A partir do dia 1º de junho

Investidores com mais de R$ 5 milhões no Tesouro Direto terão de pagar taxa de custódia

Custo será de 0,25% ao ano sobre valor aplicado; única exceção de isenção no programa será de investimentos no montante de até R$ 10 mil no Tesouro Selic

Por  Beatriz Cutait -

SÃO PAULO – A partir do dia 1º de junho, investidores com saldo acima de R$ 5 milhões no Tesouro Direto também terão de pagar à B3 taxa de custódia de 0,25% ao ano sobre o total aplicado por meio do programa. Até então, valores a partir desse montante eram isentos do custo.

Com isso, há apenas uma exceção hoje para a cobrança. Em agosto de 2020, o Tesouro Nacional e a B3 zeraram a taxa de custódia para investimentos de até R$ 10 mil no Tesouro Selic, o título público mais conservador do mercado, como forma de atrair novos investidores ao programa. Desde então, a taxa anual de 0,25% só é aplicada sobre montantes que excedam o estoque de R$ 10 mil por investidor (CPF).

A taxa de custódia é referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos. Ela é provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de compra e, por isso, é cobrada proporcionalmente ao período pelo qual o investidor mantiver o título.

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