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Desde 2018 o acionista da CVC (CVCB3) não tem um trimestre de paz. Primeiro foi a crise da Avianca, depois o vazamento de óleo no Nordeste, seguido pela detecção de erros em balanços anteriores. E para fechar, a mãe de todas as crises: coronavírus.
Com o avanço da vacinação no Brasil e um trimestre que tem tudo para ser de destravamento da demanda reprimida a CVC pode finalmente ver terminar essa era da sofrência intensa.
Para avaliar as consequências que o retorno ao velho normal podem trazer para a companhia e suas ações, convidamos Paulo Lopes, da Equitas, que investe na empresa desde 2016.
“A companhia está melhor posicionada que qualquer um para essa retomada. Tem uma marca forte e uma rede de distribuição inigualável”, explica.
Para ouvir a conversa completa, é só clicar no play.