Você participa ativamente do orçamento da sua família?

É importante evitar que decisões sejam tomadas por uma só pessoa, principalmente por conta de imprevistos; ninguém gosta de pensar neles, mas acontecem!

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SÃO PAULO – Imprevistos. Ninguém gosta de pensar neles, mas… é preciso estar preparado. E quando se pensa nisso, logo vem à mente a idéia de morte, catástrofe, doença… se tudo isso lhe assusta, pense em coisas boas e inesperadas, mas previna-se!

Uma viagem urgente a trabalho, ou a passeio, que faz aquele familiar que decide tudo se ausentar do dia para a noite, por longa data, por exemplo. Você saberia como se virar nessa situação? Sabe onde ficam os documentos importantes da casa, conhece a rotina? Acompanha o orçamento doméstico para que tudo corra bem nesse período?

Tome “pé” da situação

O objetivo aqui não é assustar ninguém, apenas conscientizá-lo do quanto o planejamento é importante em tudo o que fazemos: planejamos a ida à faculdade, o curso de especialização, a carreira, o casamento, o nascimento do primeiro filho… quer motivo melhor para pensar no futuro?

Comece hoje mesmo a se inteirar mais do orçamento da sua casa. Por mais que seu pai, mãe, irmão, esposa ou marido seja um expert no assunto, não é justo, e nem funcional, deixar tudo sob responsabilidade de uma só pessoa.

Passo a passo

Sua participação no orçamento doméstico, por exemplo, pode contribuir para um melhor aproveitamento de recursos, ampliação da reserva financeira e até mesmo do hábito de poupar. Já parou para pensar se a pessoa responsável pelo orçamento em sua casa é organizada e econômica o suficiente para tomar todas as decisões sozinha?

Você pode contribuir, e muito, com sugestões de melhoria no controle das despesas, visão prática do futuro, organização de documentos e informando-se sobre opções vantajosas de investimento. Basta que se informe sobre o assunto!

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Imagine a situação, nem um pouco rara: marido e mulher se dão bem durante anos e fica com ele a responsabilidade sobre as decisões “orçamentárias” da casa. De repente, ele resolve pedir o divórcio. Como fica a esposa diante de tantas informações que desconhece?

Imagine outra situação, em que o marido venha a falecer: como superar a perda e ainda ter que cair “de pára-quedas” na realidade financeira da família? Ele foi precavido e organizado o bastante para deixar um testamento?

Por tudo isso, responda:

Como pôde ver, os itens são muitos. Por isso comece hoje mesmo a se inteirar melhor do assunto. Dessa forma, poderá ajudar, e muito, a garantir o futuro da sua família!