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A gestora Investo lançou nesta terça-feira (9) um ETF (fundo negociado em bolsa) que acompanha grandes empresas – como Banco do Brasil (BBAS3), Eletrobras (ELET3) e Sabesp (SBSP3) – e ainda paga dividendos mensais.
O fundo, cujo ticker é BEST11, segue o índice MarketVector Brazil BESST Quality Index, composto por companhias locais de setores essenciais da economia, como bancos, energia, saneamento, seguros e telecomunicações.
Algumas de BB, Eletrobras e Sabesp, fazem parte do índice também outras gigantes brasileiras, como Itaú Unibanco (ITUB3), Bradesco (BBDC4), BB Seguridade (BBSE3), BTG Pactual (BPAC11), Equatorial (EQTL3), Vivo (VIVT3) e TIM (TIMS3).
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Os critérios de seleção das companhias, segundo a gestora, passam por lucratividade e pagamentos constantes de proventos, sendo selecionadas apenas aquelas que distribuem dividendos em dois dos últimos três anos.
Desde janeiro de 2021, esse indicador acumula valorização de 66,60%, contra 18,83% do Ibovespa no mesmo período (até agosto de 2025), segundo dados levantados pela empresa.
O ETF tem taxa de administração de 0,50% e tem o valor de cota de R$ 100.
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Boom dos ETFs
O Brasil está no meio de um boom de ETFs. Entre meados de 2004 – ano em que o primeiro fundo de índice foi lançado no Brasil – e junho deste ano, a B3 listou cerca de 380 fundos negociados em bolsa.
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Há ETFs para todos os gostos: de renda variável, renda fixa, commodities, entre outros. Em junho, por exemplo, as gestoras Buena Vista Capital e Hashdex lançaram um fundo de índice que combina dois ativos totalmente diferentes: ouro e Bitcoin (BTC). Já em agosto, o mercado ganhou um ETF de empresas argentinas listadas em bolsas dos Estados Unidos.
Riscos
Os ETFs, assim como qualquer aplicação financeira, também carregam riscos. Entre os principais estão o de mercado (variação de preços que eles podem sofrer); de liquidez (ter poucos investidores interessados no produto, o que pode dificultar a venda); e cambial (os fundos em moeda estrangeira podem sofrer com a variação da taxa de câmbio).