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MANILA, 9 Jun (Reuters) – O Ministério das Relações Exteriores das Filipinas tomou as medidas diplomáticas cabíveis contra a China em relação à “presença ilegal” de uma estrutura flutuante em um atol disputado entre os dois países, informou nesta terça-feira a força-tarefa filipina para o Mar do Sul da China.
A força-tarefa confirmou a presença de uma estrutura flutuante medindo 6 por 6 metros e apresentando o que parecia ser uma antena no disputado Recife de Scarborough, no Mar do Sul da China.

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“O governo filipino continuará a tomar medidas adequadas, em conformidade com o direito internacional e em defesa dos interesses nacionais do país”, afirmou em comunicado, acrescentando que a proteção da soberania e da jurisdição de Manila “continua sendo uma consideração primordial”.
A estrutura, inicialmente avistada na entrada do banco de areia e posteriormente dentro de sua lagoa, parecia estar tripulada, informou a força-tarefa, citando as imagens mais recentes das Forças Armadas.
A força-tarefa não informou quando as imagens foram captadas, mas o secretário de Defesa, Gilberto Teodoro, disse à margem do Diálogo Shangri-La, em Cingapura, em 30 de maio, que havia recebido informações indicando a presença da estrutura no banco de areia.
A força-tarefa afirmou que está monitorando de perto os desdobramentos e avaliando a natureza, a finalidade e as possíveis implicações da instalação, insistindo que Scarborough “faz parte das Filipinas e está dentro de suas zonas marítimas, conforme reconhecido pelo direito internacional”.
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O Ministério das Relações Exteriores da China reiterou nesta terça-feira a “soberania indiscutível” da China sobre Scarborough, que chama de Ilha Huangyan, e suas águas adjacentes. Afirmou que as atividades da China na região, incluindo pesquisa científica, são legítimas.
“A China insta as Filipinas a cessarem suas violações marítimas, provocações e propaganda inflamatória”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, durante uma coletiva de imprensa de rotina, quando questionado sobre a “ação diplomática”.