Suíça enviará 4.000 soldados para fronteira enquanto França sedia cúpula do G7

A cúpula de 15 a 17 de junho, a ser realizada do outro lado ⁠do ‌Lago de Genebra, na cidade francesa de ⁠Evian-les-Bains, reunirá líderes das principais economias do mundo, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, juntamente com outras delegações de alto nível

Reuters

Homem passa em frente a bandeiras dos integrantes do G7 em La Malbaie, no Canadá
12/03/2025 REUTERS/Mathieu Belanger
Homem passa em frente a bandeiras dos integrantes do G7 em La Malbaie, no Canadá 12/03/2025 REUTERS/Mathieu Belanger

Publicidade

Por Olivia Le Poidevin

GENEBRA, ⁠4 Jun (Reuters) – A Suíça enviará ⁠cerca de 4.000 soldados dentro de ‌seu território para reforçar a segurança enquanto os líderes mundiais se reúnem para a ‌cúpula do G7 na vizinha França em meados de junho, informou o Exército suíço nesta quinta-feira.

A cúpula de 15 a 17 de junho, a ser realizada do outro lado ⁠do ‌Lago de Genebra, na cidade francesa de ⁠Evian-les-Bains, reunirá líderes das principais economias do mundo, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, juntamente com outras delegações de alto nível.

A escala do evento e sua ​proximidade com a fronteira suíça exigem uma estreita coordenação entre as autoridades civis e ​militares, informou a unidade que planeja e gerencia as Forças Armadas da Suíça. São esperados protestos.

‘A proximidade com a fronteira representa um grande desafio para as ‌autoridades de segurança nos cantões ​de Vaud, Genebra e Valais. Como resultado, o Conselho Federal e o Parlamento decidiram por um destacamento de ⁠segurança subsidiário ​do Exército’, ​disse o Grupo de Defesa do Exército suíço em um ⁠comunicado.

Os militares terão ​a tarefa de proteger a infraestrutura crítica, incluindo o Aeroporto de Genebra, reforçar a vigilância das ​fronteiras e monitorar as principais rotas de transporte e o Lago de ​Genebra, informou ⁠o grupo.

Continua depois da publicidade

A Força Aérea da Suíça também intensificará o policiamento ⁠aéreo, com restrições do espaço aéreo em vigor de 10 a 19 de junho, e fornecerá sistemas contra drones e proteção contra ameaças nucleares, biológicas e químicas, acrescentou o ​comunicado.