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O coordenador da área econômica da campanha à Presidência de Flávio Bolsonaro (PL), Adolfo Sachsida, negou nesta quinta-feira que, se eleito, o senador privatizará estatais como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobras, e prometeu que um eventual governo Flávio irá ‘fortalecer’ programas sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ao mesmo tempo que reduzirá impostos.
Em vídeo publicado em sua conta no X, Sachsida disse que o ajuste fiscal prometido pelo candidato ‘será focado nos excessos do governo’ e citou redução no número de ministérios e salários de funcionários públicos que, em alguns casos, segundo ele, chegam a R$200 mil.
‘Nós vamos preservar todos os programas sociais, e não é só preservar, não, nós vamos fortalecer os programas sociais. Então, se você que está vendo esse vídeo recebe o Bolsa Família, o BPC, pode ter certeza que nós vamos respeitar, e muito, você e sua família e vamos fortalecer esses programas todos’, disse.

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‘Se você que está vendo esse vídeo é um empresário, saiba que nós vamos reduzir impostos, vamos reduzir burocracia, vamos facilitar a sua vida’, prometeu.
Sachsida, que foi ministro de Minas e Energia no governo Jair Bolsonaro e secretário de Política Econômica do ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, negou ainda que Flávio pretenda privatizar estatais.
‘Se você que está ouvindo esse vídeo é do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e da Petrobras saiba de uma coisa: não existirão privatizações de empresas. Nenhuma dessas empresas será tocada’, disse.
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Mais cedo, o jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem em que afirma que a equipe de Flávio estuda, caso ele seja eleito, mudar a correção dos benefícios da Previdência e do BPC, assim como dos gastos obrigatórios em saúde e educação, com objetivo de obter um corte de R$250 bilhões.
Em seu vídeo, Sachsida não menciona a matéria do jornal, mas pede aos seguidores que não acreditem em ‘fake news’.
‘Nós vamos colocar as contas públicas em ordem respeitando a população brasileira. Então não acredite em fake news’.
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