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Política

Papa pede mediação na tensão entre EUA e Coreia e diz que fracasso nas negociações pode ter consequências catastróficas

O Papa Francisco sugeriu um país já com experiência em mediação e conciliação, como a Noruega, para tentar esfriar  a situação na região da Península Coreana

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O Papa Francisco defendeu que o acirramento das tensões entre Estados Unidos e Coreia do Norte deve ser resolvido pela via diplomática, e que para isso, a mediação é um caminho válido. Ele falou sobre o conflito entre Pyongyang e Washington, durante uma conversa com jornalistas, que o acompanharam na viagem aérea de regresso do Cairo, no Egito, para o Vaticano, no último sábado, (29).

Francisco sugeriu um país já com experiência em mediação e conciliação, como a Noruega, para tentar esfriar  a situação na região da Península Coreana. Ele expressou sua preocupação com a escalada de tensões e disse que acreditar que boa parte da humanidade poderia ser destruída em qualquer guerra generalizada.

O Pontífice disse que está pronto para receber o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que no mês que vem deverá visitar a Europa. Segundo ele, ainda não há informação de que Washington tenha feito um pedido formal para um encontro, mas Francisco disse que está disponível para se reunir com Trump.

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Trump estará na Sicília entre os dias 26 e 27 de maio, para uma reunião dos Chefes de Estado do G7, o bloco dos países mais ricos do mundo, mas a Casa Branca ainda não confirmou se o presidente norte-americano visitará o Papa em Roma. Em geral os presidentes vão até o Vaticano, quando visitam à Itália.

Na conversa com jornalistas de diversas agências, o Papa disse que o fracasso na negociação com Pyongyang e a continuidade dos testes com misseis nucleares no país, poderia levar o mundo a consequências catastróficas.

Ele sugeriu a Noruega porque o país tem vasta experiência em mediação de conflitos, tendo participado de negociações secretas entre Israel e Palestina nos anos de 1990, e recentemente fez parte da mesa de negociações entre o governo da Colômbia e as Forças Revolucionárias da Colômbia (FARC), que firmaram um acordo de paz no ano passado, depois de meio século de conflito armado.