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Itaú BBA afasta risco de bear market e aposta em 4 criptomoedas para o início de 2026

Banco destaca melhora técnica em dezembro e diz que preços se afastaram de níveis críticos

Paulo Barros

(Foto: Worldspectrum/Unsplash)
(Foto: Worldspectrum/Unsplash)

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O mercado de criptomoedas começou 2026 com sinais mais construtivos, segundo o Itaú BBA. Após as quedas registradas em outubro e novembro do ano passado, aponta a casa, dezembro trouxe uma recuperação relevante para o Bitcoin (BTC) e outras criptos, afastando o risco imediato de rompimento de suportes de preço que poderia sinalizar o início de um bear market.

Com isso, o banco avalia que o começo de 2026 ocorre em um ambiente de menor risco sistêmico, embora ainda exija seletividade e atenção aos níveis técnicos. Segundo o banco, o momento favorece estratégias mais táticas, com foco em pontos de entrada bem definidos, especialmente no curto prazo, enquanto o mercado busca consolidar a recuperação iniciada no fim de 2025.

Veja as apostas do Itaú BBA em criptomoedas para o início de 2026:

Aproveite a alta da Bolsa!

Bitcoin (BTC)

O Bitcoin iniciou janeiro sem tendência definida no curto prazo, negociando acima da média móvel de 21 dias. Segundo o Itaú BBA, um rompimento da região de resistência em R$ 512.625 pode abrir espaço para novas altas, com alvos nas faixas de R$ 569.415 e R$ 615.460. Em caso de correção, o banco aponta R$ 450 mil como suporte-chave a ser preservado.

Leia mais: Vale investir em Bitcoin em 2026? Mercado vê menos retorno, mas mais segurança

Ethereum (ETH)

O Ethereum também segue sem tendência definida. O Itaú BBA destaca a região de R$ 18.240 como principal resistência. Caso seja superada, o ativo entraria em tendência de alta, com objetivos em R$ 22.250 e R$ 26.250, esta última correspondente à máxima histórica. Para evitar uma reversão negativa de médio prazo, o banco afirma que o ETH precisa se manter acima de R$ 13.015.

Ripple (XRP)

A XRP evitou um cenário de baixa em dezembro e formou nova resistência em R$ 13,10. Segundo o Itaú BBA, um rompimento desse nível pode levar o token a uma tendência de alta de curto prazo, com alvos em R$ 14,40 e R$ 16,80. O suporte relevante está em R$ 9,80, ponto que, se perdido, pode intensificar as quedas.

Solana (SOL)

A solana apresentou recuperação em dezembro e se aproximou da resistência em R$ 780. Para os analistas, a superação desse patamar pode colocar o ativo em tendência de alta de curto prazo, com resistências seguintes em R$ 906,55 e R$ 1.085. No cenário negativo, o suporte mais relevante está em R$ 610,30.

Paulo Barros

Jornalista, editor de Hard News no InfoMoney. Escreve principalmente sobre economia e investimentos, além de internacional (correspondente baseado em Lisboa)