Renda fixa

Tesouro Direto: taxas pagas pelos títulos públicos recuam nesta segunda-feira

Relatório Focus, com projeções do mercado, trouxe previsões mais otimistas para o PIB do país em 2020

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SÃO PAULO – As taxas oferecidas pelos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, recuam nesta segunda-feira (30).

A atenção hoje se volta ao relatório Focus. A mediana das projeções do mercado para o PIB do Brasil em 2020 teve elevação pela oitava semana seguida e chegou a 2,30%. A estimativa para a Selic, por sua vez, não saiu dos 4,5% ao ano para o fim de 2020.

Para 2019, houve a quarta revisão seguida para cima, que levou a mediana de projeções para o PIB a 1,17%. A inflação marcada pelo IPCA em 2019 deve fechar 4,04%, segundo o Focus, um aumento em relação aos 3,98% prevista há uma semana.

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No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2035 pagava uma taxa anual de 3,38%, recuando em relação aos 3,43% oferecidos na última abertura. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 39,40 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) para investir no papel, ou adquirir o título integralmente por R$ 1.970,21.

Já o título com retorno prefixado e vencimento em 2025 pagava 6,49% ao ano, ante 6,52% a.a. anteriormente.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

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O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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