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A ex-ministra do Planejamento e pré-candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet, afirmou que o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro seria “facilmente derrotado” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno das eleições presidenciais.
Em entrevista ao SBT News, Tebet disse torcer para que Flávio dispute diretamente contra Lula nas urnas. “Torço para tê-lo nas urnas contra o candidato Lula. Porque vai ser um candidato fácil de ser derrotado”, declarou.
A ex-ministra também afirmou que as pesquisas eleitorais já demonstram desgaste na imagem do parlamentar após o The Intercept Brasil divulgar áudios e mensagens envolvendo tratativas entre Flávio e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, sobre o financiamento do filme “Dark Horse”.
“As pesquisas já mostram o resultado e o tombo do pré-candidato. Na realidade, o pré-candidato Flávio Bolsonaro tem muito a explicar em várias questões”, afirmou Tebet.
Na entrevista, a ex-ministra retomou críticas antigas relacionadas ao patrimônio do senador. “Teve o comércio de chocolates que ele dizia faturar tanto e que teria capacidade para comprar dezenas de imóveis”, acrescentou.

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Na noite de quarta-feira (20), foi anunciada uma mudança na equipe de comunicação da pré-campanha, com a saída do coordenador Marcello Lopes. Com a mudança, a pré-campanha fica a cargo do publicitário Eduardo Fischer, que assume o posto.
Em nota, a equipe de Flávio afirmou que Marcello esteve com o pré-candidato durante a tarde de quarta-feira, quando teria comunicado que não poderia mais colaborar com a equipe. A saída foi feita em comum acordo, segundo eles.
Marcello vinha sendo criticado por aliados de Flávio e integrantes do PL por causa da condução da resposta do senador à crise, desde a divulgação do vídeo em que o parlamentar tenta se explicar sobre a relação com Vorcaro.
Outra medida de contenção do Partido Liberal foi encomendar uma pesquisa para medir o impacto político da crise. Segundo relatos feitos ao Globo, o levantamento servirá como base para que o partido decida os próximos passos da estratégia eleitoral do senador após o desgaste provocado pela publicação do The Intercept.