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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa luta para manter os 177 mil, com IPCA-15 no radar

Índices nos EUA abrem mistos e com cautela, de olho nas ações de chips e à espera do Fed amanhã

Por  Fernando Lopes, Felipe Alves -

Ibovespa hoje

  • Ibovespa sobe aos 176,7 mil; dólar comercial avança pouco e está em torno dos R$ 5,12, enquanto juros futuros (DIs) caem por toda a curva.
  • IPCA-15: prévia da inflação sobe 0,06% em julho, abaixo do esperado pelo mercado.
  • Nova crise em ações de chips: o que levou ao “sell-off” que fez Kospi desabar 11%.

Confira as últimas dos mercados

update 12h43

Conselho Curador do FGTS aprova distribuição de R$ 13,04 bilhões de lucro a cotistas

A distribuição será entre cerca de 138,2 milhões de cotistas e corresponde a 89% do lucro registrado pelo FGTS em 2025, de R$ 14,655 bilhões, aumento de 7,7% em relação ao ano anterior. Segundo a proposta, o repasse elevará a rentabilidade das contas para aproximadamente 6,9% no ano, desempenho superior à inflação oficial de 2025, medida pelo IPCA, que ficou em 4,26%. Os representantes dos trabalhadores pediram um aumento na distribuição para 90% do lucro, mas o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ponderou que é preciso ter equilíbrio nessa distribuição para “ir criando um colchão” para enfrentar momentos de alta na inflação. Desde decisão do STF, a remuneração do FGTS deve garantir, no mínimo, a reposição da inflação oficial, calculada pelo IPCA. A distribuição dos resultados do fundo tornou-se uma prática recorrente nos últimos anos. Em 2025, foram repassados R$ 12,9 bilhões aos cotistas, enquanto, no ano anterior, a distribuição somou R$ 15,2 bilhões. Trabalhadores com saldo em contas do FGTS no fim de 2025 devem receber, até 31 de agosto, uma parcela do lucro obtido pelo fundo no ano passado. O pagamento contemplará trabalhadores que possuíam saldo em contas ativas ou inativas em 31 de dezembro de 2025.
update 12h39

Trump cita conversas “positivas” sobre Irã e reitera ameaça de atacar alvos

update 12h37

Fleury (FLRY3) na máxima do dia, com mais 3,27%, a R$ 17,07

update 12h34

TIM (TIMS3) e Vivo (VIVT3): por que as ações são destaque de queda do Ibovespa após o balanço do 2T?

Ações registram queda em um dia positivo do mercado.

update 12h32

Caixa confirma repasse de R$ 13 bilhões de lucro do FGTS a trabalhadores

Repasse corresponde a 89% do resultado obtido pelo fundo no ano passado e será creditado automaticamente nas contas de quem tinha saldo em dezembro.

update 12h31

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) tem nova máxima do dia, com mais 0,20%, aos 3.806,65 pontos

update 12h26

Futuros de petróleo têm mais um dia de quedas amplas: WTI perde 2,75%, a US$ 80,34; e Brent desce 3,40%, a US$ 88,36

update 12h21

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) sobem 0,20%, aos 3.805,86 pontos, nova máxima do dia

update 12h20

Rússia diz ter atacado pelo menos dois navios ucranianos no Mar Negro

As forças russas atacaram hoje pelo menos duas embarcações ucranianas, incluindo um graneleiro que transportava carga militar no Mar Negro e uma embarcação no porto de Mykolaiv, informou o Ministério da Defesa da Rússia. O ministério afirmou ainda ter atacado o próprio porto de Mykolaiv. “Como resultado dos ataques com munições de voo prolongado e drones de ataque, foram atingidas instalações de infraestrutura no complexo de transbordo do porto de Mykolaiv, utilizadas para o transporte e armazenamento de carga militar, bem como tanques de combustível e lubrificantes destinados ao abastecimento das Forças Armadas ucranianas”, disse o governo russo. “Além disso, no estreito (11 km a leste de Odessa), veículos aéreos não tripulados atingiram um navio de carga seca que estava transportando carga militar para os portos de Odessa e Chornomorsk”, acrescentou. A Rússia e a Ucrânia intensificaram as atividades militares no Mar Negro e no Mar de Azov e em suas imediações nas últimas semanas, com cada lado atacando dezenas de navios, incluindo petroleiros e navios de carga. (Reuters)

update 12h18

Ibovespa volta a reduzir ritmo de alta e fica abaixo dos 177 mil, com mais 0,79%, aos 176.714,57 pontos

update 12h17

Ibovespa: VAMO3 é a maior alta do dia até aqui; veja as demais

Dia (%)Valor (%)
VAMO35,053,33
YDUQ33,908,25
MBRF33,8416,50
MGLU33,525,00
VIVA33,3222,74
update 12h15

Ibovespa: TIMS3 e VIVT3 são as maiores baixas, entre as poucas baixas do dia até aqui; veja a lista

Dia (%)Valor (%)
TIMS3-7,0719,98
VIVT3-5,6333,95
CSNA3-1,935,60
VALE3-0,6775,18
BRAP4-0,6021,62
update 12h09

Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,1191 e venda a R$ 5,1197

update 12h07

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, acaba de chegar à Casa Branca, para encontro com Donald Trump

update 12h06

Setor de educação com altas confortáveis: ANIM3, +2,38%; COGN3, +0,93%; CSED3, +2,72%; SEER3, +1,38%; VTRU3, +1,13%; YDUQ3, +3,65%

update 12h01

IPCA-15 de julho: apesar do dado benigno, inflação deve seguir próxima do limite superior da meta, diz banco

“O resultado ajuda a compor um quadro mais benigno para a inflação”, resume o Bradesco. “Após a incorporação do choque do petróleo e de pressões pontuais sobre alimentos, os dados confirmam dissipação desses efeitos. A desaceleração dos núcleos indica que o efeito de segunda ordem do aumento do preço do petróleo não está sendo verificado nos dados”, segue o banco. “Apesar disso, com efeitos do El Niño começando a afetar os dados no segundo semestre, a inflação cheia deve seguir próxima do limite superior do intervalo da meta”.

update 11h53

CSN (CSNA3) vira para queda, com menos 0,53%, enquanto demais siderúrgicas seguem no positivo, com destaque para GGBR4, com mais 2,70%

update 11h48

Panorama dos mercados neste momento: Ibovespa sobe com IPCA-15, mas exterior tem preocupações

O Ibovespa opera em alta, apesar de tensão nas bolsas globais pela queda no setor de tecnologia. Os investidores avaliam uma desaceleração acima do esperado do IPCA-15 e aguardam a divulgação de dados de produção e venda da Petrobras (PETR4) após o fechamento do pregão. Pouco antes da abertura do pregão, o IBGE publicou os dados do IPCA-15, que subiu 0,06% em julho após avanço de 0,41% em junho. A desaceleração foi bem mais ampla do que o esperado e apoiada pela queda dos preços dos alimentos, com a taxa em 12 meses aproximando-se mais da meta de inflação, a uma semana da próxima decisão do Banco Central sobre a taxa de juros.  “Para o mercado financeiro, o dado reforça a percepção de que o Banco Central ganhou mais espaço para seguir reduzindo a Selic de forma gradual. Ainda há desafios, principalmente na inflação de serviços e nas questões fiscais, mas esse resultado fortalece a expectativa de mais um corte de 0,25 ponto percentual na reunião de agosto do Copom”, disse Pablo Spyer, conselheiro da Ancord. O otimismo apoia quase todos os setores, enquanto os segmentos de minerais e de tecnologia recuavam em meio a um cenário exterior turbulento com a trégua dos ataques entre EUA e Irã no Oriente Médio e fortes quedas dos fabricantes de chips devido a preocupações com a concorrência chinesa e a continuidade dos investimentos em inteligência artificial.  O mercado também avalia o aumento das chances de uma alta dos juros nos EUA nesta semana, quando o Federal Reserve anunciar sua decisão de política monetária. Os mercados precificavam uma probabilidade de cerca de 35% de que o Fed eleve os juros em 25 pontos-base na quarta-feira. (Reuters)

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update 11h44

DXY: índice dólar em queda, com menos 0,08%, aos 101,46 pontos

update 11h34

Dólar comercial segue com alta leve: mais 0,15%, a R$ 5,120 na venda

update 11h32

Embraer (EMBJ3) volta ao positivo, em dia de oscilação, com mais 0,05%, a R$ 86,94

update 11h25

Setor de papel e celulose com altas consistentes: KLBN11, +3,56%; RANI3, +2,90%; SUZB3, +3,49%

update 11h21

Recuperações judiciais devem manter recorde nos próximos 12 a 24 meses, diz JiveMauá

Bruno Gomes, sócio e head da estratégia de distressed e special sits da JiveMauá, analisa o mercado de crédito privado e alerta para o aperto das empresas, que devem seguir com desafios no caixa nos próximos anos.

update 11h17

Russell 2000: índice de small caps nos EUA recua 0,64%

update 11h16

Principais índices em Nova York seguem mistos; veja cenário atual

  • Dow Jones: +0,83% (na abertura: +0,66%)
  • S&P 500: -0,29% (na abertura: -0,03%)
  • Nasdaq: -1,34% (na abertura: -0,45%)
update 11h11

Ibovespa volta aos 177 mil, com mais 1,15%, aos 177.353,61 pontos

update 11h09

Petrobras renova mais uma vez as máximas do dia: PETR3 sobe 2,31% e PETR4 tem mais 1,63%

update 11h06

Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,1239 e venda a R$ 5,1245

update 11h01

EUA: confiança do consumidor pelo Conference Board (CB), em julho, fica em 90,8, abaixo dos 92,2 em junho (revisado de 91,2)

update 11h00

StoneX eleva estimativa de déficit global de açúcar para 1,7 mi t em 2026/27

O mercado global de açúcar deverá ter déficit de 1,7 milhão de toneladas em 2026/27 (outubro-setembro), ante déficit de 550 mil de toneladas na previsão anterior, estimou a consultoria e corretora StoneX. Segundo relatório da consultoria, o clima seco na União Europeia prejudica o desenvolvimento das áreas de beterraba na França e no Sul da Alemanha, principalmente. Além disso, chuvas na Índia e na Tailândia estão significativamente abaixo da normalidade até o momento, aumentando pessimismo para 2026/27. O cenário é “mais pessimista do que foi projetado em maio. A visão deficitária se mantém, mas com uma intensidade maior, uma vez que as condições na Europa pioraram nos últimos meses, e o mix açucareiro no Brasil foi revisado para baixo”, afirmou. De outro lado, a StoneX aumentou estimativa de superávit global de açúcar em 2025/26 de 2,3 milhões para 2,94 milhões de toneladas. (Reuters)

update 10h58

PRIO (PRIO3) renova máxima do dia, com mais 1,74%, a R$ 56,68

update 10h57

JPMorgan eleva recomendação para JBS, rebaixa Minerva (BEEF3) e mantém MBRF (MBRF3) como favorita

JPMorgan manteve os preços-alvo de US$ 18 para JBS, R$ 22 para MBRF e R$ 5,50 para Minerva.

update 10h52

TIMS3 e VIVT3), que divulgaram ontem seus balanços trimestrais, hoje caem 4,65% e 4,19%, respectivamente

update 10h49

Grandes bancos reduzem ritmos de alta, mas ganhos ainda são consistentes: BBAS3, +0,59%; BBDC4, +0,69%; ITUB4, +0,14%; SANB11, +0,66%

update 10h47

Petrobras renova máximas do dia, com mais 1,22% (PETR3) e mais 0,80% (PETR4)

update 10h45

Ibovespa reduz ainda mais o ritmo de alta e perde os 177 mil, com alta de 0,82%, aos 176.775,39 pontos

update 10h43

IPCA-15 de julho: diferença entre o índice cheio e seus núcleos ajuda a explicar porque o combate à inflação tem sido um desafio, diz economista

Claudia Moreno, economista do C6 Bank, sublinha que no acumulado em 12 meses, o IPCA-15 desacelerou de 4,80% para 4,52%, ligeiramente acima do limite do teto do intervalo de tolerância da meta. Os preços dos serviços subjacentes (grupo que exclui itens mais voláteis, como passagens aéreas) continuam rodando em níveis elevados, com alta de 5,1% nos 12 meses até julho. “Essa diferença entre o índice cheio e seus núcleos ajuda a explicar porque levar a inflação de volta para a meta segue sendo um desafio”, diz. Olhando à frente, “as incertezas em torno do conflito entre EUA e Irã já estão impactando os preços das commodities energéticas no mercado internacional. Subsídios e redução de impostos têm ajudado a conter parte desses efeitos sobre o Brasil, mas o mercado de trabalho aquecido e a perspectiva de uma desvalorização do real tendem a manter a inflação pressionada”, ela pondera, projetando que o IPCA encerre o ano em 5%, acima do teto da meta.

update 10h33

VXBR: índice de volatilidade da Bolsa brasileira abre com alta de 2,63%, aos 20,28 pontos

update 10h32

Embraer (EMBJ3) vira para queda, com menos 0,14%, a R$ 86,78

update 10h30

Principais índices em Nova York abrem dia de forma mista

Investidores em Wall Street observam as ações do setor de semicondutores, que caíram mais uma vez, especialmente no mercado asiático, se preparando para uma semana importante de balanços das megaempresas e para a decisão sobre as taxas de juros do Federal Reserve, amanhã. O cenário impõe cautela. “Nossa recomendação é de que não haja mudanças nas taxas de juros”, disse Padhraic Garvey, chefe regional de pesquisa para as Américas do ING, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Consideramos as expectativas de inflação suficientemente controladas para nos deixar tranquilos. Além disso, a estrutura da curva de juros não indica um ciclo de alta das taxas. Especificamente, o título de 5 anos está com patamar elevado em relação à curva”.

  • Dow Jones: +0,66%
  • S&P 500: -0,03%
  • Nasdaq: -0,45%
update 10h29

Vale (VALE3) segue ampliando ritmo de queda, agora com menos 0,63%, a R$ 75,21

update 10h28

Ibovespa reduz ritmo de alta e fica levemente abaixo de 1%, com mais 0,95%, aos 176.999,24 pontos

update 10h24

Vale (VALE3) vira para queda, com menos 0,15%, a R$ 75,58, mínima do dia

update 10h21

TIM (TIMS3) abre com alta de 0,60%, após balanço do 2T26, e volta a leilão, valendo R$ 21,63

update 10h19

Ibovespa: nesta abertura, apenas um ativo está no negativo, com VIVT3 caindo 2,27%, após balanço do 2T26

update 10h17

Varejistas nesta abertura: AMER3, +1,62%; AZZA3, +1,11%; AUAU3, +2,17%; BHIA3, 1,23%; CEAB3, +2,40%; LREN3, +1,38%; MGLU3, +2,28%; RIAA3, +2,15%; VIVA3, +1,86%

update 10h15

Azul (AZUL3) começa sessão com alta de 1,58%, a R$ 21,82

update 10h14

Grandes bancos abrem a terça-feira com amplas altas: BBAS3, +1,56%; BBDC4, +1,82%; ITUB4, +1,45%; SANB11, +1,35%

update 10h14

B3 (B3SA3) inicia pregão com mais 2,04%, a R$ 16,04

update 10h13

Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,1126 e venda a R$ 5,1132

update 10h13

Axia Energia (AXIA3) começa sessão com alta de 2,18%, a R$ 52,39

update 10h12

Petrobras começa dia com ganhos curtos: PETR3 sobe 0,50% e PETR4 avança 0,17%

update 10h12

Ibovespa sai dos leilões com alta de 1,53%, aos 177.946,71 pontos

update 10h11

Supermercadistas em alta: ASAI3, +2,10%; GMAT3, +2,09%; PCAR3, +1,09%

update 10h10

Hapvida (HAPV3) abre com mais 4,61%, a R$ 10,66

update 10h10

Frigoríficos abrem com ganhos: BEEF3 sobe 2,60% e MBRF3 avança 2,96%

update 10h09

Siderúrgicas em alta nesta manhã: CSNA3, +1,93%; GGBR4, +1,51%; GOAU4, +1,03%; USIM5, +1,39%

update 10h08

Petro juniores mistos: PRIO3, -0,31%; RECV3, +1,27%; BRAV3, +0,52%

update 10h07

Embraer (EMBJ3) decola novamente, como na véspera: mais 1,50%, a R$ 88,20

update 10h06

Vale (VALE3) abre com alta de 0,41%, a R$ 76,00

update 10h04

Ibovespa abre, preliminarmente, com alta de 0,29%, aos 175.849,15 pontos

update 10h00

Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,01%, aos 2.173,58 pontos

update 9h51

Minério cai pela 3ª sessão seguida, impactado por manutenções nas siderúrgicas

Por outro lado, uma retração nos embarques globais de minério limitou as perdas.

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update 9h50

Uganda declara fim do mais recente surto de Ebola, que infectou 20 pessoas e causou a morte de duas delas

update 9h49

IPCA-15 de julho: resultado reforça visão de corte de juros pelo Copom semana que vem, diz economista

Rafael Rondinelli, economista da MAG Investimentos, resume que “a leitura trouxe uma melhora qualitativa generalizada e expressiva” e diz que, “sob a ótica analítica e de política monetária, o segmento de Serviços registrou variação de 0,41% (vs. 0,40% em junho), pressionado por passagens aéreas. No entanto, excluindo esses fatores mais voláteis, os Serviços Subjacentes avançaram 0,30% (vs. 0,27% anterior), rodando abaixo do projetado pela MAG (0,32%)”. Mas ele pondera que, “apesar do resultado mais benigno, o IPCA-15 de julho não altera nossa visão de cenário inflacionário pressionado. Contudo, o dado de hoje reforça a visão de corte de juros pelo Copom na reunião da próxima semana do BC”.

update 9h46

IPCA-15 de julho: resultado cheio favorável e qualitativo bastante positivo, diz economista

André Valério, economista-sênior do Inter, pondera que julho é um mês sazonal de inflação baixa, “ainda assim, o resultado de hoje veio na parte inferior da distribuição histórica”. A surpresa de baixa foi amplamente explicada pela deflação de 0,66% em Alimentação e bebidas, reforçando a surpresa observada no IPCA de junho. “Além do resultado cheio favorável, o qualitativo do índice foi bastante positivo. A média dos núcleos recuou de 0,34% em junho para 0,21% em julho, levando a média móvel de 3 meses para 0,35%, menor valor desde janeiro desse ano. Em 12 meses, a média dos núcleos voltou a desacelerar, alcançando 4,38%, menor valor desde abril de 2026. Finalmente, o índice de difusão, que mede o tamanho do processo inflacionário, recuou de 60,2% para 48,2%, menor valor desde outubro de 2023”, diz. “O resultado, em conjunto com o IPCA cheio de junho, sacramenta o corte de 25 pontos-base na Selic na reunião da próxima semana. Temos visto cada vez mais evidências de que a política monetária restritiva tem contribuído para moderar a atividade, contribuindo para menores pressões de demanda na inflação, como indicam o núcleo e a inflação de serviços”.

update 9h31

IPCA-15 de julho: dado confirma o bom momento da inflação, diz análise

“Indicador com resultados melhores do que o esperado em Serviços Subjacentes. Além do nível menor de inflação corrente, o IPCA confirma o bom momento a despeito de passar por um período de guerra (sem nenhum efeito de segunda ordem relevante)”, diz a equipe do BGCL. “Também vale a atenção para Veículos com nova deflação ajudando a queda de industriais”.

update 9h29

Dólar hoje tem leve alta com dados de inflação e Fed no radar

Investidores digerem dados da prévia da inflação, enquanto se preparam para decisão sobre juros na quarta-feira.

update 9h25

EUA: variação semanal de empregos ADP fica com saldo positivo de 15,00 mil, ante 16,50 mil da semana anterior

update 9h23

Unilever eleva projeções após volume de vendas atingir maior nível em mais de 16 anos

O crescimento orgânico das vendas do grupo de bens de consumo acelerou para 5,8% no período.

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update 9h19

Ibovespa Futuro (INDFUT) renova máxima do dia, com mais 1,31%, aos 179.090 pontos

update 9h17

Fundação Cobra Coral suspende “assistência climática” à Argentina após falas de Milei

Grupo diz que interromperá atuação no país vizinho até que presidente argentino apresente pedido formal de desculpas pelas declarações feitas no Brasil.

update 9h16

Ibovespa Futuro (INDFUT) sob ainda mais, com 1,11%, aos 178.700 pontos

update 9h14

IPCA-15: prévia da inflação sobe 0,06% em julho, abaixo do esperado pelo mercado

Expectativas em pesquisa da Reuters eram de altas de 0,20% no mês e de 4,67% em 12 meses.

update 9h13

Barra para Fed subir juros nesta semana segue alta – mesmo que mercados vejam chance

O banco central dos EUA vem mantendo sua taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% desde dezembro.

update 9h11

DIs: juros futuros começam dia com quedas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,855-0,045
DI1F2813,915-0,100
DI1F2914,200-0,110
DI1F3114,475-0,070
DI1F3214,570-0,045
DI1F3314,605-0,045
DI1F3514,640-0,035
update 9h08

DXY: índice dólar avança 0,02%, aos 101,55 pontos

update 9h07

Dólar comercial abre com com alta de 0,18%, a R$ 5,121 na venda

update 9h06

Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com alta de 0,95%, aos 178.425 pontos

update 9h06

Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa o dia com alta de 0,02%, cotado a 5.019,50

update 9h05

Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 0,85%, aos 325.060,00

update 9h05

Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,02%, cotado aos 5.120,00 pontos

update 9h04

IPCA-15 apresenta inflação de 4,52% no acumulado de 12 meses até julho, abaixo dos 4,67% esperados

Nos 12 meses encerrados em junho, houve alta de 4,80%.

update 9h03

Ibovespa futuro abre em alta de 0,66%, cotado aos 177.890 pontos

update 9h02

IPCA-15 apresenta inflação de 0,06% em julho, em relação a junho, bem abaixo do 0,19% esperado

Em junho, na relação com maio, houve inflação de 0,41%.

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update 8h57

Arena Trader XP: Day Trade AO VIVO com Alex Carvalho

update 8h56

Vivo (VIVT3): crescimento sólido da receita, mas resultado final preocupante no 2T26, diz banco

A Vivo (VIVT3) apresentou um sólido crescimento da receita líquida no 2T26, com alta de 7,6% em relação ao ano anterior e 1% acima da estimativa do Itaú BBA, impulsionado por um crescimento de 6,6% na receita de serviços móveis (MSR), superando os concorrentes, e uma expansão de 11% na rede de fibra óptica. O Ebitda também superou as expectativas do banco em 1%, impulsionado principalmente pela venda de ativos no valor de R$ 202 milhões, que contribuiu para uma expansão de 130 pontos-base na margem em relação ao ano anterior. Mas a margem ficou 20 pontos-base abaixo da estimativa, em 41,8%, compensado principalmente por maiores despesas com depreciação e amortização. “A Vivo continua a apresentar um sólido crescimento da MSR e a avançar na sua estratégia de convergência, reforçando a sua forte execução num contexto macroeconómico e competitivo mais desafiador”, diz o banco. “Ainda assim, os investidores provavelmente se concentrarão no resultado líquido abaixo do esperado, o que poderá gerar alguma volatilidade, particularmente após a valorização de 5% das ações no último mês”. A classificação é neutra (market perform) e o preço-alvo é de R$ 38.

update 8h49

BC: Brasil registra déficit em conta corrente de US$ 2,33 bi em junho

O Brasil teve déficit em transações correntes de US$ 2,33 bilhões em junho, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,46% do Produto Interno Bruto, informou o Banco Central. A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas era de um saldo negativo de US$ 2,45 bilhões em junho. No mês, os investimentos diretos no país alcançaram US$ 9,075 bilhões, contra US$ 5,0 bilhões projetados na pesquisa. (Reuters)

update 8h36

Omã apresentou ao Irã mecanismo regional para Estreito de Ormuz

Omã apresentou ao Irã uma proposta para a criação de um mecanismo regional conjunto para a gestão do Estreito de Ormuz, com taxas voluntárias, segundo uma fonte do Golfo Pérsico disse à Reuters. De acordo com a proposta de Omã, que conta com apoio regional e foi apresentada a autoridades iranianas no fim de semana em Teerã, o Irã não exerceria o controle exclusivo dessa via navegável vital. A proposta se baseia no Estreito de Malaca, que liga os oceanos Índico e Pacífico e é administrado em conjunto pelos países que fazem fronteira com ele: Indonésia, Malásia e Cingapura. De acordo com a proposta, aqueles que utilizam o Estreito de Ormuz contribuiriam voluntariamente para um fundo que financiaria os custos de gestão da navegação, proteção ambiental e busca e resgate, entre outros serviços. A gestão do Estreito de Ormuz tornou-se o principal obstáculo nas negociações para pôr fim à guerra e um ponto de tensão que leva a repetidos retornos ao conflito. O Irã afirmou que o estreito não pode voltar à situação pré-guerra, em que a navegação fluía livremente, enquanto os países do Golfo Pérsico insistem que não haja pagamento obrigatório de taxas ao Irã. (Reuters)

update 8h32

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) vê lucro subir 17% no 2º tri, a R$ 1,57 bi

A receita operacional líquida da companhia teve alta de 7,6%, totalizando R$ 15,757 bilhões. O balanço foi divulgado após o fechamento do mercado na véspera.

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update 8h29

As escolhas do JPMorgan em ações de “utilities” após desempenho abaixo do setor

Com a disparada das taxas reais e a queda nos preços de energia no curto prazo, análise indica postura mais seletiva para o setor e divide apostas entre nomes táticos, estruturais e defensivos.

update 8h24

Grupo Toky (TOKY3) aprova grupamento na proporção de 20 para 1

A operação tem como objetivo o enquadramento da cotação das ações de emissão da companhia em valor igual ou superior a R$ 1,00 por unidade.

update 8h21

Tupy (TUPY3) contrata financiamento junto ao BNDES no valor de R$ 600 milhões

As operações possuem o prazo total de 60 meses.

update 8h19

Preços dos combustíveis no Brasil diminuem levemente a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom

Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 61 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 58 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

  • Diesel A S10 (média nacional): -67%, ou -R$ 2,18 (ontem: -69%, ou -R$ 2,26)
  • Gasolina A (média nacional): -53%, ou -R$ 1,35 (ontem: -54%, ou -R$ 1,39)
update 8h17

Economia da Alemanha deve ter mostrado certa resiliência à guerra no 2º trimestre

A economia da Alemanha provavelmente cresceu de forma modesta no 2T26, apesar dos desafios decorrentes da guerra no Oriente Médio, já que o setor industrial permaneceu relativamente resiliente e os consumidores continuaram gastando, afirmou o banco central em um relatório mensal. A terceira maior economia do mundo vem se mantendo praticamente estagnada há anos, e a expectativa era de que 2026 fosse o ano de virada com um grande aumento nos gastos do governo impulsionando um boom de investimentos. No entanto, o impacto negativo da guerra, por meio dos custos mais elevados de energia e commodities, está neutralizando grande parte desse impulso, e economistas consultados pela Reuters preveem alta de apenas 0,1% na produção econômica nos três meses até junho em relação ao trimestre anterior. “O setor industrial está se beneficiando da demanda externa dinâmica e do crescimento das exportações”, afirmou o Bundesbank. “Os consumidores permaneceram relativamente imperturbáveis diante dos altos preços da energia e da perda de poder de compra associada, provavelmente mantendo seus gastos com consumo pelo menos estáveis”, acrescentou o banco central. A Alemanha também pode ter recebido alguns impulsos pontuais. A escassez de commodities e bens intermediários provavelmente afetou mais alguns dos principais rivais asiáticos, enquanto as expectativas de escassez no futuro podem ter incentivado alguns clientes a antecipar suas compras. “Desde que a situação no Oriente Médio não se agrave ainda mais, a pressão causada pela guerra poderá ser menos severa no terceiro trimestre do que o nível médio observado no segundo trimestre”, acrescentou o Bundesbank. Ainda assim, o quadro geral está longe de ser otimista, já que os fatores pontuais provavelmente desaparecerão e a guerra continuará sendo um empecilho, sugerindo que o crescimento geral será mais fraco, afirmou o banco central. (Reuters)

update 8h12

Futuros do petróleo em mais um dia de queda: WTI perde 1,79%, a US$ 81,13; e Brent cai 2,13%, a US$ 86,48

A commodity reage novamente ao esfriamento das hostilidades entre EUA e Irã no Oriente Médio. Ontem, ambas as referências perderam em torno de 8% e as esperanças de novos entendimentos entre os dois países fazem novamente os preços recuarem.

update 8h06

Bolsas da Europa operam sem forças nesta manhã

As ações europeias seguem estáveis hoje, com a queda global no setor de tecnologia sendo contrabalançada por altas impulsionadas pelos resultados financeiros das empresas de luxo e de bens de consumo, enquanto a queda nos preços do petróleo proporcionava um apoio adicional. O ânimo dos investidores foi afetado por uma reportagem publicada na segunda-feira pelo The Information, informando que a China começou a fabricar máquinas de litografia por imersão em ultravioleta profundo desenvolvidas internamente — uma tecnologia essencial para a fabricação de chips, há muito dominada pela fabricante holandesa de equipamentos ASML. A reportagem provocou uma queda nas ações de semicondutores, com as fabricantes de chips dos EUA fechando em baixa durante a madrugada e suas contrapartes asiáticas também recuando na terça-feira. As ações da ASML caíam 2% no início do pregão europeu na terça-feira. Os investidores também aguardam os resultados financeiros das principais empresas de tecnologia dos EUA nesta semana, em busca de indícios sobre a sustentabilidade da alta do mercado impulsionada pela inteligência artificial. O Federal Reserve anunciará sua decisão de política monetária na quarta-feira (29).

  • STOXX 600: +0,07%
  • DAX (Alemanha): +0,03%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,41%
  • CAC 40 (França): +0,19%
  • FTSE MIB (Itália): -0,13%
update 8h04

Bolsas da Ásia ficam mistos, índice Kospi tomba quase 11% e é suspenso temporariamente

Movimento ocorre em meio a uma forte liquidação de ações de fabricantes de chips.

  • Shanghai SE (China), -1,16%
  • Nikkei (Japão): -3,83%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,41%
  • Nifty 50 (Índia): -0,05%
  • ASX 200 (Austrália): +0,60%
update 8h02

EUA: índices futuros operam mistos

Os índices futuros de Nova York estão oscilantes, exatamente como fecharam na véspera. As ações do setor de semicondutores caíram mais uma vez, com os investidores se preparando para uma semana importante de balanços das megaempresas e para a decisão sobre as taxas de juros do Federal Reserve, amanhã. O cenário impõe, portanto, cautela. “Nossa recomendação é de que não haja mudanças nas taxas de juros”, disse Padhraic Garvey, chefe regional de pesquisa para as Américas do ING, em um comunicado reproduzido pela CNBC. “Consideramos as expectativas de inflação suficientemente controladas para nos deixar tranquilos. Além disso, a estrutura da curva de juros não indica um ciclo de alta das taxas. Especificamente, o título de 5 anos está com patamar elevado em relação à curva”.

  • Dow Jones Futuro: +0,27%
  • S&P 500 Futuro: -0,11%
  • Nasdaq Futuro: -0,87%
update 8h00

Abertura dos mercados

O mercado nacional deve acompanhar hoje dados da Petrobras (PETR4) e do IPCA-15, enquanto preocupações com a concorrência chinesa e o financiamento do boom da inteligência artificial afetavam o humor no exterior e levavam investidores a evitar ações de fabricantes de chips. O IBGE divulga às 9h os dados de juho do IPCA-15, com expectativas em pesquisa da Reuters de altas de 0,20% no mês e de 4,67% em 12 meses. Já a Petrobras apresenta após o fechamento do mercado seu relatório de produção e vendas do 2T26. O presidente Lula tem reunião pela manhã com diversos ministros, incluindo da Casa Civil, da Fazenda, do Desenvolvimento e do Planejamento, além dos presidentes do Banco do Brasil (BBAS3), do BNDES e da Caixa. Em seguida, viaja para o Rio de Janeiro. No exterior, também pesa o aumento das chances de uma alta dos juros nos EUA já nesta semana, quando o Federal Reserve anunciar sua decisão de política monetária. Os mercados precificavam uma probabilidade de cerca de 35% de que o Fed eleve os juros em 25 pontos-base na quarta-feira (29). Os futuros do petróleo Brent ampliavam a queda de quase 9% registrada na véspera, uma vez que uma trégua nas hostilidades entre os EUA e o Irã continuava após a suspensão repentina dos ataques aéreos por Washington no sábado. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista

Investidores em Wall Street ganharam ânimo diante do alívio visto com a pausa das agressões entre EUA e Irã no Oriente Médio. O petróleo, assim, desabou na casa dos 8%. Mas a semana ainda guarda a decisão de juros do Federal Reserve, na quarta-feira, com alguma possibilidade de alta. E os investidores ainda estão de olho nos balanços trimestrais, em especial das empresas do setor de Inteligência Artificial. “O maior risco é a continuidade dos gastos”, disse à CNBC Ken Mahoney, CEO da Mahoney Asset Management. “E o problema é que, se eles ouvirem os acionistas e reduzirem um pouco esses gastos, ou diminuírem o crescimento deles, o resto do mercado não vai gostar.Então, é como uma gangorra”, disse ele.

Dia (%)Pontos (pts)
Dow Jones+0,5152.209,69
S&P 500+0,027.413,23
Nasdaq-0,1824.932,08
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam ontem com quedas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,900-0,060
DI1F2814,015-0,150
DI1F2914,310-0,145
DI1F3114,545-0,080
DI1F3214,615-0,065
DI1F3314,650-0,040
DI1F3414,655-0,045
DI1F3514,675-0,010
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com alta de 0,60%, próximo da máxima do dia

O dólar comercial voltou a subir frente ao real, após a baixa curta da sexta (24). O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,04%, aos 101,51 pontos.

  • Venda: R$ 5,112
  • Compra: R$ 5,112
  • Mínima: R$ 5,076
  • Máxima: R$ 5,113
update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
PRIO3-5,2955,71
RECV3-3,3110,24
PETR3-3,1546,05
PETR4-2,8441,01
CXSE3-2,5920,72

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
MBRF37,0815,89
TOTS36,9529,38
CSNA36,535,71
EMBJ35,3386,90
MRVE34,714,67

Mais negociadas

NegóciosDia (%)
PETR469.644-2,84
WEGE332.3140,89
RAIL329.5431,69
ITSA428.4372,01
VALE326.8220,60
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com alta de 0,74%, aos 175.334,46 pontos

  • Máxima: 175.555,23
  • Mínima: 174.048,13
  • Diferença para a abertura: +2.292,51 pontos
  • Volume: R$ 19,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (27): +0,74%
  • Semana: +0,74%
  • Julho: +1,92%
  • 3T26: +1,92%
  • 2026: +8,82%

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