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SÃO PAULO – O Brasil foi o destaque entre os países emergentes no crescimento de prêmios de seguros em 2008. Por aqui, frente a 2007, houve crescimento de 8,4%, dando ao País a 17ª colocação no ranking mundial e a liderança na América Latina.
Os dados, divulgados pelo CNSeg e apurados pela Swiss Re, mostram que, globalmente, quando ajustado pela inflação, o segmento de seguros recuou 2% no período, ficando em US$ 4,27 trilhões.
Nos países emergentes, contudo, os prêmios apresentaram alta de 11%, atingindo US$ 513 bilhões no ano passado.
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Vida e previdência
O estudo mostra ainda que a crise afetou fortemente o seguro de vida e previdência, especialmente no auge da recessão, a partir de setembro de 2008, quando o mercado acionário começou a registrar fortes perdas com os seguidos anúncios de falência de grandes corporações. Como resultado, o capital segurado no segmento recuou entre 30% e 40%, com algumas companhias chegando a 70%.
A insegurança dos mercados fez com que o produto registrasse queda de 3,5%, para US$ 2,5 trilhões. Nos países industrializados, a redução foi ainda maior, de 5,3%, para US$ 2,2 trilhões.
Nas nações emergentes, por outro lado, mais uma vez, registrou-se crescimento, sendo que os prêmios de seguros de vida nestes países tiveram alta de 14,6%, entre os anos de 2007 e 2008.
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Ramos elementares
Os Ramos Elementares, cuja finalidade é a garantia de perdas, danos ou responsabilidades sobre objetos ou pessoas (acidentes pessoais, inclusive), tiveram recuo de 0,8% no período analisado, para US$ 1,77 trilhão.
A queda dos prêmios se deu basicamente pela menor demanda, diz o estudo, e pelas baixas taxas cobradas no ano passado. Nos países industrializados, o recuo foi de 1,9%, enquanto nos emergentes houve alta de 7,1%.