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Taxas dos títulos públicos voltam a acelerar; veja quatro opções para investir já

XP avalia cenário macro e explica como inflação e fiscal impactam os títulos

MoneyLab

A renda fixa voltou ao centro das atenções dos investidores em meio a um ambiente global mais volátil e taxas de juros ainda elevadas. A escalada recente das tensões no Oriente Médio, que impulsionou os preços do petróleo, aumentou as preocupações com a inflação global e pode influenciar o ritmo de cortes de juros nas principais economias, inclusive no Brasil.

Esse contexto também tem impactado os títulos públicos brasileiros. Com o aumento da aversão ao risco e a reprecificação das expectativas de inflação e juros, papéis atrelados ao IPCA voltaram a oferecer juros reais mais elevados.

Após interrupção da tendência de alta nesta terça-feira (10), as taxas voltaram a subir no início da sessão hoje.

Para os analistas da XP, o cenário atual combina juros ainda altos, incertezas fiscais e volatilidade política, fatores que mantêm produtos de renda fixa, como os títulos públicos, como peça importante na estratégia de alocação de portfólio em 2026. Entenda um pouco mais sobre as características desta classe de ativo, assim como seus riscos, tipos, oportunidades e condições oferecidas pelo mercado nesta sexta-feira (13).

Títulos públicos disponíveis na plataforma da XP

NTN-B – MAI/2029

Renda Fixa

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NTN-B – AGO/2030

Renda Fixa

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NTN-B – MAI/2045

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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (13)

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O que dizem os analistas da XP sobre a renda fixa

Na avaliação dos estrategistas da XP, a renda fixa brasileira continua oferecendo retornos nominais e reais elevados em relação ao histórico, o que reforça o papel da classe como componente defensivo das carteiras, especialmente em um ano

No caso dos ativos pós-fixados, os analistas destacam que o patamar atual das taxas atreladas ao CDI segue atrativo. Esse tipo de instrumento tende a preservar seu papel de proteção dentro do portfólio, sobretudo em períodos de incerteza.

Ainda assim, a equipe recomenda atenção à qualidade de crédito dos emissores e à liquidez dos papéis, já que, em alguns casos, os prêmios oferecidos pelo crédito privado podem não compensar os riscos envolvidos.

Já na renda fixa indexada à inflação, o cenário exige mais cautela. A XP observa que a curva de juros reais apresenta inclinação descendente, enquanto as expectativas de inflação implícita permanecem elevadas nos vencimentos mais longos, refletindo preocupações persistentes com o quadro fiscal do país. Nesse contexto, os títulos com prazos intermediários tendem a oferecer uma relação mais equilibrada entre retorno potencial e risco.

Para os papéis prefixados, os estrategistas mantêm uma visão construtiva. A avaliação é de que a inflação deve continuar gradualmente se acomodando dentro da banda superior da meta, o que pode abrir espaço para um ambiente de política monetária menos restritivo ao longo dos próximos trimestres. Caso esse cenário se confirme, o movimento de fechamento da curva de juros nominais pode favorecer esse tipo de ativo.

Mesmo com essas perspectivas positivas, os analistas ressaltam que o ambiente segue cercado de riscos. Questões fiscais domésticas e o cenário global mais instável podem gerar volatilidade adicional nas taxas de juros, principalmente nos vencimentos mais longos. Por isso, a estratégia recomendada busca equilibrar oportunidades de retorno com uma gestão cuidadosa de risco dentro da renda fixa.

Leia também: Relatório mensal de alocação/janeiro – 2026

Tipos de títulos públicos

O mercado secundário de títulos públicos disponibiliza papéis com prazos e rendimentos variados, divididos entre prefixados e pós-fixados. Confira as diferenças:

prefixados: a taxa de juros é fixa e conhecida na hora do investimento. Assim, se você mantiver o papel até o vencimento, terá visibilidade de quanto vai receber de rentabilidade.

Títulos pós-fixados: têm o desempenho atrelado a um indexador que oscila ao longo do tempo. No Tesouro Direto, eles podem ser vinculados à taxa Selic ou ao IPCA (índice oficial de inflação).

Também existem títulos com juros semestrais, que preservam as características dos papéis prefixados ou pós-fixados, mas permitem receber cupons de juros a cada semestre. Dessa forma, em vez de concentrar todos os ganhos somente no vencimento ou resgate, você pode receber parte deles periodicamente, além do valor investido corrigido, somado ao último cupom, na data final.

Conheça alguns títulos públicos disponíveis:

LTN (Letras do Tesouro Nacional) → Tesouro Pré-fixado

Título com taxa de juros determinada no momento da compra (pré-fixada).

Ideal para quem deseja ter mais previsibilidade de quanto irá receber no vencimento.

NTN-F (Notas do Tesouro Nacional – Série F) → Tesouro Pré-fixado com Juros Semestrais

LFT (Letras Financeiras do Tesouro) → Tesouro Selic

NTN-B (Notas do Tesouro Nacional – Série B) → Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais

Vantagens dos títulos públicos

Diversificação: o mercado secundário oferece uma ampla gama de títulos, permitindo que os investidores diversifiquem seus portfólios e possam reduzir o risco geral.  

Praticidade: a compra e venda acontece de forma online, inclusive pela XP, que oferece um ambiente seguro e fácil de usar.

Opções para cada objetivo: há prazos variados, permitindo escolher o papel mais alinhado às suas metas de curto, médio ou longo prazo.

Riscos dos títulos públicos

Apesar de serem considerados como um dos ativos com menor exposição ao risco, todo investimento envolve cuidados. Veja os principais riscos no Tesouro Direto:

Crédito: relacionado à capacidade de pagamento do governo (não há garantia do FGC).

Mercado: oscilações em índices de preços (IPCA, IGP-M), câmbio e taxas de juros podem afetar o valor do título.

Prazo: quanto menor a duration (prazo médio ponderado), menor tende a ser a volatilidade.

Liquidez: se o título for vendido antes do vencimento, o retorno pode ser diferente (maior ou menor) do que o inicialmente previsto.

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