Lula inicia radioterapia preventiva após retirada de câncer de pele

Presidente fará 15 sessões no couro cabeludo ao longo de três semanas, segundo o Hospital Sírio-Libanês

Marina Verenicz

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante anúncio de investimentos da Petrobras em São Paulo. Foto: Ricardo Stuckert / PR
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante anúncio de investimentos da Petrobras em São Paulo. Foto: Ricardo Stuckert / PR

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento complementar de radioterapia superficial no couro cabeludo, pouco mais de um mês após passar por uma cirurgia para retirada de um câncer de pele.

O procedimento foi realizado na unidade do Hospital Sírio-Libanês. Em boletim médico, a equipe responsável classificou a intervenção como preventiva e informou que o presidente manterá a rotina de trabalho normalmente durante o tratamento.

O protocolo prevê 15 sessões curtas de radioterapia, com duração aproximada de dois minutos cada, distribuídas ao longo de três semanas.

A nova etapa do acompanhamento médico ocorre após a retirada de uma lesão cancerígena em 24 de abril, em São Paulo. Na ocasião, o Planalto informou que o procedimento havia sido bem-sucedido e que o presidente seguiria sob monitoramento clínico.

A radioterapia superficial é utilizada em casos dermatológicos para reduzir riscos de recorrência após retirada de lesões na pele, especialmente em regiões mais expostas ao sol, como o couro cabeludo.

O procedimento é considerado menos invasivo do que tratamentos radioterápicos convencionais porque atua em camadas mais superficiais da pele.

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Em fevereiro deste ano, Lula já havia passado por outro procedimento dermatológico. Na época, os médicos realizaram uma cauterização para tratar uma queratose, condição caracterizada pelo espessamento da camada superficial da pele.