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O desempenho do fundo de laje corporativa CSHG Real Estate HGRE11 contribui para um dia positivo no Ifix – índice dos fundos imobiliários mais negociados na Bolsa –, que encerrou a sessão em alta de 0,36%, aos 2827. A carteira da gestora Credit Suisse Hedging-Griffo liderou os ganhos entre as cotas que fazem parte do índice, com ganho de 5,95%.
A sessão desta quinta-feira ajudou o fundo a ir para o terreno positivo no ano. No acumulado de 23, o HGRE11 registra ganhos de 3,1%.
Na noite de quarta-feira, a gestora do fundo protocolou na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) o relatório sobre o desempenho da carteira. Os números mostram uma leve melhora da vacância entre janeiro e fevereiro, que passou de 22,2% para 22%.
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O documento mostra ainda que 82% das receitas do fundo têm classificação entre A e AAA, que são as de melhores condições. O objetivo é que essa fatia chegue a 95% da receita contratada.
Já o destaque negativo ficou com o fundo de lajes corporativas Rio Bravo Renda Corporativa RCRB11, que recuou 4,02%.
O fundo anunciou a renovação de contrato de aluguel com a Roland Berger, que é locatária de um espaço do fundo em um edifício na região Itaim Bibi, em São Paulo (SP).
A renovação da locação do 15º andar do edifício JK Financial Center, que tem 876,5 metros quadrados, foi feita por 60 meses. A consultoria já está há 20 anos no local e representa atualmente 9,6% das receitas do fundo.
Com esse aditivo, a média de vencimentos dos contratos do fundo está em 4,6 anos. Como não houve reajuste de valores, não é esperado impacto no rendimento do fundo.
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Maiores altas desta quinta-feira (27):
| Ticker | Nome | Setor | Variação (%) |
| HGRE11 | CSHG Real Estate | Lajes Corporativas | 5,95 |
| XPML11 | XP Malls | Shoppings | 5,38 |
| RZAK11 | Riza Akin | Títulos e Val. Mob. | 3,28 |
| RBRP11 | RBR Properties | Híbrido | 2,81 |
| HCTR11 | Hectare | Títulos e Val. Mob. | 2,26 |
Maiores baixas desta quinta-feira (27):
| Ticker | Nome | Setor | Variação (%) |
| RCRB11 | Rio Bravo Renda Corporativa | Lajes corporativas | -4,02 |
| SARE11 | Santander Renda | Híbrido | -1,71 |
| XPCI11 | XP Crédito Imobiliário | Títulos e Val. Mob. | -1,52 |
| HGFF11 | CSHG FoF | FoF | -1,30 |
| KNRI11 | Kinea Renda Imobiliária | Híbrido | -1,17 |
Fonte: B3
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HGLG11 e outros fundos em oferta pública; RNGO11 tem novo inquilino
Confira as últimas informações divulgadas por fundos imobiliários em fatos relevantes:
HGLG11 e outros fundos em processo de captação
Há R$ 8,4 bilhões no pipeline de ofertas públicas já anunciadas de fundos imobiliários atualmente, das quais 71% correspondem a FIIs de “papel” – que investem em ativos financeiros ligados ao setor imobiliário. Os dados são de um levantamento realizado pela Santander Corretora.
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Em março, os FIIs captaram aproximadamente R$ 600 milhões com a emissão de cotas. No acumulado do ano, o valor chega a R$ 3,4 bilhões, de acordo com informações apuradas pela gestora Hedge Investments.
Das ofertas públicas já encerradas, 57% dos recursos foram captados por fundos de “papel”. “Mesmo com parte relevante dos fundos negociando com deságio (preço de mercado vs. valor patrimonial), estamos observando uma retomada das ofertas, em especial dos FIIs com gestão mais ativa, como HGLG11 e TRXF11“, dizem os analistas do Santander.
Outros segmentos que também predominaram nas ofertas realizadas neste ano foram os de renda urbana (15%) e corporativo (9%).
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No relatório “Raio X do Mercado de Fundos Imobiliários”, o Santander analisa 54 fundos e apresentou três alterações de recomendação. O FII Devant (DEVA11), que tinha recomendação de manutenção, passou para venda, enquanto o RBR Log (RBRL11) passou de compra para manutenção e o CSHG Logística (HGLG11), de manutenção para compra.
Já a carteira recomendada do Santander para fundos imobiliários possui 12 FIIs, sendo quatro de recebíveis (CVBI11, HGCR11, KNCR11, MCCI11), quatro híbridos (SARE11, TGAR11, TRXF11, HGRU11), dois logísticos (BTLG11, VILG11) e um de shoppings (XPML11), de escritórios (VINO11) e fundo de fundos (RBRF11).
RNGO11 tem novo inquilino no Rio
O fundo Rio Negro RNGO11 fechou um novo contrato de locação com a empresa Avus Descontos e Promoções, que atua na área de soluções e benefícios em saúde.
O contrato de aluguel será o do conjunto 111 do 12º andar do Edifício Demini, com área de 678,18 metros quadrados e localizado no Centro Administrativo Rio Negro.
O contrato é de 60 meses tendo início em 1º de maio. Em caso de rescisão antecipada, a locatária deverá solicitar com antecedência de 120
(cento e vinte) dias, além de ressarcir a carência e descontos concedidos, de forma integral.
O aluguel será reajustado pelo IPCA e o impacto no rendimento das cotas será de aproximadamente R$ 0,017, após o final do período de carência no segundo semestre de 2023.
Com a nova locação, a vacância projetada do fundo é de 27,61%.
[ativo=GVBI11] atualizada cronograma da oferta
O VBI GREENPOWER [ativo=GVBI11] comunicou um novo cronograma para a oferta primário de emissão de cotas do fundo. A oferta foi registrada no início de março.
Pelo novo cronograma, o período de desistência para os investidores que manifestaram interesse na subscrição vai do dia 27 de abril até 4 de maio.
Já o período de subscrição tem prazo para encerrar em 24 de agosto e a liquidação está programada para 31 de agosto.
LFTT11 faz amortização de cotas
O Loft II LFTT11 irá fazer uma amortização de cotas das classes A, B e D do fundo no valor de R$ 18,2 milhões, segundo informou a MAF, administradora do fundo, em fato relevante.
A amortização considera 2 milhões de cotas da classe A ao preço de R$ 6,39. As da B (600 mil) têm o valor de R$ 6,42 e as da classe D (665 mil), R$ 2,33.
A data base para essa operação é o dia 26 de abril e o depósito aos cotistas será feito em 11 de maio.
OUJP11 informa que XP não é mais formadora de mercado do fundo
A XP Investimentos deixou de ser a formado de mercado das cotas do fundo
Ourinvest JPP OUJP11, segundo comunicado a Finaxis, administradora do fundo.
A carteira tem gestão da JPP Capital e Fator Asset.
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Giro Imobiliário: recuperação judicial da Gramado Parks e correção do FGTS
Justiça suspende prazos da recuperação judicial da Gramado Parks
A Justiça suspendeu os prazos da recuperação judicial das empresas do Grupo Gramado Parks, que possui empreendimentos de lazer e imobiliários, uma vez que a companhia dará início a um processo de mediação de conflitos com a securitizadora Fortesec, sua principal credora.
O Grupo Gramado Parks tem uma dívida de cerca de R$ 1,36 bilhão e é o emissor de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) que estão na carteira de diversos fundos de investimento imobiliário (FIIs).
O juiz Silvio Viezzer, da Vara Regional Empresarial de Caxias do Sul (RS), acatou o pedido das empresas recuperandas e da securitizadora para a realização da mediação e, por isso, os prazos foram suspensos até o dia 2 de maio. A Faleck Mediação irá conduzir esse processo.
Correção do FGTS em pauta no STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira (27), a partir das 14h, o julgamento sobre a correção do rendimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Desde o início dos anos 1990, o saldo depositado no FGTS rende 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR).
Iniciado na semana passada, o julgamento tem 2 votos a favor de equiparar o rendimento do fundo à poupança. Ainda faltam os votos de 8 ministros do Supremo, pois a Corte ainda não conta com o voto do 11° ministro desde a aposentadoria de Ricardo Lewandowski.
Os ministros Luís Roberto Barroso e André Mendonça votaram para que a remuneração do FGTS não pode ser inferior ao rendimento da caderneta. Relator do processo, Barroso, afirmou em seu voto que correção atual não repõe perdas inflacionárias, mas defendeu que a decisão não seja retroativa — o que contraria o pedido do Partido Solidariedade.
Se a marioria dos ministros seguir o voto do relator, a mudança na remuneração do FGTS passaria a valer só a partir da publicação da decisão do STF. Isso encerraria todos os processos que tramitam no Judiciário pedindo a reposição das perdas para a inflação — e evitaria um impacto de ao menos R$ 661 bilhões aos cofres da União, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU).
São Carlos (SCAR3) vende “prédio do Mappin”
A São Carlos (SCAR3) comunicou que celebrou Escritura Pública de Compra e Venda, através da qual alienou a totalidade do Edifício João Brícola (Imóvel), por R$ 71,5 milhões, integralmente recebidos nesta quarta-feira (26).
O imóvel fica no Centro de São Paulo e é mais conhecido por ter abrigado a Lojas Mappin.
O valor da transação foi 11,9% inferior ao NAV (Net Asset Value).
Inflação do aluguel
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,95% em abril, após alta de 0,05% em março, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (27) pelo FGV/Ibre. Com o resultado, o índice acumula retração de 0,75% no ano e queda de 2,17% em 12 meses. O consenso Refinitiv esperava queda menos intensão do indicador no mês, de 0,74%.
Em abril de 2022, o índice tinha mostrado variação positiva de 1,41% e acumulava alta de 14,66% em 12 meses.
Segundo André Braz, coordenador dos índices do FGV/Ibre, os preços de importantes commodities para o setor produtivo seguem em queda: soja (-9,34%), milho (-4,33%) e minério de ferro (-4,41%). Isso abre espaço para a descompressão dos custos de segmentos varejistas favorecendo a chegada desses efeitos nos preços ao consumidor.
Dividendos da Trisul (TRIS3)
Os acionistas da Trisul (TRIS3) aprovaram o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios e dividendos complementares no valor de R$ 25 milhões, equivalente a 0,137277752946368 por ação ordinária.
Terão direito ao dividendo declarado as pessoas inscritas como acionistas na data-base de 26 de abril de 2023.
As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 27 de abril de 2023.
O pagamento será realizado integralmente em duas parcelas de igual valor, sendo a primeira parcela paga até 30 de junho de 2023, e a segunda parcela paga em 30 de setembro de 2023.
Log Commercial Properties (LOGG3)
A Log Commercial Properties (LOGG3), que atua no segmento de construção, venda e locação de galpões logísticos, reportou lucro líquido de R$ 29,1 milhões no primeiro trimestre de 2023, ante R$ 132,3 milhões em igual período de 2022, representando uma queda de 78%.