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Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (07/05) com forte queda de 2,51%, aos 185.260 pontos, em um pregão marcado por amplo domínio do fluxo vendedor. Os contratos de mini-índice acompanham um cenário mais cauteloso após a forte queda do Ibovespa, pressionado pela aversão ao risco no exterior e pelas incertezas envolvendo o Oriente Médio. A falta de avanços concretos nas negociações entre EUA e Irã voltou a elevar a tensão sobre o Estreito de Ormuz, enquanto Wall Street também encerrou no negativo.
No Brasil, mesmo com a produção industrial acima do esperado, o índice foi pressionado principalmente pelas quedas de bancos, além do recuo de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4). Para o trader de mini-índice, o cenário segue de volatilidade elevada, com foco no noticiário externo, na temporada de balanços e no payroll dos EUA, destaque da agenda econômica.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com forte movimento de baixa, mantendo negociações abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça a continuidade da pressão vendedora.
Para seguir com o fluxo de baixa, será necessário romper a região de suporte em 185.160/185.000. Caso essa faixa seja perdida, o índice tende a intensificar o movimento vendedor em direção a 184.630/184.215, com alvo mais longo em 183.865/183.365.
Por outro lado, uma reação compradora dependerá da superação da resistência em 185.890/186.410. Se romper essa faixa, vejo espaço para recuperação até 187.230/188.040, com projeção mais longa em 189.040/189.685.
No gráfico diário, observo que o índice segue em forte tendência de baixa, após mais uma sessão negativa e renovando pressão sobre suportes importantes. O ativo continua negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, mantendo o viés vendedor no curto prazo. Para uma recuperação mais consistente, será necessário superar a região de 190.050/192.600, mirando inicialmente 195.430/197.040.
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Já a perda de 185.180/183.645 pode acelerar ainda mais o movimento corretivo, com próximos suportes em 180.150/176.630. O IFR (14), em 35,85, segue em região neutra, mas já se aproxima de níveis mais próximos de sobrevenda.

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WINM26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice também mantém forte viés de baixa, operando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça a predominância do fluxo vendedor.
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Para continuidade da queda, será necessário romper a faixa de suporte em 185.260/185.000. Caso isso aconteça, o ativo pode buscar 183.865/181.880, com alvos mais longos em 180.150/178.425.
Por outro lado, a retomada do fluxo comprador depende da superação da resistência em 186.395/187.230. Acima dessa faixa, o índice pode avançar até 188.515/191.115, com projeções mais longas em 192.600/193.850.

(Rodrigo Paz é analista técnico)
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