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Veja quais são os 4 piores investimentos feitos por muitos brasileiros

Títulos de capitalização estão na lista dos piores investimentos

SÃO PAULO – Uma decisão muito inteligente tomada pelas pessoas é investir o dinheiro que sobra no fim do mês, ou que recebeu de algum bônus da empresa, ou ainda de algum parente. No entanto, muitas vezes, essas pessoas buscam conselhos de investimento nos lugares errados, seja com amigos, colegas de trabalho ou mesmo com o gerente do banco, e acabam fazendo péssimas escolhas de aplicações. O InfoMoney conversou com o planejador financeiro Roberto Seidel, da Patrimono, para descobrir quais são os piores investimentos financeiros feitos por brasileiros.

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1 – Capitalização
Títulos de capitalização de bancos nem chegam a ser considerados um investimento, na visão de Seidel. “Se você parte do princípio que investimento é algo que você aplica esperando um retorno e a capitalização rende muito pouco e o principal motivo para as pessoas estarem lá é o sorteio, ela nem chega a ser um investimento, é perda de dinheiro”, atesta. Seidel vê a capitalização como uma alternativa para um jogo de loteria e não para outras opções de investimento.

2 – Consórcio
Essa é mais uma aplicação financeira que não é considerada por Seidel um investimento. “Certamente o consórcio é uma forma de guardar dinheiro, mas não é um investimento. Ele tem taxa para você deixar seu dinheiro lá guardado”, aponta. Muitas vezes as pessoas recorrem a consórcios para comprar uma casa ou um carro, mas essa não é a melhor opção de acordo com o especialista.

3 – Poupança
A poupança é o investimento preferido da população brasileira. No entanto, sua rentabilidade atual é baixíssima, ficando constantemente abaixo do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), o que significa que, na prática, quem deixa o dinheiro na poupança está perdendo poder de compra. Seidel destaca que a única justificativa para investir na poupança é a aplicação em curtíssimo prazo, e, mesmo assim, ainda é possível encontrar aplicações mais interessantes.

4 – Fundos com altas taxas de administração
Fundos de Renda Fixa como os fundos DI, por exemplo, que demanda pouquíssimo trabalho de seus gestores, não podem ter taxas de administração superiores a 1%. “Se todo fundo DI faz a mesma coisa, o risco é o mesmo e não há justificativa para escolher um fundo com maior taxa. A diferença, no final, pode ser muito grande”, atesta o especialista.

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