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Magazine Luiza salta 41% no ano: ainda vale a pena comprar?

O Magazine Luiza representa 7,5% da Carteira InfoMoney deste mês, elevando sua parcela em relação ao portfólio de abril

gráfico subindo
(Shutterstock)

SÃO PAULO - As ações do Magazine Luiza (MGLU3) saltaram 14,6% no pregão de terça-feira (8), renovando sua máxima, após divulgação de desempenho acima do esperado no primeiro trimestre do ano. Com a valorização observada nesta quarta-feira (9), os papéis acumulam ganhos de 41% neste ano. Será que ainda vale a pena comprar ações da varejista?

Segundo o analista da Carteira InfoMoney, Thiago Salomão, avalia que ainda é um bom momento para comprar as ações de Magazine Luiza. "É a empresa queridinha da nossa carteira", disse Salomão durante o evento de divulgação da Carteira IM apresentado nesta tarde.

"A Copa do Mundo está chegando e ela pode ter um período de vendas bem fortes", observa. No primeiro trimestre, a empresa teve crescimento de 29% na receita líquida na comparação anual, enquanto a expectativa do mercado girava em 9%.

A ação está na Carteira InfoMoney de maio, que já está disponível para download neste link. O Magazine Luiza representa 7,5% de toda a carteira do mês, elevando sua parcela em relação ao portfólio de abril. 

Desempenho
A alta de mais de 14% no pregão desta terça-feira (8) é decorrente do desempenho acima das expectativas apresentado no primeiro trimestre. A companhia registrou lucro líquido ajustado de R$ 147,5 milhões de janeiro a março, superando as projeções compiladas pela Bloomberg de um lucro de R$ 120 milhões. O resultado representa um salto de 151,8% ante os R$ 58,6 milhões registrados um ano antes. 

A receita líquida do Magazine Luiza subiu 28,7% e fechou o trimestre em R$ 3,61 bilhões, contra projeção de R$ 3,35 bilhões. O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em R$ 300,5 milhões no primeiro trimestre - alta de 29,6% - com margem Ebitda ajustada de 8,3%.

Segundo a empresa, foi o maior crescimento trimestral dos últimos 5 anos. No primeiro trimestre, as vendas totais, incluindo lojas físicas, e-commerce tradicional e marketplace, cresceram 33,8% para R$ 4,5 bilhões, reflexo do aumento de 64,6% no e-commerce total e 21,4% nas lojas físicas, explica a companhia.

O Bradesco BBI destacou o forte resultado da companhia e elevou o preço-alvo para os ativos de R$ 105 para R$ 115, com recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) mantida.

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