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Planejar uma viagem nem sempre é uma tarefa fácil, e entre vários pontos de atenção, o que mais gera preocupação, geralmente, é o custo total do pacote. Esse valor depende do estilo, destino e câmbio, época da viagem, e duração da estadia. Por isso, se organizar com antecedência e orientação pode ser um grande diferencial para realizar o sonho de conhecer um novo destino.
Pensando nisso, o InfoMoney desenvolveu um planner gratuito que ajuda a organizar todas as despesas da viagem, bem como divisões de conta e os fatores que a maioria dos consumidores esquece. BAIXE AGORA.
Viagens são boas oportunidades de viver experiências culturais imersivas, ou até mesmo para um momento de descanso. E para aproveitar de verdade, sem ter que lidar com consequências financeiras ruins no futuro, confira as dicas abaixo.
Dicas de especialistas para montar um orçamento realista de viagem
Marcelo Bassani, economista e sócio-fundador da Boa Brasil Capital, afirma que uma das etapas mais interessantes é definir o valor total disponível antes de escolher o destino, não depois. “Isso evita “esticar” o orçamento para caber no sonho”, explica.
Depois, ele orienta a dividir esse valor em categorias com percentuais aproximados: transporte (passagens/combustível), hospedagem, alimentação, passeios e atividades, e reserva de emergência.
Vale pesquisar custos reais do destino como diária média de hotel, preço de refeição, transporte local. Ao calcular o custo diário, multiplique pelos dias, somando os custos fixos. Dessa forma, é possível entender o valor estimado de uma viagem realista e entender se isso cabe, de fato, no orçamento.
Jeff Patzlaff, planejador financeiro e especialista em investimentos, indica que, para evitar surpresas, vale pegar o valor total planejado e adicionar 20%.
“Se você reserva apenas 5% ou 10% a mais, qualquer imprevisto pequeno, como um erro no câmbio ou a perda de um bilhete de trem pode zerar a sua reserva. Se você precisa separar 30% ou mais de margem o seu orçamento original foi mal calculado e não reflete a realidade do destino, por isso 20% seria um ponto de equilíbrio, se você não usar, esse dinheiro volta para os seus investimentos, se precisar, você não entra no cheque especial”, aconselha.
São quatro fatores essenciais para decidir antes de sair fazendo reservas: orçamento, objetivo da viagem, duração e prioridades.
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