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Selic a 14,75%: veja três fundos de investimento para investir em renda fixa

Ambiente segue atrativo, mas incertezas fiscais ainda pesam no cenário

Daniel Navas

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de cortar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano, sinaliza para o início de um novo ciclo de afrouxamento monetário no Brasil. O primeiro desde 2024.

Apesar do corte, o atual patamar do indicador ainda posiciona o juro real do Brasil como o segundo maior do mundo – além de manter elevada a atratividade dos investimentos de renda fixa.

Neste sentido, fundos de investimentos focados em produtos de renda fixa se apresentam como alternativa para quem quer se proteger dos juros elevados e ainda aproveitar o retorno oferecido por esta modalidade de investimentos.

A seguir, entenda melhor como funciona esse tipo de investimento, suas características, vantagens, riscos e opções disponíveis no mercado.

Opções de fundos de renda fixa para investir

Mag Renda Fixa FIF CI RL

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XP Debêntures Incentivadas IMAB CP Incentivado Infra RF RL

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Western Asset Total Credit Advisory FIC de FIF RF CP

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O que dizem os analistas da XP sobre os próximos passos da Selic

Em relatório divulgado após a decisão do Copom, analistas da XP acreditam que as tensões geopolíticas irão arrefecer, a atividade doméstica terá uma recuperação apenas moderada e a inflação permanecerá dentro do intervalo da meta. Os fatores ajudam na avaliação sobre os próximos passos da Selic.

Seguimos projetando cortes de 0,50 p.p. na taxa Selic nas próximas reuniões, até 12,75%, seguidos por uma pausa para avaliação mais detalhada do período eleitoral e da política fiscal à frente“, destaca o documento.

No entanto, acrescentam os analistas, considerando os desenvolvimentos recentes tanto no cenário global quanto no doméstico, há chances de deterioração do cenário inflacionário, possivelmente impactando as expectativas de inflação. 

Assim, a calibragem monetária à frente pode acabar sendo menos intensa do que atualmente esperamos”, pontua o relatório da XP. “O monitoramento dos preços do petróleo, da taxa de câmbio e, particularmente, das expectativas de inflação será fundamental nas próximas semanas”, complementa o texto.

Leia mais: Copom inicia ciclo de corte de juros

Fundos de investimento: como funcionam?

Ao investir em um fundo, o investidor adquire cotas que representam uma fração do patrimônio total. A valorização dessas cotas depende do desempenho dos ativos que compõem a carteira.

A gestão do fundo é realizada pelos gestores, que tomam decisões de investimento com base na política e nos objetivos estabelecidos no regulamento do fundo.

Os fundos estão sujeitos a riscos, que podem variar conforme o tipo de ativo investido. Antes de investir, é importante conhecer o perfil de risco do fundo e consultar materiais técnicos, como o regulamento e o prospecto, disponíveis nos canais oficiais.

Leia também: Selic caiu: o que muda nos investimentos em renda fixa, ações, FIIs e fundos?

Quais são as vantagens em investir em fundos?

Os fundos de investimento são atrativos por diversos motivos:

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Quais são os riscos?

Investidores, porém, devem estar atentos aos riscos associados, tais como:

Custos e tributação

Além disso, os fundos possuem taxas que impactam os rendimentos:

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