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O presidente da Fifa, Gianni Infantino, já conseguiu o apoio formal de mais de 200 federações para se reeleger a um quarto mandato à frente da entidade, segundo apuração do jornal britânico The Guardian.
O apoio vem mesmo em meio a críticas à sua gestão, impulsionadas pela retirada da suspensão do jogador norte-americano Folarin Balogun, que recebeu um cartão vermelho em uma partida da Copa do Mundo de 2026. A intervenção inédita aconteceu após um pedido do presidente Donald Trump, o que deu ao caso contornos de escândalo, embora Infantino alegue que a decisão tenha sido técnica.

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Até o momento, das 211 associações-membro da Fifa, menos de 10 ainda não enviaram cartas de apoio a Infantino, de acordo com apuração do Guardian. O cenário indica que o presidente da entidade deve vencer a reeleição com folga em março do próximo ano.
Algumas poucas federações europeias não enviaram cartas de apoio, mas a maioria é de países pequenos, com pouca força para se opor ao atual mandatário. A Federação Alemã de Futebol (DFB) é a maior entre as que recusaram apoio a Infantino.
Os apoios foram colhidos antes do início da Copa do Mundo e, portanto, antes do caso Balogun, o que pode ter feito algumas federações se arrependerem do posicionamento adotado. Por isso, nos últimos 10 dias, vem ganhando força a ideia de uma candidatura alternativa de outro europeu, aponta o jornal britânico.
O prazo para a oficialização das candidaturas termina em 18 de novembro. Até lá, é possível retirar ou trocar cartas de apoio, mas, até o momento, não há outro nome na disputa.
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