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SÃO PAULO – O mercado de previdência complementar registrou, em 2006, recorde histórico, com captação de R$ 22,9 bilhões. Na comparação com 2005 (R$ 19,45 bilhões), o resultado é 17,69% superior.
O nível de reservas técnicas (saldo dos recursos dos planos) chegou a R$ 96,6 bilhões no ano passado, o que representa um crescimento de 25,20% em relação ao mesmo período de 2005.
Os dados, divulgados nesta quinta-feira (08), fazem parte de relatório mensal realizado pela Anapp (Associação Nacional da Previdência Privada).
VGBL lidera
Considerando-se o total captado, o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) foi um dos responsáveis pelos bons resultados. Em 2006, a captação foi de R$ 15,432 bilhões, o que representa uma alta de 32,69% em relação a 2005.
O produto fechou o ano com participação de 67,41% do total de captação.
Já o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) aparece em segundo lugar no ranking de captação, com 19,90% do total de contribuições. No ano, a captação dos PGBLs atingiu R$ 4,555 bilhões, volume 0,18% acima do apurado no ano anterior.
Os planos de previdência tradicionais, por sua vez, tiveram queda de 10,45% no ano, em relação a 2005, ao captar R$ 2,878 bilhões ante R$ 3,213 bilhões.
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Ranking da Previdência
A liderança do ranking de captação continuou com o Bradesco Vida e Previdência, que tem 38,19% de participação no mercado, seguido pelo Itaú (18,59%), Brasilprev (11,51%), Unibanco (6,80%), Caixa Vida e Previdência (5,75%), Real Tokio Marine (4,51%), Santander (4,33%), HSBC (3,73%), Icatu-Hartford (1,17%) e Capemi (0,91%). As demais seguradoras responderam juntas por 4,53% da captação.