RADAR INFOMONEY Méliuz (CASH3): o que explica a disparada da ação? Por que ela está subindo mais de 7% só nesta sexta?

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Em minuta, Fed mantém inflação como principal fonte de risco

Ainda não há garantias de sustentabilidade da recente diminuição de pressões inflacionárias, diz Fed

SÃO PAULO – O Federal Open Market Committee, comitê de mercado aberto do banco central dos EUA, publicou nesta quinta-feira (19) a minuta de sua última reunião realizada ao final de junho, quando manteve inalterado o juro básico norte-americano em 5,25% ao ano.

O Fed manteve como sua principal preocupação o controle da inflação. Mesmo que os núcleos da inflação tenham caminhado para dentro do intervalo considerado confortável – de 2% em termos anualizados -, ainda não há garantias de que este fenômeno seja sustentado.

O banco central norte-americano até reconheceu que os recentes dados sobre o nível geral de preços se mostraram favoráveis. Entretanto, estes parecem ter sido afetados por fatores transitórios.

Crescimento acelerando

A respeito do crescimento econômico, a autoridade monetária salientou que os riscos se mostraram mais balanceados na região de junho vis-à-vis o observado no encontro de maio.

Para o Fed, há sinais de retomada de um ritmo maior de expansão da economia no segundo trimestre, após um fraco desempenho nos três primeiros meses do ano, mesmo diante da deterioração do setor imobiliário.

Dentro deste contexto, voltou a ser reiterado que as próximas decisões acerca da Fed Funds Rate dependerão das informações vindouras a respeito da inflação e da atividade econômica.

Longa seqüência

A seqüência de elevações da taxa básica de juro norte-americana, interrompida em agosto, era a maior desde a década de 70. A taxa era de apenas 1% ao ano quando o Fomc iniciou os ajustes, em 2004.