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SÃO PAULO – É crescente o número de reclamações contra editoras com relação a assinaturas de revistas. A insatisfação vai desde o contrato à entrega das edições. Mas será que você sabe o que deve observar na hora de fechar uma assinatura para evitar frustrações futuras?
Segundo o diretor presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo de Defesa das Relações de Consumo), Dr. José Geraldo Tardin, na hora contratação da assinatura por telefone, o consumidor precisa seguir alguns procedimentos, como anotar o nome do atendente, sua posição, dia e horário de atendimento.
Também é importante deixar claro o início da entrega das publicações, preço e prazo da assinatura. Estabeleça dia e horário da entrega e não forneça o número do seu cartão de crédito ou de débito automático. Segundo Tardin, o consumidor deve evitar a assinatura de revistas ou periódicos por meio de cartão de crédito.
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Contratação feita pela internet e pessoalmente
Nos casos de contratações feitas pela internet, o consumidor deve imprimir todo o procedimento da assinatura e verificar a segurança do site. Da mesma forma que na contratação pelo telefone, não é recomendado fornecer o número do cartão de crédito.
Leia com atenção as clausulas contratuais e imprima uma via. Verifique também se, no site, há o telefone e o endereço físico para uma futura reclamação e confirme a data de entrega.
Já nos casos de contratação feita pessoalmente, o consumidor deve ler atentamente o contrato e exigir uma via deste documento. Anote toda a identificação do promotor de venda e guarde os folhetos ou prospectos promocionais.
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Evite fazer contratação em locais muito movimentados, como shoppings e aeroportos, pois estes lugares exigem atenção redobrada.
Dicas de segurança
O consumidor deve tomar cuidado com as premiações e promoções oferecidas pelas empresas. Verifique se realmente você não está pagando pelo que eles chamam de brinde e faça os cálculos para verificar se a promoção realmente vale a pena.
Cuidado com as abordagens feitas por promotores em locais de grande movimentação e oriente seu filhos a não fornecerem seus dados pessoais. Segundo Tardin, já foram verificados casos de assinaturas e renovações feitas por menores de idade que tiveram acesso aos dados pessoais de seus responsáveis.