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Tesouro Direto: taxas oferecidas pelos títulos públicos recuam na primeira sessão de 2020

Título indexado à inflação com vencimento em 2045 pagava uma taxa anual de 3,33% nesta abertura

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Dinheiro na mão
(Shutterstock)

SÃO PAULO – As taxas oferecidas pelos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, caem nesta quinta-feira (02), primeira abertura de 2020. O movimento prolonga a queda vista na sessão anterior.

O noticiário internacional é destaque nesta manhã. O BC chinês anunciou ontem que reduzirá o compulsório dos bancos a partir do dia 6 para aumentar a liquidez na economia local.

Ainda sobre a China, o presidente americano Donald Trump disse que quer assinar a primeira fase do acordo comercial com o gigante asiático no dia 15 e poderá visitar Beijing em data posterior para discutir a segunda fase, informa a CNBC News.

As bolsas de Nova York reagem positivamente aos eventos, dando fôlego também para o mercado brasileiro. O Ibovespa registrava alta de 1,51%, a 117,4 mil pontos por volta das 11h30.

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No Tesouro Direto, o título indexado à inflação com vencimento em 2045 pagava uma taxa anual de 3,33%, recuando em relação aos 3,38% oferecidos na última abertura. O investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 42,97 (recebendo uma rentabilidade proporcional à aplicação) para investir no papel, ou adquirir o título integralmente por R$ 1.432,39.

Já o título com retorno prefixado e vencimento em 2025 pagava 6,42% ao ano, ante 6,49% a.a. anteriormente.

Confira, a seguir, os preços e as taxas dos títulos disponíveis no Tesouro Direto:

Fonte: Tesouro Direto

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Baixo risco, liquidez e acessibilidade

O Tesouro Direto é considerado a opção de investimento com o menor risco no Brasil e com ampla acessibilidade, dado o investimento mínimo a partir de R$ 30. Outra vantagem do programa diz respeito à liquidez, com a possibilidade de recompra diária dos títulos públicos pelo Tesouro.

O investidor pode aplicar em títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro, se cadastrando primeiro no portal e abrindo uma conta em uma corretora, como a Rico Investimentos, por exemplo, para intermediar as transações. Atualmente, a maior parte das instituições financeiras habilitadas a operar no programa não cobra taxa de administração.

O único custo obrigatório que recai sobre o investimento em títulos públicos pelo Tesouro Direto corresponde à taxa de custódia, de 0,25% ao ano sobre o valor dos títulos, cobrada semestralmente no início dos meses de janeiro e de julho.

Entenda tudo sobre Tesouro Direto neste guia completo:

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