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3 ações para comprar neste fim de ano, de acordo com os gráficos

A Concórdia indicou, em relatório, três boas opções: Metalúrgica Gerdau (GOAU4), Bradesco (BBDC4) e Vale (VALE5)

Bradesco 2
(Divulgação)

SÃO PAULO – Um cenário doméstico tão conturbado quanto o cenário externo deixa os investidores com um pé atrás quando o assunto é “mercado de renda variável”. As incertezas em relação à data do início da retirada de estímulos nos Estados Unidos, assim como a proximidade das eleições no Brasil, que ainda não tem candidatos definidos, diminuem o apetite por risco dos investidores, que não sabem o rumo que a bolsa brasileira irá tomar daqui para frente.

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No primeiro semestre de 2013, o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores, sofreu com seis meses de quedas consecutivas, que levou a bolsa de 60.952 pontos para apenas 47.457 pontos, o que representa uma queda de 22,14%. A partir de julho, o benchmark começou a se recuperar, registrando altas nos últimos quatro meses. No entanto, de acordo com analistas, essas elevações são apenas uma correção das baixas dos primeiros seis meses do ano, e que não foram capazes nem de reverter a queda acumulada do ano, que atualmente encontra-se em 11,68%.

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Assim, diante de um cenário tão incerto, o que resta aos investidores, fãs do mercado de renda variável, é investir em ações com base em análises gráficas, que podem indicar boas oportunidades para esse fim de ano, que pode ser conturbado.

A Concórdia indicou, em relatório, três boas opções: Metalúrgica Gerdau (GOAU4), Bradesco (BBDC4) e Vale (VALE5). Confira abaixo:

Met. Gerdau
O ativo imprimiu uma recuperação desde seu fundo do ano, em junho de 2013. A congestão vista nos meses de setembro e outubro serviram para “acumulação” que, com a confirmação da superação do patamar de R$ 22,00, projeta um objetivo, primeiramente, em R$ 25,20, podendo estender os ganhos até a resistência de R$ 26,40, como sugerem seus indicadores de tendência e osciladores de forçam no longo prazo.

Bradesco
O respeito ao suporte gráfico de R$ 32,00 no gráfico semanal mantém o viés positivo para o ativo, que tem como objetivo final buscar os R$ 34,00 no curto prazo, podendo estender a alta até a região de R$ 35,10. Uma lateralização nas primeiras semanas de novembro poderá ser vista para que alguns de seus osciladores “recarreguem”, contudo, seus indicadores sugerem que ainda há espaço para concluir o trajeto especulado no curtíssimo prazo.

Vale
Os R$ 32,60 são considerados a principal barreira no gráfico semanal, onde, inclusive, é possível observar um grande Ombro-Cabeça-Ombro-invertido (OCOi), que sugere uma reversão para alta no longo prazo. Contudo, para se concretizar a formação desta figura, se faz necessária a superação do referido patamar e, por ser uma importante resistência, uma grande força compradora deverá fazer parte deste movimento, que terá como objetivo final seu topo histórico do ano, próximo a R$ 40,70.

 

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