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A Federação Alemã de Futebol (DFB) se recusou a assinar uma carta de apoio à recondução de Gianni Infantino à presidência da FIFA, segundo informações de bastidores apurada pelo jornal alemão BILD. A candidatura será formalmente apresentada no congresso da entidade que gere o futebol, agendado para março de 2027, em Rabat, no Marrocos.
Durante a Copa do Mundo, o diretor da FIFA, Elkhan Mammadov, do Azerbaijão, que é responsável pela Europa, visitou as 16 associações nacionais europeias participantes e solicitou verbalmente apoio à candidatura de Infantino no ano que vem.
No entanto, a DFB recusou-se a assinar uma carta de apoio, ao contrário de outras associações, que se arrependeram disso após o caso do cartão vermelho ao americano Balogun, que foi anulado a pedido do presidente Donald Trump.
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O jornal alemão, no entanto, reconhece que há grandes chances de uma reeleição de Infantino, uma vez que as associações continentais da África, Ásia e América do Sul já prometeram seu apoio.
Mas Infantino sofre outra ameaça: o Comitê Olímpico Internacional (COI), do qual Infantino é membro como chefe da Fifa, recebeu uma reclamação contra ele da organização britânica de direitos humanos FairSquare.
Infantino é acusado de violar as regras do COI sobre neutralidade política devido às suas relações próximas com Trump, a quem Infantino homenageou com o fictício Prêmio da Paz da FIFA, entre outras coisas.
O presidente da FIFA também participou do recém-criado conselho de paz de Trump, que a maioria dos chefes de Estado europeus não reconhece. A presidente do COI, Kirsty Coventry, já indicou que irá lidar com o caso Infantino.