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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência e deputado federal licenciado, Guilherme Boulos (PSOL-SP), criticou a comparação feita pela também deputada Tabata Amaral (PSB-SP) sobre a produção legislativa dos parlamentares mais votados nas eleições de 2022.
Boulos está licenciado do mandato desde outubro de 2025, quando assumiu a Secretaria-Geral da Presidência a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em vídeo publicado nas redes sociais, Tabata comparou o número de projetos apresentados pelos cinco deputados federais mais votados no pleito de 2022 e quantos deles efetivamente viraram lei após aprovação no Congresso.
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Além de Boulos, a lista citada pela deputada inclui Nikolas Ferreira (PL-MG), Carla Zambelli (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Ricardo Salles (Novo-SP).
Na publicação, Tabata afirma que Boulos teve cinco projetos transformados em lei, número semelhante ao de Nikolas Ferreira, com quatro, e ao de Carla Zambelli, também com cinco. A deputada destaca que, pelos mesmos critérios, teve 32 projetos aprovados e convertidos em lei.
“Isso aqui não é normal, gente. Não pode ser. Milhões de brasileiros que deram seu voto de confiança e que estão recebendo migalhas de retorno”, disse Tabata no vídeo.
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Um post compartilhado por Tabata Amaral (@tabataamaralsp)
Em resposta, Boulos classificou a comparação como “lamentável” e questionou a postura da parlamentar, a quem se referiu como integrante “do campo progressista, ainda mais no momento em que estamos”.
“Tenho muito orgulho dos projetos que aprovei, dentre eles a Lei das Cozinhas Solidárias, que ajudou a tirar o Brasil do Mapa da Fome. Teria vergonha se tivesse votado a favor da Reforma da Previdência de Bolsonaro ou se fosse autor de uma lei que criminaliza as críticas ao genocídio de Israel na Faixa de Gaza”, afirmou Boulos ao rebater a deputada.
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