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A revista Time divulgou nesta quinta-feira (27) sua lista anual das 100 pessoas mais influentes em inteligência artificial. A relação reúne pesquisadores, executivos, empreendedores e ativistas ligados ao desenvolvimento da tecnologia e ao debate sobre seus impactos.
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Em sua quarta edição, a TIME100 AI não funciona como um ranking do primeiro ao centésimo colocado. Os escolhidos aparecem em quatro categorias: Leaders (Líderes), Innovators (Inovadores), Shapers (Formadores) e Thinkers (Pensadores).
Para chegar aos 100 nomes, a Time afirma que sua equipe passou meses pesquisando candidatos e consultando jornalistas, especialistas e líderes do setor. A seleção considera tanto quem desenvolve a IA quanto quem ajuda a moldar seus efeitos econômicos, políticos e sociais.
Entre os nomes mais conhecidos da edição de 2026 estão:
- Elon Musk, fundador da xAI;
- Sam Altman, CEO da OpenAI;
- Dario Amodei, CEO da Anthropic;
- Daniela Amodei, presidente da Anthropic;
- Jeff Bezos, fundador da Amazon;
- Larry Ellison, cofundador da Oracle;
- Arvind Krishna, CEO da IBM;
- Mira Murati, fundadora da Thinking Machines Lab;
- Fei-Fei Li, pesquisadora e referência no desenvolvimento da IA;
- Ilya Sutskever, cofundador da Safe Superintelligence.
A relação também traz nomes de fora do núcleo tradicional das empresas e laboratórios de tecnologia. O ator Ben Affleck aparece entre os inovadores, enquanto Joseph Gordon-Levitt, cofundador da Creators Coalition on AI, está entre os Shapers.
Brasileira está entre os 100 mais influentes em IA
A brasileira Veronyka Gimenes, cofundadora e diretora da organização Código Não Binário, foi incluída entre os Thinkers. Hacker ética, ativista e desenvolvedora, ela participou da criação da TybyrIA, modelo de inteligência artificial de código aberto voltado à identificação de discursos de ódio contra pessoas LGBTQIA+ em português.
Segundo a Time, a ferramenta foi usada para analisar e categorizar, em escala, evidências reunidas em uma ação judicial contra plataformas de redes sociais. A Código Não Binário afirma que o projeto busca combater a violência digital e ampliar a responsabilização das plataformas pela moderação de conteúdo.