Flávio Bolsonaro celebra aprovação da Dosimetria no Senado: “sacrifício heroico”

No X, ele escreveu que Jair Bolsonaro "se sacrificou" em nome de outros condenados do 8 de janeiro

Sara Baptista

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião para sabatinar indicados para o Superior Tribunal Militar (STM), Procuradoria-Geral da República (PGR), Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Em discurso, à bancada, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião para sabatinar indicados para o Superior Tribunal Militar (STM), Procuradoria-Geral da República (PGR), Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Em discurso, à bancada, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

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O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu à aprovação no Senado do PL da Dosimetria, que reduz as penas de seu pai, Jair Bolsonaro, e outros condenados pela trama golpista.

Flávio publicou um vídeo em suas redes sociais no qual afirma que o projeto aprovado não é exatamente o que estava buscando, “mas é o que era possível”. Ele parabenizou e agradeceu deputados e senadores pela aprovação do projeto.

No X, ele escreveu que Jair Bolsonaro “se sacrificou” em nome de outros condenados do 8 de janeiro. “Jair Bolsonaro ainda está longe de voltar para casa, mas ele aceitou esse sacrifício heroico em prol de um bem maior”.

O texto aprovado pelo Senado restringe o benefício da redução de penas somente aos condenados pela trama golpista e pelo 8 de janeiro, fechando brechas da versão aprovada na Câmara, que possibilitavam que condenados por outros delitos também tivessem as penas reduzidas.

O texto do PL da Dosimetria agora vai à sanção presidencial e Lula já indicou que deve vetá-lo.

Flávio Bolsonaro foi indicado pelo pai para substituí-lo como candidato à Presidência em 2026. Ainda que tenha as penas reduzidas, Jair Bolsonaro está inelegível e deve ficar preso até 2029.

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