Prepare-se para pagar

Tesouro Direto: taxa de custódia sobre o valor investido em títulos públicos será cobrada nesta quarta-feira

Cobrança ocorre duas vezes ao ano, nos primeiros dias úteis de janeiro e de julho, e é pago à B3

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(Getty Images)

SÃO PAULO – O investidor com aplicações em títulos públicos por meio do Tesouro Direto já deve se preparar para a cobrança do único custo obrigatório que recai sobre o programa.

Nesta quarta-feira (1º), será feita a cobrança da taxa de custódia, que corresponde a 0,25% ao ano mas é semestral, e recai sobre o valor total aplicado pelo Tesouro.

O montante devido precisa estar disponível para débito e só será cobrado caso o custo ultrapasse R$ 10,00. Se o valor devido for inferior ao mencionado, ele será acumulado à cobrança no semestre seguinte.

A taxa de custódia é sempre cobrada nos primeiros dias úteis de janeiro e de julho. O montante é pago à B3 pelos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos.

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A taxa é provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de compra e é cobrada proporcionalmente ao período em que você mantiver o título.

O custo recai sobre saldos de até R$ 5 milhões. A partir desse montante, a taxa deixa de ser cobrada sobre o valor excedente.

O Tesouro Direto já enviou e-mails aos investidores nesta terça-feira alertando sobre a cobrança, com os valores a serem pagos a cada instituição financeira nas quais houver alguma aplicação em títulos públicos.

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