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Líderes globais celebraram nesta quinta-feira (9) o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas, anunciado na véspera pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como a “primeira fase” de um plano de paz para a Faixa de Gaza. O pacto prevê também a libertação dos reféns israelenses em troca de prisioneiros palestinos.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, afirmou que a entidade apoiará a implementação do acordo e o reforço da ajuda humanitária aos palestinos.

ONU pede implementação total de cessar-fogo e entrada imediata de ajuda em Gaza
O embaixador israelense Yechiel Leiter afirmou que os reféns vivos mantidos pelo Hamas devem ser libertados no domingo ou na segunda

Faixa de Gaza: Israel inicia preparativos para operação de retorno de reféns
As movimentações devem ocorrer de forma gradual, seguindo as etapas do acordo e com atenção à segurança dos soldados
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse estar “aliviado” com a iminente libertação dos reféns e afirmou que “a paz finalmente parece possível”.
O premiê da Austrália, Anthony Albanese, chamou o acordo de “raio de luz”, enquanto o da Malásia, Anwar Ibrahim, declarou que o pacto traz “uma centelha de esperança após meses de sofrimento e devastação”.
O chefe de Gabinete do Japão, Yoshimasa Hayashi, disse que o país “acolhe com satisfação” o acordo e o considera “um passo importante rumo à redução das tensões e à solução de dois Estados”.
Já o chanceler da Nova Zelândia, Winston Peters, classificou o pacto como “um primeiro passo positivo para pôr fim ao sofrimento de israelenses e palestinos”.
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O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que indicará Trump ao Prêmio Nobel da Paz, em reconhecimento à sua “extraordinária contribuição para a paz internacional”.