Small Caps

As small caps mais recomendadas para março por 25 corretoras

No terceiro mês de 2013, a América Latina Logística (ALLL3), que não constava no índice em fevereiro, ficou na primeira posição com seis votos entre 25 carteiras analisadas

SÃO PAULO – Com mudanças no índice de small caps da Bovespa, o compilado de ações mais recomendadas feito pelo InfoMoney obteve um resultado diferente do mês anterior. No terceiro mês de 2013, a América Latina Logística (ALLL3), que não constava no índice em fevereiro, ficou na primeira posição com seis votos entre 25 carteiras analisadas.

As ações da Suzano Papel e Celulose (SUZB5), que tinham assumido a liderança no mês passado, não fazem mais parte do índice de pequenas empresas do Ibovespa.

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O segundo lugar ficou com a Anhanguera (AEDU3), que foi recomendada em cinco das 25 carteiras analisadas. No mês anterior, a companhia de educação havia ficado em primeiro lugar, com seis recomendações.

Já o terceiro lugar ficou dividido entre as empresas Even (EVEN3) e PDG Realty (PDGR3), que foram citadas três vezes cada. Ambas as empresas só haviam recebido uma recomendação no mês passado.

Outras recomendações
Além das ações já citadas, entre as recomendações ainda estão os papéis da Alpargatas (ALPA4), Eztec (EZTC3), Grendene (GRND3), Iguatemi (IGTA3), Kroton (KROT3), Marfrig (MRFG3), Iochp-Maxion (MYPK3), Marcopolo (POMO4), Randon (RAPT4), São Martinho (SMTO3), V-Agro (VAGR3) e Valid (VLID3), todas com duas citações.

Com um voto cada, fecham a lista de recomendações os papéis da Aliansce (ALSC3), Lojas Marisa (AMAR3), Banrisul (BRSR6), Equatorial (EQTL3), Fleury (FLRY3), Gafisa (GFSA3), Helbor (HBOR3), Metal Leve (LEVE3), Le Lis Blanc (LLIS3), Magnesita (MAGG3), Mils (MILS3), MRV (MRVE3), Odontoprev (ODPV3), Paranapanema (PMAM3), Qualicorp (QUAL3), Rossi Residencial (RSID3), SierraBrasil (SSBR3) e Santos BRP (STBP11).

Novata no índice
A América Latina Logística (ALLL3), que não estava no índice de small caps na última divulgação de mais recomendadas, ficou em primeiro lugar com seis recomendações entre 25 carteiras recomendadas. Hoje, a ALL é a maior empresa independente de serviços de logística da América do Sul, que opera, de forma integrada, os modais ferroviário e rodoviário para diversos clientes em países como Brasil e Argentina.

Crescendo a uma média de 20% ao ano, a ALL tem atualmente cerca de 8.500 colaboradores diretos. Por ser uma empresa única no segmento em que atua, operando na extensa faixa que abrange seis dos principais estados brasileiros e outros três países do Mercosul, a ALL alia serviços de qualidade com tecnologia e desenvolvimento profissional.

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Perdeu a liderança
A Anhanguera Educacional, que pulou do primeiro para o segundo lugar, com cinco recomendações entre as 25 carteiras analisadas, organizou-se como uma companhia de capital aberto em 2003, sendo a sucessora da então existente Associação Lemense de Educação e Cultura, entidade mantenedora do Centro Universitário Anhanguera (Leme e Pirassununga); da Faculdade Comunitária de Campinas e das Faculdades Integradas de Valinhos.

De acordo com a XP Investimentos, “a Anhanguera (AEDU3), sobreperformou com folga o Ibovespa em mais de 8 p.p. no mês. A empresa continuou a se beneficiar do forte fluxo para o setor educacional, cujo crescimento passou a ser potencializado pelo FIES (dentre outros programas governamentais). A companhia não observou nenhuma alteração em seu cenário fundamental, deixando a critério de fluxos sua justificativa de performance”.

Metodologia InfoMoney
Ao todo, 25 carteiras de bancos e corretoras foram utilizadas para este levantamento. Os portfólios selecionados foram: BB Investimentos, Geral, Souza Barros, Rico, XP Investimentos, Planner, Um Investimentos, PAX, Walpires, Geração Futuro, HSBC, BTG Pactual, Solidez, Wintrade, Omar, BI&P, Gradual, Ativa, Socopa, Inva, TOV, Citibank, SLW, Concórdia e Bradesco/Ágora.

Entre todas as carteiras publicadas pela InfoMoney em março, nesta compilação apenas não foram considerados os portfólios com sugestões de ações que tenham perspectiva de pagamento de proventos.

Cabe mencionar que, segundo a BM&FBovespa, “as empresas que, em conjunto, representarem 85% do valor de mercado total da bolsa são elegíveis para participarem do índice MLCX (Mid Large Caps). As empresas que não estiverem incluídas nesse universo são elegíveis para participarem do índice SMLL. Não estão incluídas empresas emissoras de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) e empresas em recuperação judicial ou falência”.