Conteúdo editorial apoiado por

Seguradoras lançam planos de previdência com custos menores

Na CEF, taxa de administração parte de 0,7% ao ano; no Citi e MetLife, taxa de carregamento chega a zero

Publicidade

SÃO PAULO – Um dos fatores que pode fazer com que o total acumulado no plano de previdência diminua é a taxa cobrada pelas seguradoras para administrar o montante, além da taxa de carregamento – cobrada em cada aporte. A fim de atrair investidores, novos planos de previdência estão sendo lançados no mercado com a garantia de custos mais baixos.

A linha Personal, da Caixa Econômica Federal, é um exemplo disso. No caso de um aporte inicial acima de R$ 100 mil, em um fundo que tenha renda variável, o investidor está isento da taxa de carregamento e pagará uma taxa de administração de 1,5% ao ano.

Público alvo

“Os clientes terão mais ganhos financeiros ao longo do tempo”, explica o diretor da Caixa Vida e Previdência, Juvêncio Braga. Sobre o aporte inicial alto, ele disse que os planos visam atrair investidores que já tenham um montante acumulado, mas que queiram visar o médio e longo prazo e migrar para a previdência privada.

Quem optar por um plano sem renda variável, cujo aporte inicial é de R$ 500 mil, paga 0,7% ao ano de taxa de administração. A taxa de carregamento, por sua vez, só será cobrada na saída dos recursos. Se o cliente permanecer por dois anos no fundo, não há a cobrança da taxa.

Em relação às taxas mais baixas praticadas, ele deu a seguinte explicação: “Essa é uma prática da indústria, ela faz uma escala e diminui as taxas quando cresce o montante colocado no fundo e a contribuição”, o que acontece no Personal, já que tem aporte inicial alto.

Visando o futuro

A Citi e a MetLife lançaram um plano para menores com a mesma promessa: custos mais baixos. O objetivo do plano é garantir o futuro das crianças, promover a educação financeira e ainda praticar a responsabilidade social, já que parte das receitas será destinada a projetos de apoio à educação.

O novo produto terá as modalidades PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), assim como a nova linha da CEF. As taxas de administração variam de acordo com a formação do plano: vai de 1,70% ao ano para o mais conservador a 2,25% ao ano para o com maior risco.

É possível contratar o CitiPrevidência DI, com 100% de renda fixa; o CitiPrevidência C25, com um total de 20% a 30% dos recursos do fundo destinados à renda variável; e o CitiPrevidência 45, com 41% a 49% do fundo em renda variável. A taxa de carregamento vai de 2,5% à isenção sobre os aportes.

A contribuição mínima para ingressar no plano VGBL é de R$ 50 e, no caso do PGBL, de R$ 80.