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Parte importante do futuro não é presente

Você está trabalhando sem orçamento de 2018 sabe que está definitivamente no futuro. Ele não está chegando de uma vez só com poucos, na montagem do seu mecanismo de planejamento. Haja reunião, revisão e muita reflexão.

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(Shutterstock)

(*) Por Fábio Frezatti

Você está trabalhando sem orçamento de 2018 sabe que está definitivamente no futuro. Ele não está chegando de uma vez só com poucos, na montagem do seu mecanismo de planejamento. Haja reunião, revisão e muita reflexão.

Em algum momento, o instrumento que é aprovado, é necessário que seja necessário para permitir o funcionamento direto da organização, implementando suas estratégias. A partir do valor desejado e complemento do futuro vira real.

O orçamento é o instrumento de gestão mais pesquisado no mundo e, na sua maioria, com uma opinião crítica de insatisfação. Uma insatisfação pode estar ligada à percepção de baixa utilidade, ou baixa participação, ou de baixa eficiência, ou à flexibilidade para ajustar o mecanismo, tanto em dificuldade de dificuldades como oportunidades emergentes. As críticas são variadas, desde uma contestação da necessidade de existência até a dificuldade com uma elaboração e mesmo com o uso.

Uma parte relevante do conhecimento sobre o estilo de orçamento que é uma adota de organização, sua solução no seu estilo de gestão. Adler & Borys, dois pesquisadores contemporâneos, identificaram dois extremos. Um deles denominaram de modelo coercitivo. É uma abordagem em que, na maior parte dos dois anos envolvidos, a decisão vem pronta e não existe preocupações com participação e contribuição dos colaboradores. Nessa abordagem não existe para o colaborador preparado, informações sobre o estritamente necessário para que você saiba o seu orçamento, num sentido bem operacional.

Adicionalmente, não existe informações sobre o ambiente macro da empresa e seu ambiente de contato externo. No que é o ue é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que é o que você quer? Decisões e implementações do estilo “top down” existem em qualquer empresa mas um reflexão sobre o grau e se, como estilo,

O outro estilo de gestão e denominado modelo facilitador. Nesse caso, o orçamento é visto como um instrumento que permite entender, ajustar, transplantar resultados favoráveis ??e mudar a empresa. Existe uma percepção de participação e estimuladas sugestões de inovação incorporadas não apenas um documento formal. Os colaboradores se sentem atualizados e preparados para participar do orçamento e também informados sobre os elementos macro, da empresa e do seu ambiente externo de negócios.

Por fim, no momento em que o previsto e realizado evidenciam o desempenho, é fundamental que uma reunião com a percepção dos colaboradores de que sabem o que fazer a partir do resultado obtido. É o futuro atualizado, otimo ou o resultado final foi favorável, ou quando foi desfavorável. Esse é o processo de planejamento que gera impacto favorável no ambiente.

Comprometimento como estimulador para que os colaboradores entendam esteja disponível no futuro acontecer é importante? Muito. Qual estilo fornecer maior chance de comprometimento dos colaboradores? Provavelmente o segundo. Mudar modelo de gestão não é algo que se faça de uma hora para outro e pode ser complicado no meio de um ciclo de montagem de orçamento, em algum momento, deveria ser autorizado. Afinal é o colaborador que vai fazer o futuro virar resultado do sucesso real.

(*) Fábio Frezatti - Coordenador do Laboratório de Pesquisas em Práticas Gerenciais – FEA USP

Importante: As opiniões contidas neste texto são do autor do blog e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney.

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Luciane Reginato

​​ É professora da FEA/USP. Graduada em Ciências Contábeis pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, mestre em Ciências Contábeis pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, com imersão em pesquisa em Montreal/Canadá, e doutora em controladoria e contabilidade pela USP.

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Marta Grecco

Doutora em Administração de Empresas pelo Mackenzie com doutorado-sanduíche na Universidad de Salamanca (Espanha), mestre em Controladoria e Contabilidade pela FEA-USP e graduada em Ciências Contábeis pela FEA-USP. Professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da FIPECAFI e professora na FUNDACE e no CRC-SP.

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Valdir Domeneghetti

Mestre em Administração pela FEA-RP/USP. Especialista pela FIPECAFI/USP em Auditoria Interna e também em Gestão de Negócios de Atacado. Graduado em Administração. Funcionário do Banco do Brasil por 26 anos tendo atuado nas redes de Atacado/Varejo e Auditoria Interna.

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Paschoal Russo

Doutor em Ciências Contábeis e Controladoria pela FEA / USP, Mestre em Ciências Contábeis pela FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado), MBA em Finanças pela FIA (FEA/USP) e Graduado em Engenharia Industrial Mecânica pelo Centro Universitário da FEI de São Bernardo do Campo - SP. É professor da FIPECAFI (FEA / USP) e da FIA.

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Fipecafi

Fundada em 1974, a Fipecafi - Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras - é hoje uma das principais instituições de ensino e pesquisas do segmento de contabilidade, finanças, auditoria e atuária. Ligada ao departamento de contabilidade e atuária da FEA/USP, oferece cursos de graduação, pós-graduação, MBA, mestrado profissional, extensão, educação executiva, e-learning e In Company.

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Ana Braun Endo

Jornalista, especialista em Marketing e mestre em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo. É doutoranda em Ciências da Comunicação pela ECA/USP e em Gestão da Informação pela Universidade nova de Lisboa. É professora convidada em programas de pós-graduação lato sensu e consultora de marketing educacional na FIPECAFI/FEA-USP e na PUC-Campinas.

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Wellington Rocha

Bacharel em Contabilidade pela Universidade de São Paulo. Mestrado e doutorado em Controladoria e Contabilidade, também pela USP, com foco em Gestão Estratégica de Custos. Formado pela Harvard Business School em aplicação do Método do Caso no ensino de Administração. É coordenador do Laboratório de Gestão de Custos da USP e membro do corpo docente do Departamento de Contabilidade e Atuária da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. É também autor ou coautor de 46 artigos publicados em periódicos e mais de 40 trabalhos apresentados em congressos nacionais e internacionais. Apresentou mais de setenta palestras no Brasil e no exterior.

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