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SÃO PAULO – De acordo com o Sinog (Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo), em 2009, o crescimento esperado para o setor deve ficar estabilizado em 15%, mesmo percentual que deve ser registrado no fechamento do ano passado.
Segundo o sindicato, a crise financeira mundial e seus efeitos, como a alta das cotações do dólar e do euro e a retração do consumo, entre outros, farão toda a diferença nas perspectivas de crescimento da maioria dos setores da economia, incluindo as operadoras de planos de saúde.
Em 2008, o número de beneficiários dos planos de assistência odontológica cresceu 12,42% até setembro do ano passado, ultrapassando em 400 mil a marca dos 10 milhões de usuários previstos. Na odontologia de grupo, a maior dentre as modalidades do segmento, o crescimento foi de cerca de 10%, segundo apurado pelo Sinog, no Caderno de Informação da Saúde Suplementar, base setembro de 2008.
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Números regionais
No geral, o Brasil possui aproximadamente 10,406 milhões de usuários de planos de saúde exclusivamente odontológicos, o equivalente a 5,5% da população. A maioria destes consumidores se encontram na região Sudeste (6,7 milhões), onde se destacam os estados de São Paulo (69,3% do total regional) e Rio de Janeiro (19,6%).
A região Nordeste vem em seguida, com 1,771 milhão de beneficiários, sendo que a Bahia (42,5%), o Ceará (18,1%) e Pernambuco (10,9%) são os locais com maior número de usuários.
Sul, Centro-Oeste e Norte completam a sequência, com 984 mil, 600 mil e 398 mil clientes, respectivamente. Apesar de contarem com o menor número de usuários, as regiões Norte e Centro-Oeste foram as que registraram maior crescimento de brasileiros com vínculo a algum tipo de plano odontológico, de 21,78% e 14,15%, nesta ordem.
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Na sequência, em termos de crescimento, estão Sudeste, Sul e Nordeste.