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Após 7 meses de alta do Ibovespa, veja fundos de ações para investir em março

De acordo com relatório da XP, a projeção do Ibovespa passou de 190 mil para 196 mil pontos ao fim de 2026

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Ativos mencionados na matéria

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, completou em fevereiro o sétimo mês consecutivo de ganhos. Mesmo diante da maior volatilidade observada em março, em meio a tensões geopolíticas, o indicador acumula alta próxima de 50% nos últimos 12 meses.

Em relatório recente, a XP Investimentos mantém visão otimista para as ações brasileiras e revisou para cima sua estimativa de valor justo do Ibovespa. A projeção passou de 190 mil para 196 mil pontos ao fim de 2026.

Nesse cenário, os fundos de ações aparecem como uma alternativa para o investidor que busca aproveitar oportunidades do mercado sem a necessidade de montar e acompanhar uma carteira própria. A seguir, entenda melhor como funciona esse tipo de investimento, suas características, vantagens, riscos e opções disponíveis no mercado.

Opções de fundos de ações para investir

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XP Investor 30 FIC FIA RL

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Oceana Long Biased Advisory FIC FIM

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O que dizem os analistas da XP sobre fundos de ações

O desempenho do Ibovespa tem ficado abaixo do padrão histórico no atual ciclo de juros elevados, segundo analistas da XP Investimentos (XPBR31) em relatório recente. Desde o início do período em que as taxas atingiram o pico, o principal índice da bolsa brasileira acumula alta de 41,3%. Historicamente, em ciclos semelhantes, a valorização média costuma ser maior, perto de 52,7%. A diferença indica um desempenho cerca de 11 pontos percentuais inferior ao observado em outros momentos comparáveis.

De acordo com o relatório, dois fatores ajudam a explicar esse resultado mais fraco. O primeiro é que o ciclo atual começou em uma situação menos favorável do ponto de vista técnico: antes mesmo de os juros atingirem o pico, o Ibovespa já vinha de uma sequência forte de altas, o que reduziu o espaço para novas valorizações expressivas. Em outras palavras, parte do movimento que normalmente ocorreria durante o ciclo de juros já havia acontecido antes.

O segundo fator destacado é que o mercado brasileiro tem sido influenciado principalmente por variáveis macroeconômicas e pelo fluxo de capital estrangeiro. Investidores internacionais têm grande peso na bolsa local e tendem a reagir rapidamente a mudanças no cenário global, como tensões geopolíticas, disputas comerciais envolvendo tarifas, variações do dólar e expectativas sobre a trajetória dos juros no Brasil.

Ao observar os setores da bolsa, os analistas apontam que a maior parte deles ficou abaixo de suas médias históricas de desempenho, especialmente aqueles mais ligados ao ritmo da economia doméstica. Em termos absolutos, as áreas de saúde e tecnologia e telecomunicações foram as que mais avançaram. Já na comparação relativa com padrões históricos, educação, transporte e empresas financeiras não bancárias aparecem entre os segmentos com pior desempenho no período analisado.

Leia mais: O rali histórico da Bolsa brasileira continua

Fundos de investimento: como funcionam?

Ao investir em um fundo, o investidor adquire cotas que representam uma fração do patrimônio total. A valorização dessas cotas depende do desempenho dos ativos que compõem a carteira.

A gestão do fundo é realizada pelos gestores, que tomam decisões de investimento com base na política e nos objetivos estabelecidos no regulamento do fundo.

Os fundos estão sujeitos a riscos, que podem variar conforme o tipo de ativo investido. Antes de investir, é importante conhecer o perfil de risco do fundo e consultar materiais técnicos, como o regulamento e o prospecto, disponíveis nos canais oficiais.

Leia também: Bolsa testa 192 mil pontos pela 1ª vez; veja carteiras automatizadas para surfar rali

Quais são as vantagens em investir em fundos?

Os fundos de investimento são atrativos por diversos motivos:

Quais são os riscos?

Investidores, porém, devem estar atentos aos riscos associados, tais como:

Custos e tributação

Além disso, os fundos possuem taxas que impactam os rendimentos:

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