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O Conselho Nacional de Política Mineral aprovou, nesta quinta-feira (2), a criação de um grupo de trabalho para estudar a possível contribuição do uso de urânio no Programa Nuclear Brasileiro e em outros programas estratégicos para a defesa do país e a transição energética.
“O Brasil reúne todas as condições para ocupar posição de destaque na cadeia global do setor nuclear, sempre com finalidade pacífica e em respeito à Constituição. O Governo do Brasil trabalha para transformar nossas reservas minerais em desenvolvimento tecnológico, segurança energética e fortalecimento da soberania nacional”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), em nota.

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O grupo deverá mapear o estágio das pesquisas sobre os recursos e as reservas minerais nucleares no país, com foco no urânio, e será responsável por estimar o potencial de produção desses minerais com base na infraestrutura já existente no Brasil, além de identificar as demandas dos programas citados.
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A resolução assinada nesta quinta-feira também reafirma que a atividade nuclear no Brasil se destinará exclusivamente a fins pacíficos, em consonância com os compromissos internacionais assumidos pelo país.
O colegiado terá duração de 90 dias, contados a partir da nomeação dos membros. O relatório final será submetido ao Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM).
A justificativa apresentada é de que o país está entre os que possuem as maiores reservas conhecidas de urânio no mundo, além de dominar todas as etapas do ciclo do combustível nuclear.