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Otimismo do consumidor é o mais baixo desde o fim da crise econômica mundial

Índice de Expectativa do Consumidor registra leve queda em junho, de 0,3%; no confronto anual também houve queda

SÃO PAULO – O otimismo do consumidor voltou a cair, atingindo no mês de junho deste ano o menor patamar desde o fim da crise econômica mundial, em junho de 2009.

De acordo com o Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor), divulgado nesta quinta-feira (30) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), o índice apresentou leve queda de 0,3% entre maio e junho de 2011.

No mesmo sentido, entre junho deste ano e o mesmo mês do ano passado, o índice mostrou baixa de 2,6%. Segundo o economista da CNI, Marcelo Azevedo, a forte queda no Inec desde outubro de 2010 pode ser tomada como um reflexo do intenso crescimento do índice logo após a crise.

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Azevedo ainda pontua, entre os fatores para o resultado, o atual cenário econômico desfavorável ao consumo, decorrente de inflação e taxa de juros em alta, assim como a contenção do crédito.

Mais quedas do que altas
A pesquisa mostra que quatro dos seis indicadores que compõem o índice apresentaram queda na comparação com maio: situação financeira (-0,9%), expectativa de desemprego (-1,2%), expectativas quanto à renda pessoa (-0,4%) e compras de bens de maior valor (-0,3%).

Por outro lado, a expectativa quanto à inflação subiu 0,4% e o endividamento subiu 0,7%, ambos frente ao mês anterior.

Os índices que obtiveram maior pontuação foram os da expectativa de desemprego (130,6 pontos), de expectativa de renda pessoal (112,1 pontos) e de compras de bens de maior valor (111,9 pontos). Os piores colocados foram os de expectativa de situação financeira (111,7 pontos), endividamento (105,6 pontos) e de inflação (100,4 pontos).