Analistas consideram prévia operacional da PDG neutra e reiteram recomendações

Apesar de fortes, os números da incorporadora vieram em linha com as projeções; para UBS, PDG é top pick do mercado

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SÃO PAULO – Apesar de robusta, UBS, BTG Pactual, Santander e Ativa consideraram neutra a prévia operacional divulgada pela PDG Realty (PDGR3) na última segunda-feira (11), citando que os resultados vieram em linha com suas projeções e com o esperado pelo mercado.

O UBS lembra que a incorporadora é uma de suas top picks do mercado brasileiro. “A empresa continua como líder do setor, não só quantitativamente, mas qualitativamente também. A PDG é a única empresa a falar de forma convincente sobre a expansão da margem de potencial nos próximos anos”, pontua a instituição por meio de relatório.

Manutanção do crescimento
O Santander, por sua vez, afirma que o desempenho da companhia tem sido consistente durante todo o ano, destacando que os números do segundo trimestre de 2011 enfatiza a capacidade da empresa de manter um ritmo acelerado de crescimento. “No entanto, como acreditamos que o mercado já esperava um desempenho robusto da PDG, em nossa opinião, essa notícia deve ser um evento sem importância para as ações”, contrapõe.

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Já o BTG Pactual avalia os números trimestrais da companhia como “consistentes”. Reforçando a opinião Santander, a instituição destaca que a PDG “tem sido capaz de lançar e vender a um ritmo mais rápido” e destaca o fato de a empresa ter alcançado 40% do ponto médio do guidance de lançamentos para o ano e VSO (vendas sobre oferta) de 28% – a qual a insituição acredita ser uma das mais altas entre os pares do setor.

A Ativa vai na mesma linha e afirma que apesar de apresentar uma leve desaceleração em relação ao crescimento do primeiro trimestre deste ano, devido ao forte resultado reportado naquele período, tanto em vendas como em lançamentos, “a incorporadora manteve um crescimento saudável”. A corretora também ressalta o crescimento de 0,03 p.p. do VSO, que veio acima de suas expectativas de 25%.

A opinião é compartilhada pela Corretora Concórdia.

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Recomendações
O UBS reafirmou a recomendação de compra para os papéis da companhia, com preço-alvo de R$ 13,50 para dezembro de 2011 – mesma avaliação reforçada pela Ativa. O valor implica em um upside de 66,46% em relação ao fechamento da véspera.

A sugestão do Santander para as ações da PDG também continua sendo compra, e o target price para o final deste ano de R$ 14,90, ou seja, potencial de valorização de 83,72%.

Por sua vez, o BTG Pactua manteve a recomendação de neutro para os papéis, com preço-teórico de R$ 12. A instituição reconhece que a recente queda deixou o preços das ações mais atrativos e acrescentou que se a empresa continuar apresentando bons resultados, os papéis podem apresentar um potencial de valorização ainda maior.