Pentágono revela plano de contingência para saída de Maduro da Venezuela

Secretária de Imprensa destaca que ação militar dos EUA depende de ordem direta de Trump e reforça foco no combate ao narcotráfico na região

Estadão Conteúdo

Um apoiador do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, segura uma figura de ação do "Super Bigote" (Super Bigode), um super-herói inspirado no presidente venezuelano, enquanto pessoas participam de uma cerimônia organizada por Maduro no Palácio de Miraflores para a posse de novas organizações comunitárias, enquanto a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, intensifica a pressão sobre o governo de Maduro, em Caracas, Venezuela, 1º de dezembro de 2025. REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria TPX IMAGENS DO DIA
Um apoiador do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, segura uma figura de ação do "Super Bigote" (Super Bigode), um super-herói inspirado no presidente venezuelano, enquanto pessoas participam de uma cerimônia organizada por Maduro no Palácio de Miraflores para a posse de novas organizações comunitárias, enquanto a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, intensifica a pressão sobre o governo de Maduro, em Caracas, Venezuela, 1º de dezembro de 2025. REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria TPX IMAGENS DO DIA

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A secretária de Imprensa do Pentágono, Kingsley Wilson, disse nesta terça-feira, 2, que o Departamento de Guerra tem um plano de contingência caso o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deixe o poder e o país, enfatizando que as forças dos EUA agiriam apenas se instruídas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em coletiva de imprensa, Wilson pontuou que Pentágono continua centrado no desmantelamento de “redes de narcóticos”, em referência aos ataques a embarcações no Caribe e América do Sul.

Perguntada sobre se os membros das forças armadas ou do governo da Venezuela seriam excluídos de uma futura transição, Wilson afirmou que a determinação “caberia ao presidente”.

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As falas ocorrem após uma ligação telefônica entre Maduro e Trump em que o republicano teria dado ao líder venezuelano um ultimato para renunciar.