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SÃO PAULO – O mercado de previdência complementar registrou em 2007 o melhor ano, atingindo R$ 28,096 bilhões em captações, montante 22,73% superior na comparação com 2006 (R$ 22,891 bilhões). O nível de reservas técnicas (saldo dos recursos dos planos) chegou a R$ 121,179 bilhões em 2007, o que representa um crescimento de 25,37% em relação a 2006, quando o indicador totalizou R$ 96,656 bilhões.
Os dados, divulgados nesta segunda-feira (18), fazem parte de relatório realizado pela Fenaprevi (Federação Nacional da Previdência Privada e Vida), instituição que sucedeu a Anapp (Associação Nacional da Previdência Privada).
VGBL lidera
Considerando-se o total captado, o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) se manteve como destaque nas vendas ao longo de 2007. No ano passado, a captação foi de R$ 20,140 bilhões, crescendo 30,51% em relação a 2006 (R$ 15,432 bilhões).
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O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), por sua vez, se manteve estável, registrando captação de R$ 4,555 bilhões, o que representa uma evolução de apenas 0,01%, na mesma base comparativa.
Os planos de previdência tradicionais registraram volume de R$ 3,380 bilhões em 2007, contra R$ 2,878 bilhões em 2006, mostrando alta de 17,44% no período em análise.
Ranking
Quanto ao ranking das empresas, a Bradesco Vida e Previdência prossegue na liderança de captação em 2007, com 37,91% de participação no mercado, seguida pelo Itaú (18,01%) e Brasilprev (11,57%). Unibanco (6,51%) e Caixa (5,81%) são, respectivamente, o quarto e o quinto colocados.
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Na seqüência, vêm HSBC (4,44%), Real Tókio Marine (4,25%), Santander (4,20%), Safra Seguros (1,62%) e Icatu Harford (1%). As demais seguradoras responderam juntas por 4,69% da captação.
Dezembro
Considerando apenas dezembro do ano passado, o mercado de previdência complementar somou R$ 3,804 bilhões em captações, montante 8,78% superior, na comparação com o mesmo período de 2006. Deste total, R$ 2,609 bilhões são relativos ao VGBL, R$ 791,9 milhões, ao PGBL, e R$ 400,7 milhões, aos planos tradicionais.