Mínima: 174.048,13
- Diferença para a abertura: +2.292,51 pontos
- Volume: R$ 19,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (27): +0,74%
- Semana: +0,74%
- Julho: +1,92%
- 3T26: +1,92%
- 2026: +8,82%
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